A Hiperactividade vista à lupa

Quarta-feira, 08 de Abril de 2009

quando os pais são confrontados com um diagnóstico de hiperactiviade, desde logo se colocam as perguntas óbvias - e tratamentos, existem?

 

Identificado o tipo de hiperactividade, o mais comum é o(s) médico(s) falarem aos pais na possibilidade de usarem fármacos para controlarem os sintomas mais adversos (a impulsividade, o déficit de atenção, a agressividade...)

Muitos pais acabam por ficar com a ideia de que este é o único tratamento viável, até porque os efeitos são mais visiveis e fáceis de gerir

No entanto, o acompanhamento com tratamento terapeutico, é muitas vezes descurado, ou nem sequer equacionado...ora os fármacos por si só, não garantem resultados eficazes. Ao longo de uma toma mais prolongada, notam-se por norma recuos pois a tendência é para se verificar uma certa habituação da criança ao medicamento. Por outro lado, a decisão de deixar de tomar a medicação é difícil e quase sempre desperta no pré-adolescente um período de rebeldia e recusa.

 

É por isso muito importante que o tratamento escolhido, seja uma combinação de fármacos com apoio terapêutico - um apoio transversal á família e aos vários intervenientes do processo educativo

A terapia comportamental é a mais usada. Pode ser adequada a cada criança, atendendo á especificidade do transtorno que o afecta e pode ser ajustada sempre que necessário, em termos de etapas de trabalho e objectivos.

 

O sonho de qualquer pai, é que o seu filho se liberte da medicação...embora a hiperactividade genética não tenha cura, os seus efeitos alteram-se ao longo do tempo (não é comum ver-mos adultos afectados pela hiperactividade, trepando móveis ou saltando pela rua...mas reconhecemos uma instabilidade característica, nos realcionamentos ou nos empregos...)

Será bem mais fácil deixar a medicação, se os mecanismos de auto controlo tiverem sido trabalhados com apoio de terapeutas e técnicos

 

Claro que cabe aos pais (e mais tarde á criança/adolescente) qual o tratamento a seguir, no entanto essa escolha será sempre condicionada pelas alternativas apresentadas pelos médicos/técnicos de saúde. É por isso cada vez mais pertinente obter informação sobre o tema.

 

Em muitos países, técnicas usadas pelas terapias menos convencionais, complementares ou alternativas, têm mostrado bons resultados com estas crianças. Há pouco tempo, no fórum da APDCH, tivemos pais a questionar um método utilizado em Portugal pela clínica L. chamado Mindstation - apresentado como revolucionário e inovador, garante sucesso no tratamento da hiperactividade e aposta na possibilidade de retirar totalmente a medicação a estas crianças...

Tenho muitas dúvidas sobre a validade de um tratamento adequado, usando apenas terapia comportamental, mesmo que essa terapia seja intensiva...

 

Acredito que seja possível atingir um resultado positivo, utilizando um conjunto de métodos, tratamentos e terapias!

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 18:15

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