A Hiperactividade vista à lupa

Quarta-feira, 28 de Julho de 2010

de convívio com a nossa amiga Anabela e Susana, só posso dizer que foi muuuuuuuuito booooom!

 

também não podia ser de outra forma!!!! com a Anabela veio o marido M. e  filhote G! foi uma aventura para os miúdos e uma boa oportunidade para nós de conversar, rir um pouco e perceber, mais uma vez, como nos faz bem encontrar quem nos entenda!

 

Claro que os miúdos andaram sem parar, valeu-nos o facto de estarmos entre iguais e por isso não nos preocupar-mos muito com sujidades e afins!

 

Ficamos num parque bastante aprazível com esplanada, balouços e escorregas, coisa que para os pais é bom, para os miúdos é o delírio...mesmo assim, os nossos, como nunca estão bem, andaram sempre a «saltar» de lado em lado e gostaram particularmente do facto de terem «matrecos» para jogatina a três...isto porque o Quico, radiante só andava bem com os maiores hehehe!

 

temos de repetir, temos mesmo...obrigada por terem vindo e um até breve!

 

 

postado energia-a-mais às 10:02

Terça-feira, 27 de Julho de 2010

 

 

redobrada é o que vamos precisar hoje

 

Estamos à espera da visita da querid Anabela e do seu filhote também hiperactivo G! talvez acompanhados por outra grande amiga - Susana (vens?)

 

Ora o Rafa está em «pulgas»! nada o faz sossegar já! portanto vamos ter de nos aplicar para que tudo corra bem, certo Abigai?

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 10:09

Terça-feira, 21 de Abril de 2009

... viver sob pressão constante, tanto para dar resposta ás situações do quotidiano, como em situações que fogem á regra....

 

 

A minha experiência com crianças autistas, resume-se ao contacto que mantenho há mais de dez anos com os meus grandes amigos N. e J., pais do D., um menino com X Frágil, afectado pelo autismo.

Este casal amigo tem travado uma luta bem grande para ver reconhecidos direitos que deveriam ser «absolutos» em casos assim - em que o grau de autonomia é reconhecidamente pequeno.

Ao desgaste normal, de ter uma criança com necessidades específicas de acompanhamento, estes pais lutam ainda (e sofrem com isso) por coisas que para a maioria dos pais são dados certos - escola adequada, actividades extra, lúdicas e educativas...

Mas são pais que não se deixam abater, tentam levar uma vida «normal» e dar aos seus dois pequeninos tudo o que entendem como o melhor - e o melhor passa também por manterem vida social, sair com as crianças e manter o controlo possível da situação.

 

Quando nos juntamos é sempre em casa de uns ou de outros, ou em algum lugar que permita ás crianças uma interacção positiva - os meus filhos são muito agitados e temos de preservar o D. que fica mais descontrolado quando há agitação por perto. Há medida que crescem, tanto o D. como os meus meninos, ficam mais difíceis de controlar - a força física também é maior e nós sentimos mais dificuldade em supervisionar os tres...

Assim, no domingo, pensamos em deixar as minhas pérolas e a princesa M. nos «bichinhos carpinteiros» sítio com brincadeiras para todos e alívio para os pais - mas os meus não ficaram lá nem com promessas e subornos e a M. acabou por desisitir. Logo ficamos com as crianças mais diferentes que se possa imaginar e com um shopping para explorar...

 

correu assim tão mal? perguntam voçês....

 

não foi pelo facto de os meus filhos parecerem índios em época de caça ao bisonte...pelo facto de o Quico se ter jogado pela escada rolante sozinho (com uma mão que o segurou nem se aleijou muito..), pelo facto de os ver subir os balcões da praça da restauração, pelo facto de terem virado do avesso várias montras ou do Quico ter começado a bater em quem passava, sempre por entre muito riso histérico do Rafa...

nem sequer foi pelo facto do D. ter começado naquele baloiçar de corpo típico, ou pelo facto de ter desatado num choro inconsolável...

até nem foi pelo facto de ver pessoas com ar incrédulo a olhar para nós (diga-se que nem uma nos ajudou ou perguntou sequer se queriamos ajuda, apesar dos sacos que iam ficando para trás quando tentavamos apanhar um dos meus filhos...) ou mesmo por termos sido chamados á atenção pelos zelosos seguranças do c.c.!

O que nos doeu no final, foi verificar a nossa total impotência, as nossas dúvidas sobre o futuro e a realidade que cerca as nossas crianças!

O que correu mal no domingo irá certamente correr mal  outras vezes, seja por estes ou por outros motivos...

Sempre teremos de enfrentar sem receios estas situações, sempre viveremos cada vitória como única e cada passo atrás como um motivo para seguir em frente...

Sempre seremos pais destas crianças e teremos orgulho, confiança, dor e confusão (como afinal qualquer pai!)

No entanto teremos sempre, sempre, a ligação da amizade, respeito e partilha que só nós, pais de crianças especiais entendemos!

 

 

sinto-me: grata pelas minhas crianças
postado energia-a-mais às 22:45

Terça-feira, 25 de Novembro de 2008

 

 

Para agradecer o apoio, a motivação e as belas sugestões, deixadas por muitas das que me visitam e a quem já me habituei a ter por companhia

 

OBRIGADA, algumas das ideias já me passaram pela cabeça e outras até já tentei - a do picante na boca por exemplo é um clássico - o meu marido insistiu para que experimentássemos no Francisco, pois sabíamos que como ainda é muito pequenino, um belo escaldão na boca podia ter efeito dissuasor. No entanto, apesar de ter ficado um pouco assustado á primeira, agora acha piada e por isso diz a asneira e corre ele próprio para ir buscar o «pitante», lol!

 

Outras vou ver se resultam e depois farei o relato...acho que o maior desafio é vencer aquela teimosia inata...

 

sinto-me: agradecida
postado energia-a-mais às 22:54

Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

Quem tem amigos de verdade, sabe dar valor a muitas pequenas coisas. Digo isto porque a amizade verdadeira é algo que muito prezo e tenho prazer em cultivar. Já tive ao longo da vida muitos conhecidos, colegas e «amigos». Alguns, partiram para sempre levando pouco ou até nada de mim, sem deixarem saudade. São normais estes tipos de relacionamento, pois a vida é mesmo assim!

Outros, no entanto, ficam num plano diferente, são únicos por motivos só deles e porque não há nada melhor do que poder contar com eles, nunca os deixo partir. São esses os meus amigos de verdade. Aqueles em quem confio e que sei que confiam am mim, que me pedem ajuda e me estendem a mão quando preciso. Os que se riem comigo mas também estão lá quando as coisas não correm tão bem.

Quem tem filhos com características especiais sabe muito bem como é difícil o convívio com «amigos». Muitos aproveitam para criticar, dar lições de moral ou sentir pena da situação. Muitos desistem, começam por recusar um convite para jantar, depois uma saída em conjunto é eternamente adiada e de repente passaram 5 anos, moramos na mesma zona e vê-mo-nos apenas no supermercado.

Sei que nestes sete anos eu e o meu marido fomos ficando com poucos «amigos». Os que ficaram ao nosso lado, são os que nos conhecem realmente e sabem conviver de forma descontraída e sem preconceitos. São capazes de arranjar estratégias e dar sugestões para que tudo corra bem e por isso sentimo-nos bem. Como a N...minha amiga do coração que é capaz de alterar todo um fim de semana para que ela e o marido (padrinhos do Francisco) possam vir dar um beijinho antecipado de parabéns ao meu pequenino e mais uma vez trazer o seu bom humor e muitas prendinhas (que os miúdos adoraram).

Como sei que a vida dela se cruza com a minha em tantas coisas e também no papel de mãe de uma criança muito especial, dou valor redobrado á visita e agradeço pela generosidade com que é minha/nossa amiga, por isso não a deixo partir!

sinto-me:
postado energia-a-mais às 23:28

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