A Hiperactividade vista à lupa

Sexta-feira, 03 de Setembro de 2010

 

 

o que dizer a uma mãe que já tentou o suicídio duas vezes no último mês por causa do comportamento de uma filha?

 

è que eu não sei como encarar isto.... a não ser com uma grande tristeza!

 

Não vou aqui tornar esta história pública (não tenho esse direito!) mas menciono o assunto pela pertinência para este blog! Existem muitos pais (mães) que entram em desespero total porque não aceitam, não entendem ou simplesmente não sabem lidar com este distúrbio...(ainda ontem troquei um mail com uma pessoa em que abordamos isso mesmo...)

 

Vieram ter directamente comigo e pediram-me para falar com esta mãe, a filha tem 15 anos, está diagnosticada mas nunca fez medicação (apenas uma vez, ao que entendi e através do psiquiatra e nem sei se foi ou não para a hiperactividade). O casamento destes pais está em fase de ruptura, atribuída à jovem - imaginem o que isso faz à cabeça dela!!

 

Pediram-me para dar à mãe alguns conselhos e também indicar médicos, especialistas para obter outra opinião sobre o problema da filha...

 

Fico perturbada com estas situações - considero todas as partes antes de tecer qualquer comentário, cada caso é um caso, isso assusta!

 

Enfim! Quando se fala em números, estatísticas sobre quantas crianças com PHDA frequentam as escolas portuguesas, era bom que se falassem das histórias, se olhassem os rostos, se ouvissem os familiares...

 

 

postado energia-a-mais às 08:56

De parcifal a 3 de Setembro de 2010 às 09:09
....Acho que o problema aqui são em primeiro lugar o facto de não aceitar o comportamento e eventualmente gostos da filha. Muitas vezes os pais tentar incumbir comportamento , gostos etc aos filhos sem deixar margem para escolha por eles mesmos. Acho que se essa mãe tentasse abordar o assunto com a filha onde mostra logo desde do inicio que é capaz de aceitar certos aspectos da vida dela, a filha pode tornar-se mais receptível ás palavras da mãe e consequentemente melhorar as relações com ela.
Em segundo lugar parece-me que a mãe, devido á este assunto não parece ter mais olhos para mais nada e esquece o mundo que anda a sua volta. Com tantas coisas boas que a vida tem para oferecer, certamente há muitas coisas que podem eventualmente desviar um pouco a atenção daquela mãe de modo que ela acalma, pensa noutras coisas e faz outras coisas para poder perceber que há coisas bem piores no mundo e a volta dela.
É de frisar que estou apenas a dar a minha opinião, como um outsider mas não queria deixar passar este blog sem responder.

De energia-a-mais a 3 de Setembro de 2010 às 10:11
Bom dia. Obrigada pela visita e pelo comentário (ninguém é outsider num blog público!)
Também acho que o factor principal é a aceitação. Mesmo sem a agravante de um problema como a hiperactivdade, existe tensão normal o crescimento dum filho! mas com uma criança/jovem hiperactivo é mesmo muito difícil criar um elo,aceitar um comportamento instável e desajustado requer um esforço adcional a estes pais. E há outra coisa em que concordo, é muito comum nestes casos, as mães (principalmente) viverem muito centradas no problema, algumas não conseguem conciliar outros interesses com a exigência e o desgaste de ter um hipercativo em casa.
Por último, fica o alerta, os pais devem ser acompanhados, não apenas a crianças
Cumprimentos

De FatimaSoares a 3 de Setembro de 2010 às 10:26
Querida Teresa li e fiquei com o meu coração pequenino e apertado. Nem sei se o que vou dizer é uma redonda estupidez mas é o que sinto. Acho que (graças a Deus) as minhas filhas são como todos e os os outros meninos também são como todos apenas com um pouco mais ou menos (quero dizer infelizmente no caso desta menina a mais a hiperactividade no caso do menos em outras crianças menos capacidade pela doença que em alguns casos até faz deles prodígios como o autismo e eu sei que há crianças que são inteligentíssimas ) talvez nós é que não consigamos acompanhá-los. E acompanhá-los emocionalmente, fisicamente e criamos um mundo de desgosto e insatisfação e injustiça com um menino que nos foi dado com "defeito" quando todos os outros vieram "perfeitos". Eu não sei se seria capaz de lidar com a situação, se calhar por ser meu ou minha filha e por o amar e saber que aquele ser não tinha culpa de eu o ter posto no mundo teria de ser capaz. Quanto mais não fosse por isso, mas também compreendo que deve haver fazes que não se aguenta, que se quer fugir, e somos muito cobardes ao pensar na forma mais radical. Aquela mãe está desesperada e eu entendo perfeitamente, mas a criança deve estar a passar um tormento ao saber-se a causa de desarmonia. Se Deus nosso senhor fizesse aquela mãe ver que aquela filha ainda lhe trará muitos sorrisos, muita felicidade talvez suportasse melhor. Se Deus pudesse pôr na cabeça daquela menina que ela é um milagre na vida de alguém. Que há pais que não podem ter filhos de "qualidade alguma" E aquele pai (eles nunca aguentam tanto como nós acho eu) Se pudesse ter força para amar e proteger mãe e filha... Acho que o amor extremo é capaz de unir e ultrapassar dar força, muita força quando o trabalho que nos espera é de titãs. Amiga desculpa o extenso do comentário mas fiquei tão triste que se pudesse fazer alguma coisa faria, mas sou uma ignorante e se calhar nem sei do que falo mesmo. Só que passa por elas. Um grande abraço e um milhão de bjs para ti o Rafa e o Quico e tudo de bom e que Deus ilumine essa família mais os pais que a menina coitada é o fruto do amor que houve um dia. Bfsemana .

De energia-a-mais a 3 de Setembro de 2010 às 12:55
Querida Fátima, obrigada pleo teu comentário!
Cada filho é um sonho para os seus pais, cada pai/mãe cria expectativas! muitas vezes pode ser difícil deixar o sonho de lado, baixar as expectativas...Todos queremos filhos «perfeitos» mas eles não existem! Alguns conseguem lidar com a realidade melhor do que outros. Esta é uma realidade que não é fácil - olhamos e vemos uma criança «normal» que não se adapta ao comportamento convencional! como pais custa entender - não se vê a defciência, portanto muitos nem sequer a aceitam! Em casos extremos (como parece ser este) isso pode levar a momentos de desespero!
Acredito que a mãe possa mudar de atitude, com ajuda certa, com o pai ao lado,com apoio dos mais próximos! encarar com optimismo o futuro da filha, ver mais luz e menos escuridão!
Como dizes e bem, a chave é o Amor!
Berijinhos, de coração para ti e filhotas (quando voltam?)

De Mama Do Rafael a 3 de Setembro de 2010 às 10:50
pois tbm nao saberia o que dizer... ja viste tu contas as tuas peripecias de maneira leve e divertida com 2 rapazes, essa mae com uma rapariga de 15 anos, pensa em suicidio.. enfim.. bjitos

De energia-a-mais a 3 de Setembro de 2010 às 13:01
Amiga, sabes que cada um de nós tem uma maneira própria de lidar com as coisas. Outras se calhar teriam reacção bem diferente da minha, assim que se vissem instaladas na minha vida...depende muito do modo como vemos as coisas, como estamos perante a Vida!
só sei que não posso julgar,
beijinhos muitos,bom fds!

De susana miranda a 3 de Setembro de 2010 às 12:22

Boa tarde Teresa, um dos principais factores é a não aceitação por parte das figuras parentais, infelizmente o que se constata que os números ainda são elevados.

Como mencionas e bem os pais deveriam ser elucidados e esclarecidos sobre o diagnóstico da perturbação da PHDA. Muitos não conseguem lidar com a situação, sentem-se impotentes, para outros é um estigma, preferem omitir dos familiares, amigos e mesmo do contesto académico.
Seria pertinente fomentar mais debates sobre a PHDA e explicar as repercussões.

A questão nesta situação, a mãe da criança tem consciência da situação problemática, não sabe é lidar com a situação. A nível emocional no meu ponto de vista a pessoa não está bem. Possivelmente sente um vazio emocional que não consegue explicar. (também só estou dar minha opinião Teresa).

A mágoa intrínseca, não a deixa viver, tem pensamentos negativos, tudo isto vai desencadear sentimentos e reacções de tristeza, angustia e culpa (infelizmente todo desenrolar situação).

Existem pessoas, que conseguem contornar os obstáculos outras necessitam de ajuda.
Opinar é fácil… quem passa pelas situações e vive o quotidiano a realidade é outra.

Beijinhos e bom-fim-semana.






De energia-a-mais a 3 de Setembro de 2010 às 13:08
Querida Susana! Este caso é bem complicado (soube entretanto a menina tem várias patologias diagnosticadas - mais ou menos como Rafa)
Tu bem sabes da falta de apoio aos pais/familiares, já falamos disso muitas vezes! E tens razão, muitas vezes nem se fala do assunto, omite-se a todos o que se passa!
Beijinhoss muitos

De luadoceu a 3 de Setembro de 2010 às 14:53
Amiga
Naos ei de toda a historia,ouvi e li por alto
Mas vou so fazer se me permites tecer comentarios ao que escreveste agora
Gerir uma casa,familia e filhos,ja e por si so complicado e ha quem nao queira e nao o sabe fazer
Nao posso julgar ninguem, porque cada um sabe o porque dos actos, acçoes que comete e cada um aje consoante o que se tornou (nao o que se nasceu,porque a pessoa transforma se com a vivencia e experiencia pp e dos outros), mas mesmo opinando acho que essa mãe não conseguiu aguentar a situação familiar que vive e sucedeu o que sucedeu, nao deve ter(pode n ter) estrutura psicologica sufiente para aguentar.
Nãos e justifica?Não.Quem perde são os filhos,que ficam sem mãe e vão parar,se pararema uma instituiçao que os acolha, mas será bem mais tratado que no seio familiar?

Amiga,continua a ser como és...e orgulha te disso.Quem te pedir ajuda,ajuda,és uma mais valia de experiencia e maturidade

Bijinhos e mta saude p cuidar dos teus filhos

De energia-a-mais a 3 de Setembro de 2010 às 20:34
Não é nada fácil amiga! Bem sei que muitas vezes, até sem este tipo de pressão, existe quem se deixe vencer pelo desânimo...Nas famílias em que uma criança ou mais, é diagnosticada com uma doença mental, a coesão, a união total torna-se absolutamente necessaria. Só que quando se vive em stress permanente, quando os pais notam que uma das partes é mais «fraca» mais frágil, cai-se facilmente no acusar, no culpar essa parte...Eu percebo o desamparo dessa mãe - se podera eu chegar a esse limite? não sei...aprendi com o «problema» do Rafa que não devemos nunca achar que temos certezas!
Muitos beijinhos, Lua, obrigada por sempre teres uma palavra de carinho! que tenhas também muita força sempre para cuidar da tua princesa!

De C. a 3 de Setembro de 2010 às 14:55
Bom a hiperactividade é um problema, e como dizes cada caso é um caso. Suicídio é para mim como cobardia . perdoem-me... pois posso um dia ser cobarde, não nego pois não sei o dia de amanhã.Mas suicídio??? Cada um é como é,eu sei que é difícil aceitarmos certas coisas dos nossos filhos. Muitas vezes dou por mim a não respeitar por exemplo o gosto da minha filha, mas rapidamente lhe digo que ela tem razão ( ela tem 5 anos) pois ao fim ao cabo é apenas uma roupa que EU acho que não fica bem , e se ela se sente bem com flores e quadrados à mistura TUDO BEM. As adolescentes de 15 anos e sem "problemas" já dão o seu trabalho. Têm as suas ideias que por norma NÃO vão de encontro às expectativas dos pais, não imagino como será quando têm distúrbios. Mas continuo a bater na mesma tecla...suicídio? Tanta infelicidade pode provocar essa vontade de acabar com a própria vida? Não entendo,e espero nunca passar pelo desespero dessa mulher.

Desejo-te força , e se queres um concelho...deveriam indicar um psiquiatra para ajudar essa mãe a superar o problema pois suicício não é opção nem solução, é COBARDIA!

Desculpa se sou "fria" por chamar cobarde, mas para mim a vida é muito importante. Muita gente morre e queria estar viva, e outros limitam-se a fugir da vida que têm, entregando tudo à morte.

Beijos, e desculpa se o texto é grande.

De energia-a-mais a 3 de Setembro de 2010 às 20:47
Olha, nem de propósito, este post, logo ao que comentei no teu blog! esta situação é tão extrema, nunca lidei com um caso próximo mas também como tu, sempre vi no suicídio uma cobardia...Mas, acho que neste caso, embora só tenha ainda falado com a cunhada da senhora, ela estava a gritar por ajuda! Uma pessoa muito reservada que sempre viveu a doença da filha entre as paredes da casa, sentiu que estava sem controlo algum, que não via qualquer saída...o marido também não está a ajudar...Concordo por inteiro com o teu ultimo parágrafo! mas infelizmente as voltas da vida fazem-nos tomar atitudes que julgavamos nunca tomar...O que sei é que deve ser terrível para aquela filha!
Beijinhos muitos

De Cindy a 3 de Setembro de 2010 às 15:27
Olá Teresa.
Estás numa situação complicada e a meu ver a melhor maneira de abordar isto é falar de Amor. Do que o Amor consegue fazer. Haja vontade para amar e ser amada que tudo se consegue.
Consegues desenvolver a partir daí, porque sabes, melhor que ninguém, que o Amor faz milagres.
Fazer sentir a essa mulher que há soluções, que há tratamentos, que há pessoas que a apoiam, que ela não está sozinha.
Boa sorte. Um beijo no coração.

De energia-a-mais a 3 de Setembro de 2010 às 20:52
Olá Cindy! tens razão só o Amor pode salvar um situação destas! Como dizes e muito bem, existem apoios, tratamentos, principalmente existe quem viva casos idênticos e possa partilhar essa experiência! Esta família não está só e a prova é que alguém se interessou e deu um primeiro passo - será suficiente? espero que sim, que traga alento e uma nova visão, que obrigue a avançar!
beijos muitos, querida!

De flordemiosotis a 3 de Setembro de 2010 às 16:27
Ainda há dias, em posts que por aqui andam, se falava da importância de uma boa estrutura familiar para as crianças, sobretudo para estas. Regras claras e firmes, que não oscilam apesar das "cenas quotidianas" e muito amor parece ser o segredo para dar a estas crianças a estabilidade emocional de que elas precisam, mas, para isso, os pais têm necessariamente de estar bem com eles mesmos, de ter força e determinação (mesmo que levantem algumas dúvidas interiormente), de ter apoio -familiar ou institucional- que complemente o seu trabalho. Estas condições são difíceis de reunir e assim parece-me fácil cair em depressão, ter sentimentos de culpa ou expectativas irreais...
Se te escolheram para dares uma mãozinha é porque sabem que vais encontrar a melhor maneira de abordar o problema. Tenho a certeza de que poderás dar um bom contributo no sentido de orientares essa mãe. Parece-me, no entanto, que ela tem muitas outras necessidades e que precisa de muita ajuda a todos os níveis...
Beijinhos

De energia-a-mais a 3 de Setembro de 2010 às 21:46
É bem verdade querida! estas crianças precisam de muita estabilidade à sua volta. Com saem muitas vezes do controlo, têm uma necessidade enorme de sentir que alguém as consegue controlar (os pais). Admito também que para essa estabilidade existir, os pais devem estar bem. Isso naturalmente pssa por aceitar o problema e aprender a lidar com ele - relativizar! Isso, esta mãe, como muitas outras, infelizmente ainda não conseguiu...Quando me perguntam, «então e com o diagnóstico que mudou?» eu costumo responder «eu mudei!». Na verdade fui eu que passei a encarar as coisas de outro modo, o Rafa é igual a si mesmo, apenas mais controlado pela medicação.
E eu também acho que esta mãe (apesar de tudo, ela tem feito tratamento médico) precisa de muitas outras ajudas...
Beijinhos doces!

De susana miranda a 3 de Setembro de 2010 às 17:15
Amiga,

Aprecio a maneira como transmites o teu dia-a-dia com teus filhos, és genuína e autentica nas palavras que escreves.

O teu contributo, é precioso para ajudares essa mãe a tua experiência é uma mais valia.

Peço desculpa de não concordar, “ suicídio ” o acto em si não significa que a pessoa o deseje fazer (morrer), sim aniquilar toda sua dor. Os pensamentos de suicídio por vezes revelam o oposto, o desejo intenso de viver. Apenas necessitam de ajuda e claramente a pessoa necessita.

Muitos beijinhos

De energia-a-mais a 3 de Setembro de 2010 às 22:32
Olá Susana. Não vejo que outra ajuda possa dar, a não ser transmitir a essa mãe que não está só, dar-lhe o meu testemunho pessoal, mostrar-lhe que existe outra forma de viver essa situação. Não será suficiente em termos de ajuda ela também precisa de acompanhamento profissional, no entanto talvez se consiga abrir comigo, pois como não me conhece, acho que lhe será mais fácil!
Beijinhos, Susana, és uma boa ajuda neste blog!

De a 3 de Setembro de 2010 às 17:36
Olá minha querida,
É uma situação muito delicada. Mas vieram até ti e pediram a tua ajuda. Tu és uma mãe-coragem querida. "Tens" que fazer ver a essa mãe o quanto ela e filha ainda podem ser felizes. "Tens" que lhe dizer que o AMOR é um aliado poderoso, o mais forte. Talvez ela te ouça e procure ajuda profissional para todos eles. Talvez ainda não seja tarde...
O facto de ela ter tentado o suicidio é um grito de socorro, um pedido de ajuda, eu acho.
Ao ler os teus posts percebemos o quão dificil é conviver diariamente com uma doença como a PHDA. E nem todos somos assim, fortes como tu.
Espero sinceramente que tudo se encaminhe pelo bem dessa mãe e dessa jovem.
Para ti, um beijinho enorme nesse coração.

De energia-a-mais a 3 de Setembro de 2010 às 22:38
Olá Fá! sem me querer repetir, acho que todos os pais de crianças «diferentes» precisam de sentir que essa diferença não é única. Partilhar os medos, as dúvidas sobre o futuro, a esperança...tudo é importante para ajudar a superar os momentos de maior angústia. Não serei tão forte assim, consigo é «arrumar» os minhas incertezas graças a uma boa dose de optimismo e porque tenho apoio familiar! Acho que esta mãe se sente só...tal como dizes, ela tem de perceber que não é tarde demais!
Beijinhos com muito carinho!


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