A Hiperactividade vista à lupa

Quinta-feira, 30 de Outubro de 2014

contra a falta de sensibilidade de um dos piores ministérios da educação de que tenho memória!

 

e a minha memória anda boa, felizmente - ainda consegue recuar uns valentes anos...

 

Não, melhor dizendo, protesto contra a falta de competência de quem insiste em enxovalhar um ministério que devia ser um dos mais exemplares de qualquer país que se diz desenvolvido. Protesto contra os repetidos e inconsequentes pedidos de desculpa proferidos com ar de arrogância (própria de quem sabe que está protegido contra erros) pelo ministro Crato e seus acompanhantes...

 

Protesto contra a falta de escrúpulos na hora de fazer cortes cegos que tiram o essencial (sim porque a escola é essencial) a miúdos sem alternativa e a famílias que lutam pela dignidade... 

Protesto contra a falta de bom senso que impera quando se fala de escola «inclusiva», quando se olha para as NEE como um fardo que é preciso eliminar da escola e da sociedade...

Protesto contra um país que remete sempre para os «outros» a responsabilidade do que corre mal, como se os «outros» não tivessem rostos, não tivessem nomes, não tivessem culpa...

 

e já agora protesto por ter um filho no 8º ano que continua sem ter aulas de francês, sem aulas de EV e que mesmo diagnosticado com perturbações que afetam o seu desempenho escolar vai ter a mesma avaliação, os mesmos critérios e as mesmas estratégias de ensino de todos os outros ditos «normais»....protesto! 

 

 

 

postado energia-a-mais às 12:24

Quarta-feira, 24 de Julho de 2013

 

 

sai um ministro, entram três  {#emotions_dlg.amazed}

 

não poderia haver remodelação mais profunda do que esta! {#emotions_dlg.evil}

 

 

 

 

 

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 11:44

Quarta-feira, 12 de Junho de 2013

 

mais uma vez Nuno Crato mostra como se investe na DESeducação de um país

 

Apesar do Colégio Arbitral ter contrariado a requisição dos serviços mínimos para o dia 17, o governo insiste na realização do exame nesse dia, não desistindo do braço de ferro com os professores. O ministro, numa clara provocação ao estipulado por Lei, elabora um discurso- aliás em linha com o que vem sendo habitual noutras situações - de vitimização, sendo que o Governo é a vítima e os orgãos que protegem os direitos cívicos (como o direito à greve)  são os maus da fita.

 

Ao martelar sempre na mesma tecla, o governo arrisca-se a virar o feitiço contra o feiticeiro. Ninguém é tão parvo assim que considere que um exame não possa ser marcado para uns dias mais tarde, sem haver prejuízo para qualquer das partes. De resto, estando todos na mesma situação por se tratarem de exames nacionais, o argumento de as notas serem conhecidas mais tarde, vai influenciar o quê? será que os pais estão assim tão preocupados com a marcação de férias como insinuou Crato? com a alteração da rotina familiar, devido à alteração da data de um exame?!

 

Angustiante é ver como este governo passa a mensagem do «quero, posso e mando» não respeitando as decisões dos orgãos de soberania. Basta pensar no que se passa com o desrespeito pelo TC e o não cumprimento dos pagamentos dos subsídios de férias.

 

Sobretudo numa área fulcral como a do ensino, este desrespeito é uma falta para com o país e para com todos os cidadãos. Mas já começa a ser um lugar comum ver o governo falhar em áreas fulcrais, certo?



postado energia-a-mais às 09:35

Segunda-feira, 01 de Outubro de 2012

 

 

e desta vez não vou falar dos meus putos 

 

este país está cada vez menos compreensível ou serei eu que ando a ficar com o motor «gripado»....estas cenas dão cabo de mim

 

um ministro da (des) educação que vai «inaugurar» uma obra - nova escola toda catita - projectada e iniciada pelo governo anterior, muito criticada pelo actual que aliás desinvestiu na educação como se o amanhã não fosse para todos....no meio das cantilenas de boas vindas, uma professora aparentemente alheia ao vendaval de desemprego que assola vários dos seus colegas de profissão, não só elogia o governo como atira um surreal «vocês têm um super ministro, a mim cá chamam-me a super professora» e sorridente afirma «orgulhosa» que tem uma sala com 26 (?) meninos do primeiro ano, que naquela escola não existem problemas de nenhuma espécie, que não há falta de professores...será que vive em marte?! acha normal ter 26 miúdos numa sala?! não questiona?! não sabe ela que o tal super ministro está a mostrar cada vez mais a sua super incompetência, conduzindo o país ao abismo?! acha ela normal fazer festas de «inauguração» num ministério dos que mais cortes vai fazer, precisamente ao contrário do que deveria ser feito para bem de todos os que ainda sonham em tornar Portugal um país onde hajam oportunidades iguais?

 

depois há aquela cena dum clínico responsável pela chamada «comissão de ética» que vem alertar para a necessidade do estado racionar a medicação dos que mais precisam, ou seja dos que pelo tipo de doença de que padecem e que só podem recorrer ao SNS, mais precisam de ser medicados e que lhes sejam dadas todas as condições de modo a manterem a sua dignidade pelo tempo que viverem. «Comissão de ética?» qual ética? então e o exemplo que o homem dá frente às câmaras de TV? «...ai e tal se uma pessoa tem 2 ou 3 dias de vida (?) deve-se pensar muito bem se aquele medicamento (caro) valerá a pena ser administrado...discutindo o assunto com o paciente, médico, cientistas, familiares....» a sério?! quando se chegasse a uma decisão já o paciente tinha morrido...ou não! saberá este sr doutor o quanto são falíveis os prognósticos mesmo em casos considerados irreversíveis (tantos a quem dão dias de vida superam essa sentença e abraçam a vida por anos...) acho isto surreal!

 

e depois de mais uma manif à portuguesa, o país vive ouve mais uma «boca» do surreal António Borges....o mesmo que diz que os portugueses ganham muito e que se lhes deve baixar os salários. O mesmo que passou por instituições como o FMI, cuja competência é tão discutível e que ao que parece ninguém sabe que funções desempenhou no banco por onde passou...ora acha o homem que os empresários portugueses que discordaram da alteração na TSU são ignorantes...pois! e vai dizer isso em público perante uma plateia de empresários de outros países, acham isto normal de um consultor do governo?!

 

e eu a pensar que só cá por casa existiam cenas maradas!



postado energia-a-mais às 09:05

Sexta-feira, 08 de Junho de 2012

 

 

«Os pais dos alunos faltosos podem ser punidos com coimas que podem ir dos 13 aos 79 euros, em valores em vigor neste ano lectivo, prevê o Estatuto do Aluno hoje enviado pelo Governo à Assembleia da República.

No documento, estabelece-se que os pais ou encarregados de educação assumem a responsabilidade se os seus filhos faltarem sem justificação às aulas, se não forem à escola quando são chamados ou se os filhos ou educandos faltem às actividades de recuperação - determinadas pela escola quando se ultrapassa o limite de faltas - ou actividades comunitárias ordenadas como medidas disciplinares.

Nesses casos, o estatuto prevê que «o incumprimento consciente e reiterado» desses deveres de responsabilidade é uma contra-ordenação punível com uma coima.

Os valores das coimas são calculados em função do seu ano de escolaridade e correspondem ao «valor máximo estabelecido para os alunos do escalão B do ano ou ciclo de escolaridade frequentado pelo educando em causa para aquisição de manuais escolares».

De acordo com as tabelas de acção social para o ano lectivo em curso, esse valor é, no primeiro ciclo do ensino básico, de 13,30 euros no 1º e 2º anos e de 16,40 no 3º e 4º anos.

No 2º ciclo do básico esses valores sobem para 56,30 euros no 5º ano e 51,20 euros no 6º.

Com base nestas tabelas, o valor de uma coima aplicada aos pais de um aluno do 7º ano pode chegar aos 79,30 euros e aos 71,60 euros no caso de alunos do 8º e 9º ano.

Quanto ao ensino secundário, a coima pode atingir os 68,10 euros.

Nos casos em que os pais ou encarregados de educação sejam responsabilizados pelo comportamento faltoso de mais do que um aluno, o valor máximo da coima por cada um dos estudantes é do escalão B do 3º ciclo do básico.

Tratando-se de pais cujos filhos recebem já apoios de acção social, em vez de coimas pode ser determinada a privação desses apoios ou a sua restituição.

Quando os pais não cumprem com os seus deveres, o estatuto obriga as escolas a comunicar às comissões de protecção de crianças e jovens competentes ou ao Ministério Público e poderão ter que frequentar «programas de educação parental» ou enfrentar intervenções «relacionadas com o desempenho do exercício do poder paternal».

Se se tratar de uma família que recebe apoios sociais estatais, o incumprimento dos deveres para com a escola é comunicado às entidades que lhes dão esses apoios para que esta reavalie os que se destinam a apoiar a frequência da escola.»

 

retirado da página net do SOL 

 

Pronto! se o Gaspar descobre o meu filho, nunca mais o larga...nos últimos dias, faltas por comportamento perturbador e por falta de material, por prejudicar o funcionamento da aula, etc, etc, apanhou umas quantas...logo o meu Rafa é um filão de ouro para o cofre do estado!!

a sério, quando penso que este ministro da educação não pode surpreender mais, ele lá consegue desencantar uma nova ideia na sua tentativa de levar à criação de uma elite (com os filhos dos amigos, dos amigos destes e de mais uns quantos endinheirados) nas escolas públicas!

 

postado energia-a-mais às 08:50

Quarta-feira, 30 de Maio de 2012

 

 

Ter um miúdo com PHDA a ouvir conversas sobre espiões dá nisto

 

O Rafa estava na sala connosco, saltitando e vendo se conseguia ligar o PC da avó quando eu e o meu pai comentavamos sobre o caso das «secretas» e dos espiões portugueses. Como sempre, ele ouve mas apenas «seleciona» pedaços da conversa que lhe despertem mais a atenção (umas das consequências da PHDA é não conseguir ficar atento por muito tempo) e processa a informação à sua maneira. Além disso, ele intrepreta as coisas de modo literal...

 

Algures na conversa, mencionamos a impressão de que todo este caso não vai dar em nada e que no máximo se arranjará um «bode expiatório» que sirva para arcar com as responsabilidades...ora, já em nossa casa, nas loucas brincadeiras com o mano (que implicam sempre correrias, brigas, lutas de wrestling, ninjas e cenas maradas de espionagem à bisa) o Rafa teve esta conversa com o Quico

 

Juro que adoraria ter conseguido um gravador a tempo para registar esta mas apesar de ainda ter tentado ligar essa opção na máquina digital, não tinha pilhas

 

Quico «vamos brincar mano?»

 

Rafa «ok! olha pode ser aos ninjas...»

 

Quico «não, não, já sei - aos espiões mano!»

 

Rafa «boa! olha sabes que em portugal há um bode que espia?» 

 

Quico «quê?? o que é um bode mano?»

 

Rafa «é parecido com uma cabra. Os espiões mandaram o bode espiar...»

 

Quico «mas como é que espia mano? o bode tá disfarçado?»

 

Rafa «se calhar instalaram-lhe uma câmara para poderem ver coisas...e até mesmo um microfone minúsculo...»

 

Quico «também quero ser bode mano, posso ser eu?»

 

imagem tirada da net

 

e lá foram eles brincar aos espiões encantados por terem resolvido o mistério das secretas «tugas»! e andamos nós a querer ouvir o Relvas quando afinal bastava encontrar o bode e tirar-lhe a câmara!

 

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 09:08

Sexta-feira, 13 de Janeiro de 2012

 

 

diz o Rafa que agora para ajudar a economia do país, devemos comer um milhão de pasteis de nata {#emotions_dlg.lol} Só ainda não percebeu se só os portugueses devem comer o tal milhão de pasteis ou se é para os estrangeiros comerem...porque pensa ele, o pastel agora vai ser da Humanidade....mais ou menos como o fado

 

Ele e o avô discutiam a questão ao jantar. O avô tentava explicar porque razão o exemplo do ministro não foi muito feliz mas o Rafa apenas conseguiu reter a parte do milhão de pasteis - da conversa veio também a questão da responsabilidade dos políticos naquilo que dizem. Na escola do Rafa andam em campanha para a eleição de nova associação de estudantes. A avó perguntou-lhe se ele já sabia em quem ia votar...ele respondeu que não iria votar em ninguém, só queria mesmo era as coisas que davam - como os lápis, blocos, etc...

 

Concluiu que se algum grupo (lista candidata) lhe desse um pastel de nata, isso seria mesmo bom - mas não o suficiente para o fazer votar! 

 

imagem tirada da net

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 09:07

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