A Hiperactividade vista à lupa

Quarta-feira, 31 de Outubro de 2012

 

Há muitas festas mais típicas no nosso país do que esta mas os meus miúdos adoptaram a «noite das bruxas» como uma das suas preferidas e eu entro no jogo

 

 

imagem tirada da net

 

 

ainda me lembro de quando o Rafa me obrigava a percorrer os apartamentos vizinhos, gritando «doces ou travessuras» perante os olhares desconfiados dos moradores da zona {#emotions_dlg.lol} ultimamente temos feito festa dentro de portas, pois por cá, embora nas escolas seja uma data celebrada não existe a tradição de sair à noite com fatiotas mais ou menos terríficas e pregar sustos a quem recusa as doçuras

 

No entanto asseguro-vos que nos divertimos à brava, usamos vassouras para nos deslocar-mos pela casa e deixamos aranhas, morcegos, abóboras luminosas, esqueletos assustadores invadirem o nosso espaço e fazerem parte da celebração. Nunca faltam gomas, bolos e pipocas, filmes aterrorizadores e chocolate quente para finalizar a noite!

 

estamos portanto preparados e como diz o Quico

 

«vamos pregar medo ao susto!»



P.S. já agora, para os adultos, deixo uma sugestão para uma noite realmente horrível - revejam o OE para 2013 e todos os impostos a mais, todos os cortes e todos os pesadelos a que Gaspar nos sujeita, será certamente uma noite de halloween inesquecível {#emotions_dlg.skull}

postado energia-a-mais às 09:15

Segunda-feira, 29 de Outubro de 2012

 

 

a coisa muda logo de figura...ou por outras palavras, só quando nos toca percebemos o que realmente pensamos

 

 

Aqui na zona muita gente que me conhece sabe, naturalmente da minha (não) situação profissional. Muitos sabem que estou a receber subsídio de desemprego pois estive a trabalhar num local público e portanto muita gente notou o meu desemprego. Obviamente muitos, cedendo ao típico e predileto passatempo nacional de falarem da vida dos outros, ja teceram um ou mais comentários...

Isso nem sequer me aborrece. A minha vida a mim e aos meus, diz respeito, os que estão de fora podem alvitrar o que quiserem e bem entenderem. Mas claro que quando falam diretamente comigo sobre o assunto não me coibo de mostrar o que penso sobre a actual situação de trabalhadora/inserida - desempregada, sem direitos mas com todos os deveres a que me obriga o IEFP para me dar aquilo que por direito tenho a receber - o tal subsídio, ao qual para ter acesso, bastaria em princípio cumprir os requisitos de ter trabalhado e feito os respectivos descontos. 

 

Pois que para muitos, estou a ser mal agradecida. Deveria dar-me por contente por ter sido «inserida». Ao que parece, a maioria concorda que «inserir» sem remuneração uma pessoa só porque ela tem direito ao subsídio de desemprego, é uma ideia maravilhosa do governo para evitar «chulices» dos desempregados ao estado. Já o facto de o estado ter de continuar a pagar o subsídio, mantendo a pessoa desempregada, quando afinal até havia emprego numa instituição, continua a ser um assunto que não interessa aprofundar. Porque na cabecinha da maioria o que é bom é que assim os desempregados não estão em casa, sem fazer nada, a receber o subsídio. Claro que o tipo de trabalho que o mandem fazer, também não interessa a ninguém. Se está ou não preparado, se tem ou não conhecimentos, se deixa de dispor do seu tempo (inclusive para procurar trabalho, pois que a isso está obrigado), se o que lhe dão é uma inserção a termo certo, sem possibilidade de integração no futuro, isso não são motivos de interesse para as tais cabecinhas.

 

Acontece que uma dessas «cabecinhas» que via muitas vantagens nos tais programas do IEFP ficou desempregada. Após anos a trabalhar como administrativa, a cabecinha foi agora «inserida» numa escola. A cabecinha anda agora a limpar vidros e chão, casas de banho e tudo o que faz parte do serviço de uma assistente operacional. Mesmo continuando desempregada, tem de fazer o mesmo que as funcionárias pagas, no horário que foi estipulado, por acaso dificultando a recolha do filho que tem numa outra escola e para o qual tem agora de se socorrer de um ATL (como administrativa trabalhava das 09h00 às 17h30, agora está até às 18h30)

De repente, numa conversa que tivemos num encontro casual no supermercado, percebi que a cabecinha está agora revoltada. Afinal já não vê utilidade alguma nos programas de inserção. E não consegue andar motivada sabendo que nem emprego tem, apesar de estar «obrigada a trabalhar» para não perder o mísero subsídio de 419,22 aos quais ainda terá de descontar os 6% para um dia poder ter reforma {#emotions_dlg.lol} do tempo em que está sem trabalho...estes gajos do governo são uns peritos em ironia!

 

depois da conversa, ainda vim a matutar na tal ideia «engraçado, como tudo muda de figura quando a coisa é pessoal» mas sinceramente, espero que ela consiga ganhar alento, até porque estou a sentir na pele o que é ir todos os dias para um local de trabalho sem qualquer tipo de motivação e sem aquela sensação de recompensa que sentem os que são pagos pelo empenho e tempo que dispendem no serviço que fazem...

 

 

postado energia-a-mais às 09:12

Segunda-feira, 01 de Outubro de 2012

 

 

e desta vez não vou falar dos meus putos 

 

este país está cada vez menos compreensível ou serei eu que ando a ficar com o motor «gripado»....estas cenas dão cabo de mim

 

um ministro da (des) educação que vai «inaugurar» uma obra - nova escola toda catita - projectada e iniciada pelo governo anterior, muito criticada pelo actual que aliás desinvestiu na educação como se o amanhã não fosse para todos....no meio das cantilenas de boas vindas, uma professora aparentemente alheia ao vendaval de desemprego que assola vários dos seus colegas de profissão, não só elogia o governo como atira um surreal «vocês têm um super ministro, a mim cá chamam-me a super professora» e sorridente afirma «orgulhosa» que tem uma sala com 26 (?) meninos do primeiro ano, que naquela escola não existem problemas de nenhuma espécie, que não há falta de professores...será que vive em marte?! acha normal ter 26 miúdos numa sala?! não questiona?! não sabe ela que o tal super ministro está a mostrar cada vez mais a sua super incompetência, conduzindo o país ao abismo?! acha ela normal fazer festas de «inauguração» num ministério dos que mais cortes vai fazer, precisamente ao contrário do que deveria ser feito para bem de todos os que ainda sonham em tornar Portugal um país onde hajam oportunidades iguais?

 

depois há aquela cena dum clínico responsável pela chamada «comissão de ética» que vem alertar para a necessidade do estado racionar a medicação dos que mais precisam, ou seja dos que pelo tipo de doença de que padecem e que só podem recorrer ao SNS, mais precisam de ser medicados e que lhes sejam dadas todas as condições de modo a manterem a sua dignidade pelo tempo que viverem. «Comissão de ética?» qual ética? então e o exemplo que o homem dá frente às câmaras de TV? «...ai e tal se uma pessoa tem 2 ou 3 dias de vida (?) deve-se pensar muito bem se aquele medicamento (caro) valerá a pena ser administrado...discutindo o assunto com o paciente, médico, cientistas, familiares....» a sério?! quando se chegasse a uma decisão já o paciente tinha morrido...ou não! saberá este sr doutor o quanto são falíveis os prognósticos mesmo em casos considerados irreversíveis (tantos a quem dão dias de vida superam essa sentença e abraçam a vida por anos...) acho isto surreal!

 

e depois de mais uma manif à portuguesa, o país vive ouve mais uma «boca» do surreal António Borges....o mesmo que diz que os portugueses ganham muito e que se lhes deve baixar os salários. O mesmo que passou por instituições como o FMI, cuja competência é tão discutível e que ao que parece ninguém sabe que funções desempenhou no banco por onde passou...ora acha o homem que os empresários portugueses que discordaram da alteração na TSU são ignorantes...pois! e vai dizer isso em público perante uma plateia de empresários de outros países, acham isto normal de um consultor do governo?!

 

e eu a pensar que só cá por casa existiam cenas maradas!



postado energia-a-mais às 09:05

Sexta-feira, 03 de Fevereiro de 2012

 

 

pela manhã, antes da saída deles para a escola

 

 

uma birra descomunal do Rafa tirou-me do sério e acrescentou-me mais umas quantas rugas e cabelos brancos. Cismou que tinha de levar para a escola o dinheiro do mealheiro - e nada o demovia da disparatada ideia!!! se alguma coisa fazia prever isto?? se houve alguma coisa que o despoletou? não que eu desse por isso - o que é certo é que demorei mais de uma hora com uma birra que se tornou cada vez mais descontrolada e que ameaçava já tornar-se incompatível com a rotina diária, pois por ele não havia intenção de ir à escola sem levar o tal dinheiro....(inconcebível que levasse para a escola uma quantia significativa quando a «ordem» é andar com poucas moedas pois o cartão escolar serve para tudo o que precisa lá dentro)

 

opá, vocês sabem o que é ter um matulão aos berros pela manhã, determinado a não ouvir nenhum argumento razoável? e sendo esse matulão vosso filho e tendo 11 anos? bom, quem tem filhos com PHDA por certo sabe....uma luta titânca, uma visão de bradar aos céus - e acreditem, eu bradei!!!!

 

muitos empurrões depois, muita gritaria, muita confusão com o mais pequeno a gritar que também não ia à escola, com o avô a arrastar um e eu a enxotar o outro e lá os conseguimos deixar nas escolas....

 

Sou forçada a apanhar com cada cena matinal!!!!

 


postado energia-a-mais às 10:32

Segunda-feira, 17 de Maio de 2010

 

brilhante....jeitosa e na moda hein?

 

 

 

 

mas jogar a bola com isto nos pés e contra quatro marmanjinhos que correm como flechas e fintam como o CR, foi apenas uma das brilhantes ideias que me passaram pela cabecinha neste fds....

 

Não, a sério, deve ter passado por aqui alguma nuvem «iluminadora» que me atingiu em pleno!

 

 

Na quarta feira passada, o Rafa chega da escola com a história de que um amiguinho dele tinha pedido para dormir cá em casa - na verdade, dizia ele, a mãe do amigo queria pedir-me mas tinha vergonha lol!

os pais do tal amigo iam a um casamento no sábado e como era muito longe e uma grande seca  estavam a «despachar» os filhos mais velhos para pernoitarem de sábado para domingo...ora a mana ia para os escuteiros e ficava no campismo mas o G. tinha de ficar com alguém - logo tinham tido a ideia de me pedirem para ele dormir cá! achei a história um pouco estranha mas na hora de almoço fui falar com o tal menino «que sim, os pais iam a um casamento e até achavam que era muito cansativo para os miúdos e sim, estavam a tentar arranjar uma casa para ele ficar, tinham pensado na do Rafa...»

 

Pronto, lá tenho eu a brilhante  ideia de mandar mensagem à mãe a dizer que o G. podia ficar lá em casa, eu não via problema algum, estivesse à vontade! não recebo entretanto nenhuma comunicação até sexta à noite - porque o Rafa não se lembrou de me avisar que realmente a mãe do G. me agradecia e combinava deixar o G. no sábado à tarde...

 

e como aos sábados muitas vezes temos a visita de um outro amigo do Rafa, para o lanche e para o jantar....lá estive eu a chefiar as hostes, ou seja a comandar os 4 fantásticos, Quico incluído, claro, delirante por ter tantos meninos gandes para brincar!

e o que fazem os meninos cujo líder só sabe correr e saltar??? pois...fazem como ele! e lá fui eu a reboque para o parque mais a bola e a bela da sandália (sei que tenho uns ténis, algures, só não sei onde....)

 

Outra ideia brilhante foi a de juntar os dois na hora de dormir - ora as hipóteses (dado as condições cá de casa) eram - ou os fazia deitar em sacos cama no chão - para compensar o facto de a cama do Rafa estar desmanchada e ele dormir no colchão, ou os deitava no quarto livre numa cama de casal, sem entretenimentos extra, ou os deitava na minha cama...pesei, pesei e optei - na minha, porque tem TV (o que para o Rafa, é um aliado para acalmar na hora do sono) e porque assim podia manter o Quico na cama dele e porque podia (pensei) controlar melhor as coisas...Só que o Quico não adormecia, o Rafa estava histérico e o G. tão atarantado que só adormeceu de madrugada....

 

Domingo - de manhã a mãe do G. veio buscá-lo e eu achei que a coisa acalmava...só que mais uma vez se fez «luz» na minha cabecinha! o meu pai tinha-me dito que durante a tarde, iam fazer uma corrida de carrinhos de rolamentos, mesmo na minha rua. Achei giro ver aquilo, sempre era diferente e podia safar-me de mais corridinhas atrás da bola...

 

 

pronto, só que levar dois miúdos saltitantes, delirantes com o que viam, para o meio de uma data de gente, com muito barulho de fundo, habilidades com motos, enfim, ambiente frenético - não é uma boa ideia OK?

 

o que aconteceu? o Quico dançou, saltou, correu, empurrou, gritou, esperneou, bateu em quem passava, deitou-se no chão, fugiu várias vezes, queria subir para as motos, apalpou o rabo das sanhoras, arranhou o irmão e a mim, chamou «cagonos» e «cagonas» a torto e a direito - tudo antes da dita corrida começar!

E o Rafa? Bem, saltou, torceu as mãos, arranhou a cara, deu com os pés no irmão, arrastou o irmão com uma corda pelo chão, mandou um estalo num homem que queria passar-lhe à frente, chamou nomes a toda a gente até que amuou e quis ir para casa!

 

 

e depois chegou a casa....e os avós chegaram

 

...e quis ir para a rua outra vez....

 

 

e foi...e voltou a casa para ir buscar uma bola...e foi para baixo novamente...jogou, quis água, voltei a casa, ficaram os avós com eles...respirei....fui ter com eles novamente...e assim, sobe e desce, o dia foi passando...

 

e de vez em quando, lá se lembravam que estava a decorrer uma corrida de carrinhos de rolamentos e lá saltavam para o muro para ver melhor!

 

 

 

e eu juro, solenemente que durante a semana não vou ter ideias luminosas a ver se descanso um 'cadito!

 

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 09:15

Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

...de tão parvas que poderiam ser de um filme(!)

 

 

O Rafa está sem medicação...por isso acabamos por sair de casa de forma atribulada (com roupa a ser enfiada á pressa, ele vestiu-se, despiu-se, vestiu-se outra vez - sempre comigo a «empurrar» senão nem á hora de almoço estava na escola). Para ajudar o Quico que anda impossível*, decidiu fazer uma daquelas birras geniais em que não sei se choro ou se desato a rir - queria ir de pijama, chapéu de verão e luvas, com chinelos de quarto do irmão e mochila ás costas...e foi difícil vesti-lo de forma mais tradicional, quase ao ponto do desespero....

 

Isto para dizer que chegamos á escola com 15 minutos depois do toque, mais alguns esquecimentos (como o saco de muda de roupa para o Quico e a senha de refeição do Rafa)

Assim e para simplificar, o meu pai acabou por concordar em ir buscar o Rafa para o almoço...

Como saio ás 13:30h já não estou com o meu filhote mas o avô estava preocupado e contou-me que o Rafa, não tinha almoçado, estava com fortes dores de barriga e parecia muito aflito...ora, como tem a medicação interrompida, não deveria ser efeitos desta, mas talvez a falta dela (isto ás vezes baralha, certo?!)

Ligo portanto para a escola e falo com a funcionária,  a ver se há novidades...pois até há!

 

E então cá vai:

 

«uma menina da salinha do Rafa, leva para a escola uma Nintendo. Durante a manhã, enquanto supostamente devia estar a fazer os trabalhos escolares, a menina vai ao saco para mostrar a Nintendo (!) ás coleguinhas...não vê a sua preciosidade e desata aos gritos!!! A turminha assiste então a um verdadeiro corropio pois entre telefonemas, vários palpites e muita confusão, a directora chama a GNR para tomar conta da ocorrência - entenda-se roubo!

Os srs Agentes da autoridade, com evidentes complexos de Édipo, resolvem interrogar as crianças como de malfeitores graduados se tratasse. intimidando com frases tipo - olha que eu sei quem foi, olha que o culpado tá marcado....para que algum se resolvesse a falar!!!

Chega a hora do almoço e deixam sair os meninos, continuando um carro patrulha em frente á escola...

A menina vai almoçar e...repara que deixou a sua Nintendo no pópó da mamã!!!!»

 

Não houve um pedido de desculpa, nem por parte da menina e sua mãe (acho que os princípios devem ser para todos e se alguém errou foi, em primeiro lugar, quem deixou levar um objecto daqueles para a escola!); nem por parte da polícia zelosa que acorre a intimidar miúdos de 8 anos mas deixa impunes larápios com mais astúcia; nem tão pouco da escola, nem uma palavra aos pais, nada...

 

O que houve, isso sim, foi um avô e uma mãe que tiveram de se desenrascar e desdobrar em cuidados, porque uma criança que já tem de enfrentar tantas situações em que se descontrola, nem foi capaz de almoçar, tal o seu estado de ansiedade e acabou por fazer uma enorme crise histérica assim que saiu da escola!

 

Eu que todos os dias, tenho de lutar com o Rafa que quer a todo o custo levar um jogo, ou um carro ou qualquer outra coisa, que aturo as suas birras de horas, que lhe passo regras e rotinas diárias, porque a escola não é para levar esse tipo de brinquedos, porque na escola existem muitas actividades e os brinquedos esperam em casa, eu que dou medicação ao meu filho para que não pertube os meninos «normais», tenho agora que lhe explicar porque é que uma menina «normal», pode incomodar tanta gente e nada de grave acontece...

 

 

Há cada cena mais irreal

 

 

sinto-me: possessa!!!
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postado energia-a-mais às 23:02

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