A Hiperactividade vista à lupa

Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2016

 

fantoches.jpg

 imagem da net

 

sim existem miúdos com muito mais do que «bichos carpinteiros»...mas a maioria deles tem um armário gigante que vai enchendo com esses «bicharocos» e só quando o armário enche os soltam de vez

 

quando isso acontece transformam-se em adultos maus e sem piedade que moem tudo o que está à volta - sejam os relacionamentos, sejam os filhos desses relacionamentos, sejam os amigos, sejam os trabalhos, seja o que for...porque não sabem «dominar» os bichos que sempre esconderam no armário!

 

olha que sim, existem famílias construídas no meio de bichos horríveis que só sabem encher de medo quem os tentam mandar embora...e sem que ninguém queira, eles (os bichos) é que conduzem a vida dessas famílias

 

E as Vidas assim dominadas acabam destruídas - porque muitos desses horríveis bichos que estavam no armário das gentes pequenas, ganham proporções de «gigantes» quando são libertados anos mais tarde...

 

Sabes o que é preciso? é que se retirem os bichos do armário enquanto são minúsculos...enquanto são apenas «bichos carpinteiros» nas crianças, olha que sim - se conseguires ajudar a soltar os bichinhos quando são inofensivos, eles não chegarão a crescer e nunca farão mossa nos adultos!

 

É por isso que eu digo que temos de saber lidar com esses bichos nas nossas crianças - e que a melhor opção nunca será «escondê-los» - é preciso educar os bichos percebes? olha que sim, as crianças felizes são as que andam a brincar com os «bichos carpinteiros» e não os escondem - e as crianças felizes tornam-se adultos felizes! quando são felizes os adultos não magoam mas amam - amam as famílias, os trabalhos e a Vida!

 

* conversa com o meu filho mais novo sobre os terríveis acontecimentos de violência doméstica, teatro de mini fantoches, abordagem depois da pergunta «porque é que os pais são maus para os filhos?» 

 

 

postado energia-a-mais às 11:32

Segunda-feira, 01 de Junho de 2015

um convite à reflexão sobre as chamadas crianças portadoras de necessidades educativas especiais (NEE)

 

Núcleo de Apoio a Pais da Criança Hiperativa (Zona Norte)

 O presente documento demonstra as preocupações, constatações, e algumas propostas, baseadas nos feedbacks que vão chegando ao nosso Núcleo de Apoio a pais da Criança Hiperativa, bem como reflete a opinião de todos os que diretamente colaboram com o nosso trabalho, com questões, dúvidas, desabafos, queixas, por parte de pais, encarregados de educação, professores, técnicos e cidadãos envolvidos na temática

Segundo a Declaração de Salamanca que o Governo Português ratificou e que se rege pelo princípio de Uma Educação para Todos (chamada inclusiva) e que os diferentes delegados reafirmaram em texto:

  1. Nós, delegados à Conferência Mundial sobre Necessidades Educativas Especiais, representando noventa e dois países e vinte e cinco organizações internacionais, reunidos aqui em Salamanca, Espanha, de 7 a 10 de Junho de 1994, reafirmamos, por este meio, o nosso compromisso em prol da Educação para Todos, reconhecendo a necessidade e a urgência de garantir a educação para as crianças, jovens e adultos com necessidades educativas especiais no quadro do sistema regular de educação, e sancionamos, também por este meio, o Enquadramento da Açãona área das Necessidades Educativas Especiais, de modo a que os governos e as organizações sejam guiados pelo espírito das suas propostas e recomendações.
  2. Acreditamos e proclamamos que: • cada criança tem o direito fundamental à educação e deve ter a oportunidade de conseguir e manter um nível aceitável de aprendizagem, • cada criança tem características, interesses, capacidades e necessidades de aprendizagem que lhe são próprias, • os sistemas de educação devem ser planeados e os programas educativos implementados tendo em vista a vasta diversidade destas características e necessidades, • as crianças e jovens com necessidades educativas especiais devem ter acesso às escolas regulares, que a elas se devem adequar através duma pedagogia centrada na criança, capaz de ir ao encontro destas necessidades,as escolas regulares, seguindo esta orientação inclusiva, constituem os meios mais capazes para combater as atitudesdiscriminatórias, criando comunidades abertas e solidárias, construindo uma sociedade inclusiva e atingindo a educação para todos; além disso, proporcionam uma educação adequada à maioria das crianças e promovem a eficiência, numa ótima relação custo-qualidade, de todo o sistema educativo.

 

Ora é impossível não olhar à realidade atual e facilmente constatar que todas as diretrizes principais deste valioso documento estão postas em causa. Uma constante redução de meios e a não aplicação dos pressupostos essenciais a uma verdadeira inclusão, fazem com que tenhamos um desfasamento total entre a teoria e a realidade nas escolas do ensino público.

 

Na questão base está a urgente necessidade de revisão do Decreto-Lei nº 3/2008 que regulamenta o Ensino Especial, cuja ambiguidade de interpretações leva à total exclusão de uma larga maioria de alunos com diferentes problemáticas enquadradas nas «dificuldades de aprendizagem» mas que ficam de fora do «ensino especial» no âmbito do critério do artigo 21º, nomeadamente no chamado – Currículo Específico Individual (CEI). Entre estas crianças encontram-se as diagnosticadas com Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção, patologia de foro neuro-comportamental que está largamente documentada e fundamentada em pressupostos médico-científicos mas mesmo assim, tarda em ser reconhecida pelo enquadramento legal do «Ensino Especial». Tal como já foi claramente recomendado pelo Conselho Nacional de Educação, é urgente rever as falhas apontadas ao Decreto-Lei 3/2008, porquanto «a enfase na dimensão de permanência das necessidades educativas especiais (NEE) poderá significar que a ausência de resposta a alunos conduza à acumulação de necessidades transitórias, que carecendo comprovadamente de uma intervenção especializada, se converta em dificuldades crónicas e, portanto, permanentes» (cit)

Questionamos a legitimidade da parceria entre a DGEST e a Segurança Social que impede o acesso aos apoios educativos baseados numa premissa economicista, sendo óbvia a sujeição dos valores das reais necessidades destes alunos aos valores de contenção e redução de custos, decididos pelas Escolas e não pelas avaliações médicas. 

Além disso é imprescindível fazer passar à prática medidas educativas que permitam responder de modo adequado a esse grupo de alunos (incluindo os portadores de hiperatividade e défice de atenção) que são portadores de necessidades educativas especiais de caráter permanente mas cujo perfil de funcionalidade não se enquadra numa medida tão restritiva como o artigo 21º, CEI mas também não tem sucesso com a aplicação das restantes medidas educativas previstas.

É ainda fundamental rever a situação destes alunos nos exames nacionais, para que estas avaliações externas estejam de acordo com as medidas educativas contempladas pelo programa educativo individual (PEI).

Torna-se ainda clara a necessidade de tratar de forma equitativa estas crianças e jovens que fazem os seus percursos escolares inseridas em medidas contempladas nos PEI e CEI, através duma certificação pedagógica de qualidade, garantindo a sua verdadeira inclusão na transição para a vida pós-escolar.

 

Por último referimos a urgência de assegurar uma aproximação ao princípio base da nossa missão enquanto profissionais e técnicos dedicados ao trabalho com crianças e jovens portadoras de hiperatividade e défice de atenção «Os alunos com PHDA dão o melhor de si quando trabalham numa atmosfera tranquila, recebem uma atenção individualizada e estão inseridas numa turma reduzida

Como sugestões deixamos à consideração a mudança na responsabilidade das avaliações do Perfil de Funcionalidade dos alunos, funcionando esta como uma orientação para as equipas multidisciplinares fundamentarem os seus relatórios mas sendo de preenchimento por parte do(s) médico(s) competente(s), seguindo as preocupações da equipa do Ensino Especial. Este trabalho em rede permitiria uma articulação entre os serviços de «educação especial» e os recursos especializados, acompanhamentos médicos e terapias, sempre que possível dentro do espaço escolar, numa visão holística do aluno. Ou seja, pretendemos a coordenação das áreas de Educação, Saúde e Segurança Social.

Sugerimos ainda que esta articulação de meios seja monitorizada por equipas verdadeiramente multidisciplinares, funcionando em parceria com os próprios pais/encarregados de educação numa dinâmica efetiva entre as necessidades específicas de cada criança/jovem e os recursos afetados. Sentimos que é possível, seguindo até o exemplo de outros países cuja reforma da Educação Especial está em curso (caso da Inglaterra) integrar as diferentes Necessidades Educativas Especiais num plano único que contemple Educação, Saúde e apoios sociais.

 

 

Sentimos como obrigação garantir a plena realização da criança/jovem com PHDA com vista a uma vida adulta estável, ativa e não dependente, promovendo as suas plenas competências e assumindo com respeito as suas «diferenças», pois só assim asseguramos uma Sociedade Inclusiva.

 

 

São João da Madeira, 29 de maio

 

Pela coordenadora do Núcleo de Apoio a Pais da Criança Hiperativa

Teresa Melo

postado energia-a-mais às 22:09

Quinta-feira, 21 de Novembro de 2013

 

 

 http://www.publico.pt/sociedade/noticia/em-tres-anos-meio-milhao-de-criancas-perdem-abono-de-familia-1613303 

 

É daquelas coisas que faz me saltar a tampa - como se pode falar em incentivos à natalidade, quando na prática é isto que acontece? o nosso país não tem uma política de apoios verdadeiramente centrada na família. Aliás, não existe «política» alguma, tudo se resume a uma mera questão de números, esquecendo-se a essência. Mas mesmo tendo em conta apenas a visão redutora dos números - que raio de apoio é este que o Estado confere? (retirado da página da segurança social)


Montantes do abono de família para crianças e jovens com e sem majoração

 

Rendimento da família

Escalões

Valor do abono por criança ou jovem
Idade igual ou inferior a 12 meses Idade entre os 12 e os 36 meses Idade superior a 36 meses
1 Filho 2 Filhos 3 ou mais Filhos
1.º 140,76 EUR

35,19 EUR

70,38 EUR 105,57 EUR 35,19 EUR
2.º 116,74 EUR 29,19 EUR 58,38 EUR 87,57 EUR 29,19 EUR
3.º 92,29 EUR 26,54 EUR 53,08 EUR 79,62 EUR 26,54 EUR

 

 

 

 

 

 

 

Montante adicional

 É um montante de valor igual ao do abono de família para crianças e jovens, a atribuir no mês de setembro, que visa compensar as despesas com encargos escolares, atribuído às crianças e jovens:

  • Com idade compreendida entre os 6 e os 16 anos
  • Que estejam a receber abono de família correspondente ao 1º escalão de rendimentos
  • Se encontrem matriculados em estabelecimento de ensino.

Majoração do abono de família nas famílias monoparentais

Nas famílias monoparentais o montante do abono de família das crianças e jovens é majorado em 20% do valor do subsídio e respetivas majoração e bonificação.

 Chama-se a isto apoio? Eu estou no escalão A (porque estou desempregada lá me atribuíram este escalão) e recebo os tais 70,38€ pelos meus dois filhos. Tendo em conta que cada um ainda come, bebe, tem de andar vestido e precisa de consultas médicas, este apoio serve para o quê exatamente? 

 

Ora como não gosto de falar por falar, ponho aqui como comparação o que se passa no Luxemburgo (porque lá está o pai)

 

A taxa de contribuição para a segurança social é a mesma nos dois países - suportada pelo trabalhador 11% e o restante pelo empregador, num montante total de 32% do valor do salário, repito o igual nos dois países!

 


a) Allocations familiales
- montant pour 1 enfant 185,60
- montant pour 2 enfants 440,72
- montant pour 3 enfants 802,74
- montant pour 4 enfants 1 164,56
- montant pour 5 enfants 1 526,38
Majorations d'âge
- par enfant âgé de 6 - 11 ans 16,17
- par enfant âgé de 12 ans et plus 48,52
Allocation spéciale supplémentaire 185,60
b) Allocation d'éducation - montant plein 100% 485,01
- montant réduit à 50% 242,50
Revenu professionnel pris en compte en cas d’activité des deux parents
- 1 enfant à charge 5 305,62
- 2 enfants à charge 7 074,16
- plus de 2 enfants à charge 8 842,70
c) Allocation de rentrée scolaire (montant par enfant)
- 1 enfant de 6 à 11 ans 113,15
- groupe de 2 enfants 194,02
- groupe de 3 enfants et plus 274,82
- 1 enfant 12 ans et plus 161,67
- groupe de 2 enfants 242,47
- groupe de 3 enfants et plus 323,34

d) Allocation de naissance (3 tranches)
- montant par tranche 580,03
e) Allocation de maternité - maximum 16 semaines
- montant par semaine 194,02
f) Congé parental - indemnité forfaitaire mensuelle
- congé à plein temps 1 778,31
- congé à temps partiel 889,15
g) Boni pour enfant par mois / par enfant 76,88

 

e traduzo - as mesmas minhas duas crianças recebem pelo abono luxemburguês 659.17€. O mesmo rendimento familiar, o mesmo pai, a mesma mãe, as mesmas contribuições - condições absolutamente diferentes!


e depois vem um Mota Soares dizer que a segurança social tem de reduzir os apoios porque deste modo não é sustentável?! Insustentável é esta situação de pobreza em que vivem muitas crianças portuguesas!





postado energia-a-mais às 13:44

Sexta-feira, 01 de Novembro de 2013
«A escola do 1º Ciclo de Mesquitela, Mangualde, decidiu suspender as aulas em virtude do comportamento agressivo de um aluno com apenas seis anos de idade. O menino constituía um risco para professores, funcionários e colegas, conta a edição desta sexta-feira do Jornal de Notícias, mas a versão da mãe da criança é outra.

“Estão a enterrar o meu filho. Ele é hiperactivo e está a ser medicado. Em casa porta-se bem e só na escola é que se revolta. Não sabem lidar com ele”. É desta forma que a mãe de um aluno de seis anos da do 1º Ciclo de Mesquitela, Mangualde, reage, em declarações ao Jornal de Notícias, ao facto de aquele estabelecimento de ensino acusar o seu filho de comportamentos agressivos, que colocarão em risco a integridade física de professores, funcionários e alunos.

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Os frequentes ataques de fúria do menino já deixaram marcas físicas nos docentes, além dos prejuízos materiais que tem vindo a causar, sendo que as queixas por parte dos encarregados de educação são mais do que muitas.

A psicóloga Paula Fongue, ouvida pelo mesmo jornal, indica que “a criança está em perigo e a sofrer”, pelo que “não deve ser isolada, mesmo que se trate de um caso de indisciplina”.

A escola reportou entretanto o caso à Comissão de Protecção de Crianças e Jovens e admire suspender o aluno a título temporário»

 

Porque é que não suporto? porque aponta para uma data de incorreções, porque mais uma vez se associa PHDA ou hiperatividade, a situações pouco claras e absurdas.

 

Ponto 1: como é possível uma escola não conseguir encontrar forma de «controlar» um miúdo de seis anos? isto tira-me do sério! o miúdo constitui um perigo?! mas esta gente faz o quê nas escolas? o trabalho destas pessoas é lidar com crianças, se não sabem como fazê-lo então desocupem o lugar. O Rafa tem agora 12 anos, desde os 4 que era claro que seria uma criança bem diferente e que nunca seria possível lidar com ele de modo convencional - existem crianças em que não resulta a abordagem da força bruta, em que não chega dialogar! mas sempre existe uma forma! sempre, mesmo quando essa criança se mostra agressiva, e eu sei bem do que falo!

 

Ponto 2: Hiperatividade parece ser o diagnóstico sempre que não se encontram soluções para estes miúdos. Quase sempre o diagnóstico está errado. A mãe diz que ele em casa se porta bem e só na escola se revolta - isto não é hiperatividade. A criança ou adulto com PHDA é portadora da doença em qualquer contexto - tanto em casa como na escola, tanto na rua como na igreja, tanto num café como numa loja de brinquedos. O distúrbio impede uma vida normal em qualquer sítio, em qualquer situação. Eu que o diga! leiam este blog!

 

Ponto 3: a medicação administrada corretamente altera profundamente o comportamento da criança com PHDA. Se estiver corretamente diagnosticada, esta medicação (que a mãe diz que toma) levaria a que o menino tivesse um comportamento adequado na escola, faria com que ele estivesse mais calmo, mais concentrado e mais colaborante. Mais uma vez sei do que falo! Se ele tem «ataques de fúria» isso não se deve à PHDA, quando muito o menino teria mais do que uma patologia associada! e sim, tambem sei do que falo. O meu filho mais velho faz medicação combinada porque para além da PHDA de tipo impulsivo tem uma perturbação do comportamento chamada TOD (transtorno oposição/desafio) que lhe traz a agressividade e um distúrbio do sono. Se apenas tomasse meltefedinato, o Rafa ficaria mesmo assim, mais calmo e mais atento na escola (e em todos os sítios) mas continuaria a ser agressivo e não conseguiria dormir. Já o meu filho mais novo, diagnosticado com PHDA predominante déficite de atenção faz meltefedinato e o seu comportamento em casa e na escola (assim como em todo o lado) muda radicalmente.

 

Ponto final: portanto estamos aqui perante mais um caso em que se resolve tudo com um rótulo - o miúdo é hiperativo e por isso tem de ficar isolado na escola porque é um risco para os seus pares e professores...triste e revoltante. Sobretudo porque se existem psicólogos, onde está a avaliação aos vários parâmetros, para que a criança seja devidamente encaminhada? não basta dizer que a criança sofre...é preciso apresentar estratégias de intervenção adequadas, onde estão elas? chegar ao ponto de dizer que se fecha uma escola, por causa de um miúdo de seis anos?! por favor!!! e já agora - a escola porque não pede ajuda a quem sabe? existem técnicos da associação portuguesa da criança hiperativa que se disponibilizam para intervir nas escolas e ajudar quem precisa! 

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 11:33

Quarta-feira, 29 de Maio de 2013

 

tiradas daqui:

 

http://tmnentradalivre.sapo.pt/noticias/dia-da-crianca-com-eventos-gratis-11600

 

 

Os miúdos têm direito à diversão e os pais a não pagar um tostão!

Batismo de vela grátis – Docas de Lisboa

O Centro Náutico Terra incógnita, situado nas Docas de Lisboa, realiza batismos de vela grátis a todos com idade até 15 anos. Acima dessa idade o custo fica a 15€ por pessoa.

As saídas são às 10h, 12h, 16h e 18h, e é a oportunidade perfeita para navegar no Tejo e sentir a experiência do que é navegar à vela.

 

Atividades desportivas – Oliveira do Douro

A Câmara Municipal de Gaia, em parceria com a Gaianima, a Dragon Force/Futebol Clube do Porto e o Virgin Active Health Clubs, organiza um evento desportivo para todos os alunos com idades entre os 4 e os 11 anos de idade no Estádio Municipal do Parque da Cidade, Oliveira do Douro, das 9h às 12:30h. Serão várias as modalidades desportivas, entre elas o voleibol, futebol e atletismo. É esperada a presença da Dragon Force/Futebol Clube do Porto na modalidade de futebol e vários treinadores e jogadores do F.C. Porto.

Inscrições gratuitas através do telefone 223742956, ou dos emails rosariolima@cm-gaia.pt e gaiaedu.cm-gaia.pt. No email deverá constar o nome do aluno, idade, nome e contacto do encarregado de educação e a escola a que pertence. É obrigatório levar vestuário desportivo adequado.

 

Animação de Rua e Mercado do Brinquedo em Cascais

A Câmara Municipal de Cascais promove a animação de rua com muita diversão para o Dia Mundial da Criança. Às 10:30h é hora de teatro para bebés com a peça “Alma de Peixe”, pelo Celeiro das Antas. Nos Jardins do Auditório Fernando Lopes Graça. E às 17h entra em cena a peça “A Cuadros”, pela Companhia Vagalume. A ter lugar na Rua Direita e Largo Cidade Vitória.

O Mercado do Brinquedo acontece no Mercado Vila de Cascais, entre os dias 31 de maio e 2 de junho. Uma mostra que reúne empresas de animação e de atividades ao ar livre, promovendo também a comercialização, a preços mais acessíveis, de vários tipos de brinquedos, dos mais tradicionais aos mais tecnológicos. O evento conta ainda com palestras sobre a utilização de brinquedos como ferramenta para a educação das crianças.

 

Teatro Nacional de S. Carlos celebra o Dia Mundial da Criança

O TNSC celebra o Dia Mundial da Criança com várias atividades grátis para as crianças. As atividades decorrem no Largo de São Carlos, das 11h às 18h, e a partir das 18h há um concerto de encerramento na sala principal. Um dia que promete muita animação, não só para as crianças mas também para as famílias.

Nota: o concerto de encerramento é grátis mediante lotação da sala. Serão distribuídas senhas a partir das 11h do próprio dia.

O alinhamento do palco é o seguinte:

11h Concerto da Orquestra da GNR

11:45h Demonstração do Grupo Cinotécnico da GNR

12:30h Concerto do Coro Juvenil de Lisboa

14:30h Apresentação da Mascote do TNSC

15:00h Hora do Conto

15:30h Concerto dos Violinos, violas e Violoncelos do Moderno, da Escola de Música do Colégio Moderno

16:30h Grupo de Dança Mourinhas e Diamonds

18:00h Concerto de Encerramento

 

Não cobrem todo o território nacional mas não deixam de ser boas sugestões para pais & filhos aproveitarem este dia {#emotions_dlg.blink}

 

 

para quem viver mais pertinho de mim, aqui vai uma dica que me parece interessante

 

dia mundial da Criança junho2013 SAOJOAOHEALTHCLUB.jpg

 

 

 

 

o importante é mesmo passar com os nossos filhos, tempo de qualidade, fazendo deste dia um momento para apreciar a dádiva que é ter uma criança para educar e mimar!

 

 

postado energia-a-mais às 09:13

Terça-feira, 23 de Outubro de 2012

 

 

ando mesmo cansada {#emotions_dlg.tired}...tanto que neste domingo, consegui a proeza de me levantar o mais tarde que me lembro, desde que nasceu o Rafa...

 

 

09h30 pasme-se!!! apesar de ter feito uma certa «chantagem» para que tal acontecesse...Subornei o Rafa com a permissão de ir para o PC às 08h00 e deixei o Quico deitar-se comigo, comer na cama e ver o Panda

 

 

aleluia! 

 

bem agora só peço que a energia volte depressa.....{#emotions_dlg.sarcastic} é que o Rafa já anda em testes e o Quico tem de certeza pilhas XXXL que carregam automaticamente todas as manhãs

 

 

 

postado energia-a-mais às 09:09

Sexta-feira, 24 de Agosto de 2012

 

 

(algumas delas absolutamente existenciais)

 

O Quico tem andado muito interrogativo ultimamente, diria até introspectivo algumas vezes...algumas das suas questões mais frequentes são a propósito  dos «insondáveis e misteriosos» caminhos da fé!

 

«mano, quem é mais forte? o Hulk ou Jesus?»

 

diz o Rafa «Jesus, claro!»

 

«Jesus consegue esmagar os prédios? e atirar os camiões pelo ar? e pode mais que o Hulk?!...» aqui resolvo intervir e tentar explicar que a força de Jesus não é bem desse tipo, é uma força que nós sentimos em momentos em que pedimos ajuda e acreditamos nessa força «mas ele consegue matar os maus pois é mamã?»...

 

e uns dias mais tarde, depois de uma explosão de impulsividade do Rafa dentro do carro numa deslocação à praia «mano, olha que Jesus tem armas poderosas, o raio, os trovões e o inferno..» a dúvida é como consegue Jesus usar tantas armas ao mesmo tempo...

 

ou quando passa uma notícia em que se fala de assaltos ou incêndios (temas que o fascinam) ele olha para mim e diz «os maus nunca ganham pois não? porque Jesus é um polícia e ele é muito forte...ele está em todo o lado...»

 

nota-se que ele tem vindo a pensar demoradamente no assunto quando atira com ar sonhador «eu queria ser Jesus!»

 

também faz questões mais específicas sobre as «armas» de Jesus, com especial interesse pelo inferno...que ele considera muito pior do que a cadeia - aliás tem uma teoria para os castigos: os ladrões que só roubam ficam na cadeia. Mas aqueles que são maus, que incendeiam casas, esses vão para o inferno. Só o preocupa o facto de achar que o tal sítio pode ser pequeno para as necessidades, um destes dias perguntou à avó «como cabe lá tanta gente?»

 

e depois existem as questões sobre o inevitável envelhecimento

 

«mamã, quando eu for um senhor assim como o papá...quem brinca com os meus brinquedos?» e eu a disfarçar o riso «bem, se sobrar algum até essa altura, podes dá-los a um filho teu»

O Quico olha-me com ar apreensivo «hummm...meu filho?! e quem tem o filho pra mim mamã? és tu da tua barriga? o papá?» e eu com o meu tom mais sério «não meu amor...quando fores crescido vais ter uma namorada e depois se quiserem vocês têm filhos» e quase não resisto quando ele muito aflito me confidencia em voz baixa «mas...sabes...eu não sei como, percebes? como eu tenho os bebés?...é muito difícil»

 

tanto ou mesmo mais difícil do que a tarefa de se limpar sozinho na casa de banho «mamã quando eu for um senhor podes ser tu a limpar-me o rabo? é que eu acho que não consigo, não vejo atrás...» 

 

Eu acho que o pequeno se preocupa demais...

 

 (post agendado antes do lay-off {#emotions_dlg.blink})

 

postado energia-a-mais às 21:36

Sexta-feira, 03 de Agosto de 2012

 

a imaginação!



Para muitos adultos as férias são o pretexto para se «agarrarem» ao livro que querem mesmo ler...para as crianças é quase sempre o contrário - férias são sinónimo de «deixar os livros para trás das costas». Mas é possível fazer do prazer da leitura uma diversão até para as crianças. Mesmo as que sofrem de PHDA lol!

 

O segredo? a história não pode ser longa, tem de ser divertida, despertar a imaginação e levar à ação! E quem diria que um livro de poesia (para crianças) pode condensar todos estes atributos?

 

Eu já conhecia o autor ALMA LUSITANA (clique no link) pseudónimo de um conterrâneo, cuja obra me foi apresentada pela sua maninha (uma das minhas grandes amigas) a Sandra! desta vez ela levou-me a conhecer esta delícia, editada recentemente pela CHIADO EDITORA (clique no link)

 

 

 


através de maravilhosos personagens conta-se uma história com o tamanho/tempo certo, cheia de diversão (a poesia brinca com as palavras) e que puxa pela imaginação! e como o cenário é uma Cozinha Encantada, logo nos leva à ação! O que acontece numa cozinha? Magia é a resposta!

 

Ora lá fomos inspirados para a cozinha e depois da leitura fizemos uma bela sopa fria, receita da minha infância (que é mais uma espécie de sobremesa) com arroz e banana - um outro prazer que nos refresca o verão!

 

Cá vai a receita:

 

250 gr de arroz (preferência carolino)

100 gr de açúcar (ou mel)

4 iogurtes naturais

 

Coloque o arroz a cozer em líquido suficiente na proporção de duas partes de água para uma de leite. O arroz deve ficar bem cozidinho (vá acrescentando líquido se necessário) mas sequinho. Enquanto ferve deve ir mexendo e juntar o açúcar.

Depois de pronto, retire do lume e deixe arrefecer um pouco. Junte então os iogurtes, mexendo bem, divida por taças e coloque no frigorífico, aguarde pelo menos 4 horas antes de servir.

Na hora de levar à mesa, parta umas rodelas de banana e disponha por cima enfeitando cada tacinha.

 

É uma receita que as crianças podem preparar e que para além de nutritiva é fresca pelo que pode srvir de refeição ligeira após um dia de brincadeiras!

 

 BOAS LEITURAS E BOM PROVEITO!

 

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 09:05

Segunda-feira, 11 de Junho de 2012

 

e se soubesse que vivia ao lado de um? ou que os seus filhos vão à escola numa rua onde vive uma pessoa que já foi condenada por um crime de pedofilia?

 

Saber se o perigo que tantos pais mais receiam pode estar ao lado da porta (aliás quase sempre está, sem que se saiba disso) pode pelo menos ajudar a «preparar» melhor os filhos, alunos, enfim as crianças que frequentam a mesma zona - pode ser uma forma de se ter (ainda) mais cuidado. No entanto, não podemos esquecer que esta ou aquela pessoa só porque já cometeu um crime desse tipo e foi condenado, cumprindo assim o estipulado pela lei, pode ser perseguido ou atacado nos seus direitos fundamentais. E um dos direitos é precisamente o da privacidade, do respeito pela vida íntima.

 

Acho que esta lei, a ser aprovada e implementada, terá de ser muito bem pensada para que não faça colidir os interesses de proteger as nossas crianças de um crime que os marca para toda a vida e o direito que cada um tem (e já que se vai aplicar a quem já pagou à sociedade o crime que cometeu) de recomeçar a sua vida!

 

Acho ainda que isto não é de todo o que mais importa no que diz respeito à pedofilia - para mim seria muito mais importante, permitir que certos mecanismos na lei fossem alterados para que, por exemplo, fosse mais fácil às vítimas provarem que foram violadas. Muitos casos de pedofilia nunca chegam a ser julgados porque as «provas» nunca são fáceis de obter e ao pedófilo é sempre dado o benefício da dúvida (especialmente quando se trata de pessoas da família). Aliás muito pouco casos de pedofilia serão descobertos, tal o receio de que «não vão dar em nada» por ser esse o típico desenlace da nossa justiça. E para muitos, impôr às vítimas todo um rol de perícias, sujeitá-las às mais variadas questões e análises, pode ser inibidor.

 

Aqui, como em muitos dos assuntos mais sérios da sociedade, deveria prevalecer o bom senso - mas esse, sabemos todos, anda camuflado e como não é palpavel, fica ao critério de cada um... 

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 12:56

Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012

 

 

vê-se nestas coisas

 

«Tribunal de Lousada absolve Afonso Dias por falta de provas (Lusa)

O tribunal de Lousada absolveu hoje o arguido Afonso Dias do rapto de Rui Pedro, a criança desaparecida em Lousada a 04 de março de 1998, por falta de provas. Ministério Público vai recorrer da decisão.»

 

Porquê? porque um testemunho de uma prostituta vale nada para os senhores juízes - e se é verdade que uma decisão judicial é tomada por homens e mulheres que para além do suposto conhecimento das leis a aplicar (mesmo que tenham copiado no teste de admissão) se guiam pelo seus prórios juzos de valor herdados também pela sua vivência das coisas, então está mais que visto que a justiça está entregue ao preconceito e à mentalidade tacanha...

 

 

 

postado energia-a-mais às 20:09

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