A Hiperactividade vista à lupa

Quarta-feira, 20 de Novembro de 2013

 

mete-me imensa confusão...na verdade esqueçamos o políticamente correto, isto mete-me é nojo!

 

 

Jornal de Notícias 

 

 

 

gostava de ver os portugueses unidos em torno de um símbolo, de um país, não de um homem! seja ele quem for, não passa de um homem! e já vimos que esse que hoje «endeusam» já falhou muitas vezes, como é normal aliás, exatamente porque é um ser humano. Tem falhas, erros e muitos dias maus, como qualquer um de nós. 

 

Quando se trata de levar o nome de um país, seja para que tipo de representação for, quando falamos de Seleção, não podemos reduzir toda uma equipa a um único representante. A única maneira de uma equipa ser reconhecida como tal é existir como conjunto e não como soma de individualidades - mas talvez o futebol seja diferente, sei lá eu! afinal parece que o povo está reconhecido a um único jogador e basta! são ideias...

 

Eu cá tenho a minha! e continuo a achar que Portugal é muito mais do que Ronaldo! e já agora, lembrem-se que das últimas vezes que alguém se recusou a «endeusar» um jogador em detrimento da Seleção (por acaso o homem nem é português) e nos fez ver Portugal como Nação, em torno de um símbolo - a bandeira nacional - Portugal conseguiu a melhor prestação de sempre numa competição tão importante a nível internacional!

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 10:24

Segunda-feira, 10 de Junho de 2013

 

 

 

 

Acho que está tudo dito!!!




postado energia-a-mais às 10:04

Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2013

 

 

que nem câmara tem porque teve de a vender...num portugal onde ser jovem, ter muito talento e vontade de trabalhar não é sinonimo de ter trabalho, de ter oportunidades

 

 

 

Foto de Daniel Rodrigues (foto D.R.)  

foto de Daniel Rodrigues premiada pelo WPP

 

 

continuamos a não ter a noção de que temos uma geração bem preparada e com conhecimentos mais do que suficientes para competir entre os melhores! 

 

 

...e é essa geração que o governo quer mandar para fora do país, para que enriqueçam os outros com as suas competências, em vez de trabalhar cá por um portugal melhor!?!

 

 

postado energia-a-mais às 21:21

Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2013

 

 

que é um bom gestor porque para conseguir pagar a dívida, foi para os mercados contrair mais dívida {#emotions_dlg.sidemouth}

 

não há uns senhores da DECO que dizem que é precisamente isso que NUNCA se deve fazer pois leva a um sobreendividamento? e eles não podiam avisar o governo a tempo?!

 

 

 

 será só a mim que isto faz confusão? {#emotions_dlg.confused} irra!

postado energia-a-mais às 22:13

Sexta-feira, 30 de Novembro de 2012

 

e menos «choninhas» (nem sei se o termo existe ou se é escrito desta forma mas no norte, pelo menos na minha zona é ponto assente que quem se deixa ficar - é choninhas!)

 

 

e a verdade é que quando o governo acaba de aprovar o orçamento mais duro (e mais estúpido) da história do país, quando P. Coelho ainda vem dizer com aquele ar de «choninhas» que tem de fazer mais cortes e que vai cortar na educação porque tem margem para o fazer até porque acha que devem ser os contribuintes a pagar se não quiserem ser analfabetos, do que é que a maioria dos portugueses fala? do bónus da tolerância de ponto no Natal...na opinião de muitos, «ainda bem» que o governo «dá» essa prenda... 

 

É por isso que gosto dos estivadores pá! não se deixam «enganar» com engodos destes, tipo presentes envenenados. Além do que, digam o que disserem, estes homens dos portos são determinados e isso é o que mais falta faz ao país - determinação! (não confundir com a obsessão do 1º ministro)

Também não entendo o rol de críticas que lhes fazem. Isso de dizerem que ganham mais do que a média nacional (de gritos! até parece que a média nacional é o ordenado do CR!) ou de que eles estão a prejudicar o país, fazendo parar as exportações (! como se não houvessem empresas a fechar todos os dias!). Mas o melhor é dizerem que são tipos sem cultura nenhuma, um bando de arruaceiros...porque fazem GREVE (que é só o direito número um de quem trabalha).

 

Pois eu acho que a luta deles faz todo o sentido. Admiro a força que demonstram e a união que transparece nas suas decisões. E acho que deviamos ser todos mais «estivadores». Porque se continuarmos a engolir e calar, daqui a pouco teremos um imposto sobre o ar que respiramos - Choninhas!

 

postado energia-a-mais às 09:12

Quinta-feira, 15 de Novembro de 2012

 

 

é a mais indigna das condições

 

Em dia de greve geral veio-me isto à cabeça - muitos não fizeram greve porque não quiseram perder um dia de salário, outros porque não se podem dar a  esse «luxo», outros porque não concordam com a ideia de greve, política ou ideologicamente, mas muitos não aderiram pura e simplesmente por subserviência...porque isto de mentalidades custa a mudar, muitos viveram com medo e continuam a tê-lo, muitos nunca se libertaram da condição de subserviência em qe aprenderam a viver durante mais de 40 anos de ditadura e são os que encolhem os ombros e resignadamente dizem que «não vale a pena». Subservientes ao «sistema». Mas depois há outras coisas...

 

Eu cá acho que os portugueses têm um grande defeito. Confundem, na sua larga maioria, humildade com subserviência. Para os portugueses nunca vale a pena fazer «barulho», estamos habituados a «comer e calar» (aliás frase que muitos pais ainda hoje repetem à mesa e em muitas ocasiões). Daí que para muitos, sempre que se diz que este governo nos está a afundar, todos concordam, no entanto dizem logo «mas os outros são iguais» e quando se vai a votos «fica tudo na mesma». Será por isso que «fado» nem sequer tem tradução fiel noutra língua? fado nosso, destino que não se muda...afinal é o nosso fado!

 

Há uns dias, nessa típica mania de achar que estamos a ser humildes, quando afinal estamos a ser servis, um casal de ex-emigrantes na alemanha dizia com muita convicção que para «portugueses trabalhadores e honestos há trabalho lá. Quem for humilde e trabalhador não tem problemas com os alemães. Eles não distinguem, dão trabalho igual!» terão percebido esses nossos conterrâneos que os alemães dão trabalho igual mas salários diferentes? terão entendido que ser «humilde» é diferente de aceitar tudo com ar de quem está muito agradecido, tão agradecido que faz, sem questionar, tudo o que lhe mandam, sempre com muito boa disposição e sem «respingar» ou exigir seja o que for? É que disso realmente os alemães gostam! na verdade, gostam todos!

 

Ser humilde é saber reconhecer as suas fraquezas mas também as suas capacidades. É ter respeito pelos outros para ser respeitado. E saber exigir quando sabe que dá o seu melhor. Já a subserviência é bem diferente...e os portugueses são assim

 

De notar que considero que existem diferentes tipos de subserviência. A que alguns praticam conscientemente por motivos mesquinhos e interesseiros é para mim, degradante.

 

A subserviência de Passos Coelho, enoja-me. A de Cavaco, revolta-me. A do povo, essa...entristece-me {#emotions_dlg.tired}

 

postado energia-a-mais às 09:07

Segunda-feira, 12 de Novembro de 2012

 

os meus miúdos vão crescer de modo diferente do meu...

 

enquanto os meus pais me incutiram o sentimento da recompensa do trabalho, a esperança numa educação melhor e uma vida futura com mais bases, eu olhava o mundo com avidez, fazendo parte dos que mesmo longe vibravam com acontecimentos únicos, como a queda do muro de berlim, o nascer de uma nova europa...E achava que valia a pena!

 

agora os miúdos crescem a ver a família separada, a verem pais com excelentes habilitações académicas e bons percursos profissionais ficarem sem emprego, a terem de mudar para casa dos avós para os pais emigrarem, a irem para a escola sem saber se o poderão continuar a fazer no amanhã, sem saberem se valerá a pena!

 

Estes miúdos, crescem a ouvir as palavras «crise», «austeridade», «sufoco», «desespero», «dúvidas»...e isso trará consequências que ninguém deveria ignorar...

 

Sinto-me de coração partido por os meus filhos fazerem também parte desta geração sem perspectivas. Uma geração a quem convidam a sair do país onde nasceram, que saem com rótulo por serem «portugueses à rasca», que trabalham por pouco salário porque no país deles está ainda pior...que se sentem obrigados a aceitar tudo...mesmo sabendo que mereciam muito mais!

 

No meio desta minha obstinada resistência a ceder à tristeza, vejo com alguma admiração um vídeo que supostamente serviria para mostrar aos alemães que os portugueses afinal são bem diferentes do que eles (alemães) pensam. Não entendo a razão do vídeo. Marcelo parece estar a fazer propaganda de guerra...será?! {#emotions_dlg.evil} 

 

Também nos animamos cá em casa com a vinda da «senhora que manda no Passos Coelho» como diz o Quico, sobretudo a fantasiar como seria interessante se os meus «terroristas» conseguissem chegar até ela. Garanto que nem a melhor polícia do mundo, nem as mais apertadas medidas de segurança seriam suficientes para impedir que em dois minutos apenas, ela fosse trucidada pela energia dos meus rapazes...

 

sim porque aqui há imaginação sem austeridade!

 

postado energia-a-mais às 09:12

Segunda-feira, 17 de Setembro de 2012

 

à qual se juntou com grande entusiasmo, gritando a palavra que mais lhe ficou no ouvido «gatunos»

 

diz hoje o Quico ao ver as imagens na TV

 

«então mãe, conseguimos? o Jesus já mandou o Passos para o Inferno?» {#emotions_dlg.lol} disse-lhe eu «não meu filho mas está quase!» {#emotions_dlg.evil}

 

 

 

(este post faz mais sentido após a leitura deste outro http://energia-a-mais.blogs.sapo.pt/204756.html)

 

 

postado energia-a-mais às 09:18

Domingo, 09 de Setembro de 2012

 

(o tal que é amigo, sabem qual é?)

 

pois eu gostava de te dizer Pedro, permites que te trate assim, afinal eu também sou uma cidadã, mãe e preocupada com o futuro dos filhos - que por vezes as histórias não acabam com um happy end. No nosso país que tu tão habilmente conduzes ao abismo, nasceram e viveram gloriosos personagens. Foram reis conquistadores, bravos homens de mar e terra, construíram riquezas, deram mundo ao Mundo! Abraçaram lutas  e dignificaram o nome de Portugal.

Tivemos momentos em que alguns se tentaram apoderar da alma da gente - mas rápidamente as Gentes se uniram e deram novo fôlego à História. Porque, sabes Pedro, estas gentes podem parecer lamechas, piegas e até histéricas mas sabem como nenhum outro povo, enfrentar as adversidades e dar a volta por cima!

Eu, cidadã deste país, mãe de dois que estão agora no início das suas vidas, sei que tu até te podes dar ao luxo de falar em «adversidades», pois nunca tiveste nenhuma para ultrapassar, podes falar em «sacrifícios», pois que nunca terás de os fazer, podes falar de desemprego, até porque nunca tiveste de procurar trabalho, mas nunca saberás o que é dar a volta por cima - não serás tu a escrever o capítulo final. Esse, está reservado aos Heróis deste país, aqueles que como o pai dos meus filhos, enfrenta a adversidade do desemprego e faz o sacrifício de se separar da família para minorar os efeitos desta afronta que tu lideras, como chefe de governo.

Será escrito por quem tem de mandar os filhos estudar numa escola pública que tu teimas em destruir, onde leccionam professores que tu humilhas diariamente ao retirar dignidade a uma das mais belas profissões que existe. Será escrito por quem tem de recorrer a um serviço nacional de saúde, que de tão «doente» que está não pode socorrer ninguém e não será o alívio necessário dos que mais dele precisam. Será escrito por quem tem de passar horas à frente da porta de um IEFP para que lhe seja dada uma «migalha» chamada subsídio de desemprego. Será escrito por todos os que perdem um salário do seu trabalho (já tão miseravelmente pago que não chega aos 500€) e que ainda vão ter de pagar para trabalhar. Será escrito pelos que deram anos da sua vida e do seu trabalho e que agora em idade de reforma, se vêem cada vez com menos, quando seria de esperar que tivessem assegurado já o seu direito à velhice tranquila...

Os meus filhos e os dos outros não podem esperar um fim como o que tu estás a impor. E nós não queremos que sejas tu a decidir, porque sabes, Pedro, tu afinal nem isso sabes fazer...Continuas a sacudir a água do capote e a empurrar para os outros (governo anterior e troika) a culpa das «coisas más que tu não gostarias de dizer aos portugueses» - como se fosses apenas o mensageiro e não o que escolheu o caminho, como se não houvesse alternativa. Só que nesta história, existem outros fins possíveis - como nas histórias interactivas, onde podemos ser nós a decidir o final. E eu por exemplo, posso dizer-te um que terá por certo muitos apoiantes - vais ser banido da história, Pedro. E já agora não precisas de agradecer, tá?

 

Teresa

 

 

postado energia-a-mais às 23:30

Terça-feira, 17 de Julho de 2012

 

 

parece que está na moda mostrar aos portugueses que podem ter umas belas férias mesmo ao lado da porta de casa...

 

e o que eu odeio aqueles anúncios ai e tal, os portugueses vão ter as melhores férias de sempre, explorar a praia mais perto e fazer piqueniques ao lado de casa com quem mais gostam....ora! a malta pode andar tesa mas nem todos perderam os miolos! quem diz que ter férias ao lado de casa é mesmo bom só pode morar num hotel junto a uma praia do sul...

 

então há lá coisa mais deprimente do que ter de acordar cedíssimo para preparar a marmita do dia, fazer a malinha térmica (e se se esquece o gelo fora da geladeira na noite anterior?...), acomodar na carripana a tralha toda, passar as filas para chegar o mais rápido possível a ver se arranja lugar...para no final do dia fazer tudo novamente, chegar a casa estafados, correr a dar banhos, preparar a janta (que ainda por cima tem de compensar as sandocas com que se andou a encher a barriga durante o dia), passar a ferro, preparar as tralhas para o dia seguinte e recomeçar tudo outra vez?!! (sem contar que se viver no norte, no máximo deve ter tido um belo dia de vento, a tentar afastar a areia dos olhos e a enregelar os ossos se se atreveu a ir molhar o pezinho...)

 

além do mais, fazer férias ao lado de casa é ver os mesmos vizinhos todos os dias, ter de aturar a famelga que mora perto, continuar a discutir pelo comando da TV quando se chega a casa, ter de nadar sempre a olhar para o relógio porque há coisas mesmo ao lado para fazer....

 

e depois, meus amigos há coisas que simplesmente não combinam - tipo: «férias perto de casa e gastando pouco dinheiro». O que fazemos nós todos os dias do ano? andamos perto de casa e não gastamos muito...

 

podem dizer o que entenderem mas não venham cá apelar a férias da treta por favor! mais vale logo dizerem que este ano os portugueses não precisam de férias porque a maior parte está desempregada {#emotions_dlg.brrrpt}

 

 

(o meu humor está do melhor, nota-se muito?)

 

postado energia-a-mais às 08:33

mais sobre mim
que querem saber?
 
Fevereiro 2016
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4
5
6

7
8
9
11
12
13

14
15
16
17
18
19
20

21
23
24
25
27

28
29


disseram agora
Gostaria de saber se conseguiu resultados com este...
Eu recebi pela primeira vez o abono no final do mê...
Boa tarde ,Inscrevi na semana passada a minha filh...
Obrigada. Espero conseguir. Bjs
Deve receber de facto agora em Janeiro os valores ...
Eu em Julho de facto recebi a 27 no entanto apenas...
Olá Marlene, o abono semestral (se a mãe tiver ren...
Boa tarde. O dr. Luís dá consultas em braga, aveir...
Boa tarde, é possível dizer-me onde dá consulta o ...
Olá,Desculpe intrometer-me mas será que me podia f...
links
Passam por cá - desde 18/11/09
Os que me visitam
Passam por cá - desde 18/11/09

blogs SAPO


Universidade de Aveiro