A Hiperactividade vista à lupa

Sexta-feira, 06 de Agosto de 2010

 

....voltamos a «banhos», arriscando nova ida à praia!

 

e desta vez não resisto a fazer o registo mais fiel do que significa, por estas bandas (leia-se cá por casa), levar os miúdos «a ver o mar»

 

 

Depois de uma noite em claro, em que a barriga do Rafa começou a «apertar» e não o deixou adormecer antes das 5h30 e do Quico ter despertado com as galinhas que não se ouvem aqui mas que acordam às 6h00, enfrentamos o inferno de os colocar no carro e de os fazer ficar lá dentro...

 

foram 30 minutos de pura adrenalina, com gritos e muita dança louca, inventada pelos dois quando estão eufóricos com alguma coisa

 

Arrancamos cumprindo apenas as regras «mínimas» de segurança - eles iam sentados....

 

Após uma viagem atribulada, em que ficamos a saber que o Rafa consegue manter os olhos abertos mesmo com o vento a dar-lhe em plena cara (isto porque ía com ela fora da janela) e em que o Quico conseguiu iludir a vigilância por duas vezes e por duas vezes foram parar à estrada uns bonequinhos que andavam pelo carro, a euforia transladou-se para Espinho, onde mais uma vez se fazia sentir muito o vento, a bandeira estava amarela e logo a seguir, vermelha e onde para estacionar perto da praia nem foi muito difícil (sinal de que os veraneantes são menos do que em outros anos...seja ou não por causa da crise!)

 

Mal nos instalamos, munidos de barraca alugada na praia, pára-vento, guarda sol, tenda do Ben 10, dois sacos de toalhas, uma malinha com mantimentos, saco térmico com bebidas e resmas de brinquedos, começou a verdadeira aventura

 

 

entreter a criançada, passo a explicar

 

primeira birra - Quico: ida à água, muito muito desejada mas quase impossível dado o frio e ondas enormes....grande, grande birra - areia na boca, nos ouvidos e noutras partes - dele e dos outros....

 

Segunda birra (escassos segundos após a primeira) - Rafa: compra de (mais uma) bola, muito muito desejada mas considerada inútil, dado que já existiam várias para várias modalidades dentro dos sacos que levamos - aquela era «especial» apenas para ele, claro, pois sempre que vê alguma coisa torna-se imprescindível tê-la...

 

terceira birra - Rafa: jogar raquetes, primeiro com o avô (que ainda montava o pára-vento) depois com a avó que trocava a camisola, depois comigo, nunca, nunca com o mano porque «ele manda a bola muito longe»...

 

quarta birra encadeada com a anterior - Quico: porque o mano não joga com ele...

 

quinta birra encadeada com todas as outras - Rafa: porque estavamos na praia à uma hora (na verdade seriam 20 minutos) e ainda não tinha comido nada, estava a «morrer» de fome, aliás estava a «arder» de fome!

 

sexta, sétima e oitava - dos dois: por causa da água(mar)...que continuava fria  e agitada

 

nona, décima e por aí adiante - dos dois: por causa de uns carrinhos de pedais ( a sós ou em grupo) que queriam à força conduzir pela praia (mas que só podiam usar na calçada ao longo desta)

 

Nós desdobramos atenções entre eles, tentando minimizar potenciais riscos pra os outros utilizadores do areal (que não estava muito concorrido, embor com muitas crianças à volta, nenhuma no entanto, em nada semalhante aos meus...coisa que me alegrou bastante pois imaginei a sensação de alívio daqueles pais que conseguiram estender as toalhas, conseguiram ler revistas e livros e até alguns, fechar as pestanas, enquanto os seus petizes brincavam com baldes e pás, bolas ou carrinhos de areia...)

 

Eu, fartei-me de jogar raquetes - descrição de um jogo com o Rafa: eu mando a bola e ele olha para o ar, distrai-se com um papagaio de papel e deixa a bola passar, depois vai buscar a bola e distrai-se com uns miúdos a jogarem volei, volta a concentrar-se «agora é que é mãe» mas decide que não quer jogar...mas quando estamos a ir em direcção às toalhas, já quer novamente e lá vamos nós outra vez...e outra vez...e outra vez....

 

Ainda andaram nos tais carrinhos, ora gritando um, ora gritando outro...ainda fizeram umas quantas tentativas de molharem os pés (água muito mas muito fria) comeram várias vezes, beberam mais ainda, comeram areia, sujaram-se de gelado, estrafagaram um pequeno papagaio de papel (oferta da Olá na compra de um corneto) e deram cabo dos nervitos de todos...

 

Frase mais repetida pelo Rafa (a cada 5 segundos): «Quio, pára!!!!!!», ou na variante «Quico, larga!!!!»

 

Frase do Quico «Avôooooo!!!»

 

Pronto, está explicado porque é que arriscamos quando os levamos à praia? e chegando a casa, toda partida, ainda tenho de lutar para os meter no banho (este, o da banheira, já não é apelativo!) e argumentar que não, não podemos ir lá abaixo andar de bicicleta ou de skate, patins ou bola.....depois do jantar!

 

acreditem ou não, não há praia que os canse!

 

 

postado energia-a-mais às 07:43

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