A Hiperactividade vista à lupa

Quinta-feira, 21 de Novembro de 2013

 

 

 http://www.publico.pt/sociedade/noticia/em-tres-anos-meio-milhao-de-criancas-perdem-abono-de-familia-1613303 

 

É daquelas coisas que faz me saltar a tampa - como se pode falar em incentivos à natalidade, quando na prática é isto que acontece? o nosso país não tem uma política de apoios verdadeiramente centrada na família. Aliás, não existe «política» alguma, tudo se resume a uma mera questão de números, esquecendo-se a essência. Mas mesmo tendo em conta apenas a visão redutora dos números - que raio de apoio é este que o Estado confere? (retirado da página da segurança social)


Montantes do abono de família para crianças e jovens com e sem majoração

 

Rendimento da família

Escalões

Valor do abono por criança ou jovem
Idade igual ou inferior a 12 meses Idade entre os 12 e os 36 meses Idade superior a 36 meses
1 Filho 2 Filhos 3 ou mais Filhos
1.º 140,76 EUR

35,19 EUR

70,38 EUR 105,57 EUR 35,19 EUR
2.º 116,74 EUR 29,19 EUR 58,38 EUR 87,57 EUR 29,19 EUR
3.º 92,29 EUR 26,54 EUR 53,08 EUR 79,62 EUR 26,54 EUR

 

 

 

 

 

 

 

Montante adicional

 É um montante de valor igual ao do abono de família para crianças e jovens, a atribuir no mês de setembro, que visa compensar as despesas com encargos escolares, atribuído às crianças e jovens:

  • Com idade compreendida entre os 6 e os 16 anos
  • Que estejam a receber abono de família correspondente ao 1º escalão de rendimentos
  • Se encontrem matriculados em estabelecimento de ensino.

Majoração do abono de família nas famílias monoparentais

Nas famílias monoparentais o montante do abono de família das crianças e jovens é majorado em 20% do valor do subsídio e respetivas majoração e bonificação.

 Chama-se a isto apoio? Eu estou no escalão A (porque estou desempregada lá me atribuíram este escalão) e recebo os tais 70,38€ pelos meus dois filhos. Tendo em conta que cada um ainda come, bebe, tem de andar vestido e precisa de consultas médicas, este apoio serve para o quê exatamente? 

 

Ora como não gosto de falar por falar, ponho aqui como comparação o que se passa no Luxemburgo (porque lá está o pai)

 

A taxa de contribuição para a segurança social é a mesma nos dois países - suportada pelo trabalhador 11% e o restante pelo empregador, num montante total de 32% do valor do salário, repito o igual nos dois países!

 


a) Allocations familiales
- montant pour 1 enfant 185,60
- montant pour 2 enfants 440,72
- montant pour 3 enfants 802,74
- montant pour 4 enfants 1 164,56
- montant pour 5 enfants 1 526,38
Majorations d'âge
- par enfant âgé de 6 - 11 ans 16,17
- par enfant âgé de 12 ans et plus 48,52
Allocation spéciale supplémentaire 185,60
b) Allocation d'éducation - montant plein 100% 485,01
- montant réduit à 50% 242,50
Revenu professionnel pris en compte en cas d’activité des deux parents
- 1 enfant à charge 5 305,62
- 2 enfants à charge 7 074,16
- plus de 2 enfants à charge 8 842,70
c) Allocation de rentrée scolaire (montant par enfant)
- 1 enfant de 6 à 11 ans 113,15
- groupe de 2 enfants 194,02
- groupe de 3 enfants et plus 274,82
- 1 enfant 12 ans et plus 161,67
- groupe de 2 enfants 242,47
- groupe de 3 enfants et plus 323,34

d) Allocation de naissance (3 tranches)
- montant par tranche 580,03
e) Allocation de maternité - maximum 16 semaines
- montant par semaine 194,02
f) Congé parental - indemnité forfaitaire mensuelle
- congé à plein temps 1 778,31
- congé à temps partiel 889,15
g) Boni pour enfant par mois / par enfant 76,88

 

e traduzo - as mesmas minhas duas crianças recebem pelo abono luxemburguês 659.17€. O mesmo rendimento familiar, o mesmo pai, a mesma mãe, as mesmas contribuições - condições absolutamente diferentes!


e depois vem um Mota Soares dizer que a segurança social tem de reduzir os apoios porque deste modo não é sustentável?! Insustentável é esta situação de pobreza em que vivem muitas crianças portuguesas!





postado energia-a-mais às 13:44

Terça-feira, 12 de Novembro de 2013

 

 

enquanto nas escolas públicas portuguesas se passarem coisas como esta, não há classificação coerente ou válida

 

«O Diário do Professor Arnaldo - A fome nas escolas 

Ontem, uma mãe lavada em lágrimas veio ter comigo à porta da escola. 
Que não tinha um tostão em casa, ela e o marido estão desempregados e, até ao fim do mês, tem 2 litros de leite e meia dúzia de batatas para dar aos dois filhos. 
Acontece que o mais velho é meu aluno. Anda no 7.º ano, tem 12 anos mas, pela estrutura física, dir-se-ia que não tem mais de 10. 
Como é óbvio, fiquei chocado. 
Ainda lhe disse que não sou o Director de Turma do miúdo e que não podia fazer nada, a não ser alertar quem de direito, mas ela também não queria nada a não ser desabafar. 
De vez em quando, dão-lhe dois ou três pães na padaria lá da beira, que ela distribui conforme pode para que os miúdos não vão de estômago vazio para a escola. 
Quando está completamente desesperada, como nos últimos dias, ganha coragem e recorre à instituição daqui da vila – oferecem refeições quentes aos mais necessitados. De resto, não conta a ninguém a situação em que vive, nem mesmo aos vizinhos, porque tem vergonha. 
Se existe pobreza envergonhada, aqui está ela em toda a sua plenitude. 
Sabe que pode contar com a escola. 
Os miúdos têm ambos Escalão A, porque o desemprego já se prolonga há mais de um ano (quem quer duas pessoas com 45 anos de idade e habilitações ao nível da 4ª classe?). 
Dão-lhes o pequeno-almoço na escola e dão-lhes o almoço e o lanche. 
O pior é à noite e sobretudo ao fim-de-semana. Quantas vezes aquelas duas crianças foram para a cama com meio copo de leite no estômago, misturado com o sal das suas lágrimas…Sem saber o que dizer, segurei-a pela mão e meti-lhe 10 euros no bolso. 
Começou por recusar, mas aceitou emocionada. 
Despediu-se a chorar, dizendo que tinha vindo ter comigo apenas por causa da mensagem que eu enviara na caderneta. Onde eu dizia, de forma dura, que «o seu educando não está minimamente concentrado nas aulas e, não raras vezes, deita a cabeça no tampo da mesma como se estivesse a dormir».
Aí, já não respondi. Senti-me culpado. Muito culpado por nunca ter reparado nesta situação dramática. 
Mas com 8 turmas e quase 200 alunos, como podia ter reparado? 

É este o Portugal de sucesso dos nossos governantes. 
É este o Portugal dos nossos filhos. 

CIRCULAR PELOS AMIGOS E CONHECIDOS, COMENTAR, BARAFUSTAR, SÃO ACÇÕES QUE NADA PODERÃO FAZER PARA REPOR OS VALORES DESTE PAÍS. É NECESSÁRIO FAZER MAIS... MUITO MAIS!»


via facebook...


e depois vêem falar em disponibilizar para os colégios privados mais 19,4 milhões de euros???? querem financiar amigos gestores dos privados e favorecer a desigualdade em algo tão precioso como a educação, através dos cheques ensino???

A educação não pode ser privada! o direito à educação é um direito fundamental e só pode ser equitativo se for público e gratuito!! como pode haver ainda quem defenda o «direito» à liberdade de escolha quando não partimos em igualdade?

Para mim não havia ensino privado financiado e ponto final! quem quiser filhos nos colégios privados deve simplesmente pagar por essa opção. O investimento do estado na escola deve ser feito sim! mas na escola pública - investimentos nas infraestruturas, quer a nível material quer sobretudo a nível humano! 


Eu tenho dois filhos a estudarem em escolas públicas. Não me deixo abater pelo «sistema» e sempre luto para que tenham o melhor, para que tenham a educação de qualidade que devem ter. Mas com duas crianças portadoras de PHDA essa luta não é pacífica. No entanto estou convicta que a luta existiria de igual modo se eu optasse por os colocar numa escola privada!

Numa entrevista para um colégio privado que dei na altura da matrícula do mais velho no 2º ciclo, tive uma professora à minha frente que me disse «hiperativo? na minha sala a hiperatividade fica à porta, aqui não entram manias» e numa outra a diretora do colégio perguntou-me «mas ele tem notas baixas não é? porque sabe, aqui não temos maus alunos»...o Rafa tem excelentes notas, acima dos 80%, na maioria das disciplinas mais de 90%. Não é isso que me preocupa! quero que ele seja valorizado pelo que é! que o respeitem na sua diferença.

Existem bons e maus professores tanto no privado como no público. Já vi professores empenhados, tão empenhados que conseguem com o mínimo de recuros, fazer resultados máximos! não falo só de notas, falo principalmente de pegar em alunos e transformá-los em excelentes seres humanos. Porque isso sim, deve ser valorizado, muito mais do que ter um «ranking» onde se classificam (com que critérios?) escolas privadas e públicas na mesma tabela, como se classificar fosse uma mera questão de posição....

 

postado energia-a-mais às 11:02

Quarta-feira, 16 de Outubro de 2013

 

 

não, não vou falar de como os cortes disfarçados de OE vão afetar este agregado familiar - até porque com tantos analistas e comentadores cheios de sábios conhecimentos e fundamentadas análises, eu acabaria por ser obrigada a reconhecer que afinal aqui em casa somos ricos, ainda respiramos e o governo deixou de fora dos cortes o ar, pelo menos para 2014!

 

a minha visão do OE apresentado pela primeira vez por Maria Luís é bem mais simplista, sem nenhuma pretensão de analisar o que os portugueses deixam de ter

 

primeiro ponto: a tática de MLA é bem diferente da do ministro anterior - Gaspar adormecia-nos «durante», Albuquerque tentou adormecer-nos nos «preliminares», repararam como foi looooonga a introdução explicativa do OE? tão histórica e dramática? Aposto que no próximo orçamento a ministra nos vai remeter para a época dos descobrimentos e explicar que temos um orçamento tão duro porque naquela altura vivemos acima das nossas possibilidades, gastamos muito com as caravelas que serviam as expedições e os salários desses funcionários públicos eram demasiado altos, por isso os de agora têm de pagar as «favas»!

 

segundo ponto: os gráficos que ilustram este OE são muito mais «in», viram a cor das barrinhas?

 

terceiro ponto: no governo, todas as senhoras usam os serviços da mesma cabeleireira (aliás, acho que todos os membos do governo, usam os mesmos serviços...) repararam no magnífico estilo capilar das senhoras sentadas naquela mesa? 

 

e pronto! é o que me apraz dizer sobre o orçamento de estado / 2014....{#emotions_dlg.sarcastic}

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 11:55

Segunda-feira, 07 de Outubro de 2013

 

Neste país à beira mar plantado, parece que o lema passou a ser, vamos lá cortar...

 

E corta-se...principalmente corta-se em quem sobrevive

 

Mais um pacote de cortes para fazer face às vontades da troika, significa muito provavelmente que vai ser, para muitas famílias mais um golpe na sobrevivência! O olhar esgazeado de Mota Soares, diz muito!

 

Vamos, lixem-nos mais pedaço - a malta sobrevive! (por enquanto)

postado energia-a-mais às 11:46

Quarta-feira, 24 de Julho de 2013

 

 

sai um ministro, entram três  {#emotions_dlg.amazed}

 

não poderia haver remodelação mais profunda do que esta! {#emotions_dlg.evil}

 

 

 

 

 

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 11:44

Sexta-feira, 05 de Julho de 2013

 

 

está todo um país em suspenso enquanto o governo encena episódios de uma verdadeira novela mexicana

 

Insustentável! cada passo do governo para manter as aparências soa a falso. Cada vez mais me convenço que somos governados por um bando de patetas que perderam a razão e se vão entretendo a jogar com o país.

As motivações de cada um parecem surreais. De Portas a Coelho, passando por Cavaco as entranhas dos jogos políticos são reviradas vezes sem conta, num desalinhamento entediante mas perturbador.

Acordamos de manhã e vemos que não há acordo...mas talvez possa haver. Se uma sair o  outro entra e talvez...Mas na hora do almoço nem uma coisa nem outra e pelo meio da tarde mais reuniões mais conversações, enquanto o silêncio oficial impera e os orgãos de comunicação alvitram soluções...

Impossível não ficar baralhados. Uma coisa é certa, nem Passos nem Portas mandam no país, muito menos o Presidente que ao que se julga deve ter uma opinião, mesmo que não seja a mesma por muito tempo (ou talvez nem ele próprio saiba muito bem o que pode opinar...afinal na opinião dele não deve ser competência do Presidente opinar sobre tal assunto...)

 

Entretanto e com a leveza de quem sabe que está impune a tudo (sobretudo pela apatia típica e pela cobardia dos portuguses) lá nos brindam ao fim do dia com uma notícia de que há entendimento: alegrem-se pois os temerosos tugas, agora sim! Sim, o entendimento é sólido (quem sabe cimentado com cuspe e tudo!) e vai durar...até que acabe...

 

«Novos» rostos, «novas» políticas, tudo se promete em nome da solidez, robustez e patetice habitual! agora sim, temos um governo novo! todos ficam satisfeitos pois os «compadrios» e «tachos» são mantidos em nome claro, da honra nacional e da segurança do povo!

 

 

postado energia-a-mais às 21:01

Quinta-feira, 04 de Julho de 2013

 

 

expliquem-me lá isso mas de maneira que eu entenda...

 

e não me venham com a lengalenga de que os mercados bolsistas vão abaixo, de que as taxas de juro disparam, que isto em termos internacionais é o descalabro....blá blá blá. Isso para mim são tretas, sou uma portuguesa comum, desempregada comum, com problemas comuns, cujo único mercado que conheço é o municipal (onde compro frutas e legumes cada vez mais caros e onde vejo cada vez menos bancas...) as taxas de juro não me interessam nada, até porque altas ou baixas, só posso contar com o que me entra ou sai da minha bolsa (a que trago a tiracolo).

Quanto ao ficar mal visto lá fora, para mim é-me indiferente, não são eles que me pagam as contas, já demos muito dinheiro a ganhar a países que se safam com o mal dos outros...

Vítor Gaspar não teve competência para nada a não ser na demissão, Portas devia ter-se demitido logo à partida quando percebeu que era apenas figurante, temos um PR que mostra sinais de demência cada vez que abre a boca, temos um PM que anda a brincar aos governos e que acha que o poder é algo para a vida, agarrado com super-cola3, mesmo que o governo já não exista...

 

portanto vá! quero que me digam exatamente em que tragédia vamos cair se estes (des)governantes que nos deixaram na penúria, com uma larga maioria sem trabalho, sem salários dignos e na incerteza de cada vez mais cortes, forem daqui para fora...e já agora provem em que é que esta política seguida até agora, nos tem benificiado e que sinais vocês conseguem ver de que está a resultar...

 

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 13:51

Terça-feira, 02 de Julho de 2013

 

 

assim numa espécie de «briefing» de estilo governamental (para estar na moda)

 

em on posso dizer-vos que estes últimos dias aqui por casa têm sido particularmente duros...em off posso dizer-vos que já nos andamos a esfolar uns aos outros e até (parte que nunca vão poder reproduzir, porque afirmarei sempre que é mentira ter dito isto...) já andamos tão loucos que até nos deu para bater nos miúdos, coisa que resulta em autênticos combates corpo a corpo... (parte informal em que me pedem esclarecimentos e eu dou) explicação para isso - imaginam um miúdo com PHDA a saber quando deve parar? pois, não imaginam porque com esta patologia eles nunca param! 

 

e pronto, este briefing, tal como deve acontecer, é curto porque diariamente é suposto haver atualizações...portanto talvez venha por cá amanhã (se entretanto não houver nenhuma remodelação) para vos dar conta de pormenores - sendo que depois decido o que vou contar ou não...certo?

 

 

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 09:04

Quinta-feira, 27 de Junho de 2013

 

 

mas geralmente espera-se que afete a vida da maioria das pessoas

 

 

a pergunta «mas uma greve geral resolve os problemas?» é a mais parva que se pode fazer! uma greve é uma forma de contestação única, essencial a quem trabalha e mais ainda para quem está desempregado - é a mais forte pressão social e a que mais obriga a repensar políticas e estratégias. Isso na essência, claro! na pratica sabemos que nem sempre é assim...a não ser quando a greve é bem pensada, quando as pessoas se unem na causa e quando as estruturas sindicais cumprem bem o seu papel (veja-se a greve dos professores). A ideia de que os sindicalistas são um bando de papões a gozar com o erário público vem de quem nunca fez nada pelos outros e não vê para além do seu umbigo. 

 

Sou pela essência! acredito no poder da contestação, na força da greve! e afirmações destas são a prova de que tenho razão:

 

Passos Coelho: “País precisa menos de greves e mais de trabalho” 


só quem se revê nesta política pode concordar. O país precisa é de mudar de governo, precisa de novas políticas e mais emprego. A greve é a capacidade de olhar para a frente e acreditar na mudança. Os portugueses trabalham bem, sentem-se é traídos por quem governa



 


imagem da net




postado energia-a-mais às 10:11

Quarta-feira, 12 de Junho de 2013

 

mais uma vez Nuno Crato mostra como se investe na DESeducação de um país

 

Apesar do Colégio Arbitral ter contrariado a requisição dos serviços mínimos para o dia 17, o governo insiste na realização do exame nesse dia, não desistindo do braço de ferro com os professores. O ministro, numa clara provocação ao estipulado por Lei, elabora um discurso- aliás em linha com o que vem sendo habitual noutras situações - de vitimização, sendo que o Governo é a vítima e os orgãos que protegem os direitos cívicos (como o direito à greve)  são os maus da fita.

 

Ao martelar sempre na mesma tecla, o governo arrisca-se a virar o feitiço contra o feiticeiro. Ninguém é tão parvo assim que considere que um exame não possa ser marcado para uns dias mais tarde, sem haver prejuízo para qualquer das partes. De resto, estando todos na mesma situação por se tratarem de exames nacionais, o argumento de as notas serem conhecidas mais tarde, vai influenciar o quê? será que os pais estão assim tão preocupados com a marcação de férias como insinuou Crato? com a alteração da rotina familiar, devido à alteração da data de um exame?!

 

Angustiante é ver como este governo passa a mensagem do «quero, posso e mando» não respeitando as decisões dos orgãos de soberania. Basta pensar no que se passa com o desrespeito pelo TC e o não cumprimento dos pagamentos dos subsídios de férias.

 

Sobretudo numa área fulcral como a do ensino, este desrespeito é uma falta para com o país e para com todos os cidadãos. Mas já começa a ser um lugar comum ver o governo falhar em áreas fulcrais, certo?



postado energia-a-mais às 09:35

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