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Energia a Mais

A Hiperactividade vista à lupa

Energia a Mais

A Hiperactividade vista à lupa

12.Ago.10

O caldeirão

 

 

borbulhante da genética

 

 

 

 

pode ser explosivo...e dele sair muito mais do que simples genes «misturados»....tipo 50% da mãe e 50% do pai

 

a mim por exemplo, o famoso caldeirão, ofereceu dois belos espécimes, cuja mistura se revela «única», diria mesmo, uma combinação sem igual...

 

ora digam lá se vos coube algo parecido?

 

Quico - depois de 5 dias de enérgicos pinotes, cambalhotas na areia e muita ida à água fria das praias do norte, sempre que chega a casa, ainda pergunta «mãe podemos dar um passeio?» e quando lhe digo «Quico, é tarde, a mãe tá cansada!», ele responde «pukê tás cansada mãe?» e insiste «um pequenino, sim?»

 

Tira macacos do nariz para os colar em sítios fatais, normalmente usados por terceiros, chama «p... de m....» sempre que está zangado e atira com tudo o que tem na mão na direcção dos outros...

 

os genes deram-lhe um feitiozinho retorcido, apimentado mesmo, diria eu, tendo em conta que quando nasceu já se revelava de teimosia notória, foi desenvolvendo um caracter forte! só os genes podem explicar como um pequeno franzino de corpo se mostra dono de uma força de hércules, capaz de me arrastar um sofá enorme com chaise longue e tudo, trucidar portas e paredes e desfazer vários brinquedos....

 

e tenho depois os «genes» do Rafa - um rapazinho eléctrico com ligação directa a tudo o que é explosivo...ele desfaz uma casa enquanto o «diabo esfrega um olho», sofre de «diarreia verbal», nunca pára de falar e diz tudo o que lhe vem à cabeça! é duma impulsividade que se não fosse de origem genética nunca teria explicação - duvido que no caso dele alguém se atreva a dizer que ele é a imagem dos pais...de facto, os genes sofreram por certo uma qualquer mutação dentro do tal caldeirão....

 

isto para dizer que ao caldeirão imputo a «culpa» de ter dois belos pestinhas geneticamente «modificados», facto pelo qual em frente a estranhos, cada vez mais me apetece dizer - «Vieram assim de fábrica, não saem nem ao pai nem à mãe, ok?» ...

 

P.S. o Pai chegou ontem à noite, nota-se que as coisas estão a correr «normalmente» certo?

 

 

 

 

 

10.Ago.10

arrasada

 

...cheia de sono, com cãibras nas pernas

 

 

 

mas tostadinha pelo sol {#emotions_dlg.sarcastic} e cá vou eu para mais um dia de praia! com 4 noites em claro, ora ralhando com um, ora dando umas palmadas a outro, sem pachorra para mais nada e quase, quase capaz de os mandar borda fora....

 

opá, desculpem nem vos comentar os comentários, nem vos visitar com assiduidade, desculpem descurar o(s) blogue(s) mas sinceramente

 

 

 

 

não há condições!

 

ricos filhos da vossa mãe, se voçês continuarem no ritmo de laréu o dia todo, sem descanso pela noite dentro, adormecendo de madrugada e levantando-se com os primeiros alvores do dia,

 

a mãezinha passa-se de vez e põe um anúncio na net a oferecer-se como voluntária para o Paquistão, tá? 

 

 

 

09.Ago.10

Conseguiiiiiii!

 

 

pois é! consegui mesmo ir até à Feira Medieval, por terras de Santa Maria!

 

e não foi uma mas duas vezes, o que é obra!{#emotions_dlg.blink}

 

Na sexta feira ao final do dia e com a ajuda dos meus pais (pronto socorro de serviço 24h) que ficaram com o Quico, eu enchi-me de coragem e levei o meu guerreiro mor para assistir ao vivo a umas quantas aventuras da idade média

 

Posso dizer que foi Super! adoro a feira (já cá tinha dito isso) e acho que cada ano está melhor! além disso, fazendo a coisa por etapas (com um miúdo de cada vez) podemos adaptar melhor os programas e apreciar de outro modo o evento.

 

Pois então com o Rafa o programa escolhido foi o seguinte

 

chegada à feira por volta das 19h - compra de bilhetes para assistir ao espectáculo na Liça (um reviver das lutas entre apoiantes de D. Afonso e Dª Tareza lol)

 

Aproveitar que ainda não havia muita gente e escolher restaurante para o jantar (aqui eu optei por ir a um restaurante um pouco fora do centro da feira pois embora cedo já havia filas para os comes e bebes mais apetecíveis e o Rafa, claro gritou logo que não ficava na fila...nem para comer)

 

nota: o jantar foi muito bom e menos dipendioso do que eu imaginei e o Rafa comeu tal como na idade média, com as mãos {#emotions_dlg.lol} admirando-se muito por eu não o repreender o tempo todo...bem filhote, foi do ambiente, em casa a história é outra

 

Logo depois do jantar tivemos a sorte de apanhar um dos inúmeros espectáculos ao ar livre e gratuitos que anima o recinto, adoramos a recriação dos jograis

 

Vimos umas quantas tendas e fizemos umas quantas compras (impossível resistir!) tanto para ele como para o mano.

 

O Rafa participou num jogo de tiro com arco e acertou no alvo o que o fez ganhar uma medalha (momento alto da noite e que por isso reviveu contando a peripécia a mim, durante o resto de noite e até ao adormecer!)

 

Fomos depois assistir ao verdadeiro espectáculo dos cavaleiros e suas «justas» tal como se fosse um torneio daquela época em que nada foi deixado ao acaso. Os espectadores eram logo convidados a participar, incentivando os da sua côr (conforme a bancada em que se sentavam) - único senão, D. Afonso obviamente saiu vencedor o que para o Rafa, apoiante de Dª Tareza, foi um «roubo» gritando por diversas vezes «fora o árbitro» {#emotions_dlg.sarcastic}

 

Depois do espectáculo atacamos os doces que são de comer e chorar por mais - uma perdição os crepes com compotas e maravilhosas sangrias de frutos silvestres!

 

Finalizamos com mais uma voltinha pelas tendas do lado do Castelo e ainda assistimos ao Tributo, último espectáculo da noite! chegamos de madrugada a casa e o Rafa excitadíssimo voltou a dormir apenas perto das 5h...eu? de rastos....

 

No sábado, como seria de esperar o Quico descobriu que o mano tinha ido a uma «festa» muita fixe! e claro também quis ir. Como a minha mãe nunca tinha ido, aproveitei e fomos os três!

 

Maravilhoso ver o rosto do Quico deslumbrado com o ambiente - cavalos, guerreiros e todo um mundo de cheiros e músicas diferentes do habitual. Diferente do mano, o Quico logo se inseriu no cenário, empunhando a sua espada ia abrindo caminho, dizendo que era um guerreiro que estava a proteger a sua princesa!

 

O programa, dado que a avó também foi, incluiu uma passagem pela tenda dos chás (um delírio - vendem ao saquinho e têm tantos mas tantos sabores que é difícil escolher só um), pelas tendas de artesanato e claro, pelos crepes!!!

 

Além disso, andamos de carroça puxada a cavalos, assistimos a um espectáculo de marionetas e o Quico andou a subir a torre de madeira imaginando-se um cavaleiro a matar o dragão mau!

 

Foram momentos fantásticos mas muito cansativos, principalmente na tarde de sábado, o calor e pó eram companheiros que não nos largaram...

 

Domingo, quase a arrastar-me como zoombie e sem forças para fazer o almoço, levei os miúdos até ao centro comercial, liguei aos meus pais para virem ter comigo, dei o almoço primeiro aos dois pestinhas, levei-os ao atl «bichinhos carpinteiros» e sentei-me à espera que os meus pais chegassem - adormeci ali mesmo, no banco...acordei com uns amigos (pais de uma amiguinha do Rafa) a chamarem por mim...

 

Mas pronto, sobrevivi, ou não estaria a publicar este post!

 

Resta dizer que o pai ainda anda por terras checas e que se adivinha mais uma semanita de espera...e quem espera....poisssss!

 

 

ahhhh e como os adereços novos cá de casa são as espadas, escudos, arcos com flechas e massas (ou mocas), esta não vai ser uma semanita sossegada!

 

 

06.Ago.10

acreditem ou não

 

....voltamos a «banhos», arriscando nova ida à praia!

 

e desta vez não resisto a fazer o registo mais fiel do que significa, por estas bandas (leia-se cá por casa), levar os miúdos «a ver o mar»

 

 

Depois de uma noite em claro, em que a barriga do Rafa começou a «apertar» e não o deixou adormecer antes das 5h30 e do Quico ter despertado com as galinhas que não se ouvem aqui mas que acordam às 6h00, enfrentamos o inferno de os colocar no carro e de os fazer ficar lá dentro...

 

foram 30 minutos de pura adrenalina, com gritos e muita dança louca, inventada pelos dois quando estão eufóricos com alguma coisa

 

Arrancamos cumprindo apenas as regras «mínimas» de segurança - eles iam sentados....

 

Após uma viagem atribulada, em que ficamos a saber que o Rafa consegue manter os olhos abertos mesmo com o vento a dar-lhe em plena cara (isto porque ía com ela fora da janela) e em que o Quico conseguiu iludir a vigilância por duas vezes e por duas vezes foram parar à estrada uns bonequinhos que andavam pelo carro, a euforia transladou-se para Espinho, onde mais uma vez se fazia sentir muito o vento, a bandeira estava amarela e logo a seguir, vermelha e onde para estacionar perto da praia nem foi muito difícil (sinal de que os veraneantes são menos do que em outros anos...seja ou não por causa da crise!)

 

Mal nos instalamos, munidos de barraca alugada na praia, pára-vento, guarda sol, tenda do Ben 10, dois sacos de toalhas, uma malinha com mantimentos, saco térmico com bebidas e resmas de brinquedos, começou a verdadeira aventura

 

 

entreter a criançada, passo a explicar

 

primeira birra - Quico: ida à água, muito muito desejada mas quase impossível dado o frio e ondas enormes....grande, grande birra - areia na boca, nos ouvidos e noutras partes - dele e dos outros....

 

Segunda birra (escassos segundos após a primeira) - Rafa: compra de (mais uma) bola, muito muito desejada mas considerada inútil, dado que já existiam várias para várias modalidades dentro dos sacos que levamos - aquela era «especial» apenas para ele, claro, pois sempre que vê alguma coisa torna-se imprescindível tê-la...

 

terceira birra - Rafa: jogar raquetes, primeiro com o avô (que ainda montava o pára-vento) depois com a avó que trocava a camisola, depois comigo, nunca, nunca com o mano porque «ele manda a bola muito longe»...

 

quarta birra encadeada com a anterior - Quico: porque o mano não joga com ele...

 

quinta birra encadeada com todas as outras - Rafa: porque estavamos na praia à uma hora (na verdade seriam 20 minutos) e ainda não tinha comido nada, estava a «morrer» de fome, aliás estava a «arder» de fome!

 

sexta, sétima e oitava - dos dois: por causa da água(mar)...que continuava fria  e agitada

 

nona, décima e por aí adiante - dos dois: por causa de uns carrinhos de pedais ( a sós ou em grupo) que queriam à força conduzir pela praia (mas que só podiam usar na calçada ao longo desta)

 

Nós desdobramos atenções entre eles, tentando minimizar potenciais riscos pra os outros utilizadores do areal (que não estava muito concorrido, embor com muitas crianças à volta, nenhuma no entanto, em nada semalhante aos meus...coisa que me alegrou bastante pois imaginei a sensação de alívio daqueles pais que conseguiram estender as toalhas, conseguiram ler revistas e livros e até alguns, fechar as pestanas, enquanto os seus petizes brincavam com baldes e pás, bolas ou carrinhos de areia...)

 

Eu, fartei-me de jogar raquetes - descrição de um jogo com o Rafa: eu mando a bola e ele olha para o ar, distrai-se com um papagaio de papel e deixa a bola passar, depois vai buscar a bola e distrai-se com uns miúdos a jogarem volei, volta a concentrar-se «agora é que é mãe» mas decide que não quer jogar...mas quando estamos a ir em direcção às toalhas, já quer novamente e lá vamos nós outra vez...e outra vez...e outra vez....

 

Ainda andaram nos tais carrinhos, ora gritando um, ora gritando outro...ainda fizeram umas quantas tentativas de molharem os pés (água muito mas muito fria) comeram várias vezes, beberam mais ainda, comeram areia, sujaram-se de gelado, estrafagaram um pequeno papagaio de papel (oferta da Olá na compra de um corneto) e deram cabo dos nervitos de todos...

 

Frase mais repetida pelo Rafa (a cada 5 segundos): «Quio, pára!!!!!!», ou na variante «Quico, larga!!!!»

 

Frase do Quico «Avôooooo!!!»

 

Pronto, está explicado porque é que arriscamos quando os levamos à praia? e chegando a casa, toda partida, ainda tenho de lutar para os meter no banho (este, o da banheira, já não é apelativo!) e argumentar que não, não podemos ir lá abaixo andar de bicicleta ou de skate, patins ou bola.....depois do jantar!

 

acreditem ou não, não há praia que os canse!

 

 

04.Ago.10

à beira mar

 

foi por onde estivemos ontem

 

 

com dois miúdos frenéticos a quem foi necessário entreter com actividades várias e muitas idas «a molhar o pé»!

 

Lá nos aventuramos pela praia de espinho, apesar de conhecermos por demais as características destes putos que nunca estão bem com o que têm e nunca sossegam no mesmo local por mais de 5 minutos....

 

mas ficar em casa a suar para os controlar, brigando um com o outro a cada segundo, não era alternativa!

 

Embora mais «equipados» do que qualquer outro veraneante ao sol, lá fizemos o nosso melhor para manter os ânimos em cima e ajustados ao sítio...

 

depois de ter gasto uma «pipa» de massa em parafernálias várias para brincarem na areia, aquilo que mais acabou por surtir algum efeito foram umas raquetas que o Rafa descobriu no quiosque ao lado....

 

e eu? bem, lá andei a ginasticar o dia todo, pois não dá para estender a toalha e ficar de papo ao sol! devo ter perdido mais um kilito o que no verão é sempre da praxe....

 

Hoje vamos ficar por casa, temos coisitas a fazer por cá, amanhã, logo se vê! nada de planos, certo?

 

 

 

 

 

02.Ago.10

da esperança

 

 

à desilusão....

 

assim oscilaram o meus sentimentos nestes dias!

 

da esperança

 

O Quico fez aninhos (obrigada mais uma vez a todas as mamãs que nos deixaram os parabéns!) na sexta feira e decidimos esperar pelo Pai para festejar com mais calma e com alguns convidados, apenas no sábado(embora na sexta tenha havido, claro bolinho, velinhas e algumas prendinhas)

 

A minha esperança era que com o pai por cá, tivessemos um dia bastante preenchido mas agradável, com os festejos a trazerem até nossa casa alguns amiguinhos do Quico e alguns familiares (a avó paterna, companheiro e os priminhos). Marcamos para as 15h30 dado que sabemos que os miúdos ficam super ansiosos e não queriamos prolongar a «agonia» da espera! também como alguns dos convidados fazem sesta não os podiamos deixar muito cansados...

 

Outra esperança minha era que o Rafa não estragasse a festa  do irmão, coisa que como sabem é do mais provável...

 

também tinha esperança que no domingo não houvesse birras e confusão quando estivesse na hora de sair para a festa da aldeia do pai, acontecimento anual do primeiro domingo de agosto! é sempre um momento de tensão mas...pronto tinha esperança que este ano até fosse diferente!

 

Tinha esperança de poder esta semana iniciar algo mais do que a nossa rotina caseira, com saídas mais ou menos planeadas, com uma ida à Feira Medieval, umas escapadelas até parques e praias e visitinhas a alguns locais de interesse....

 

 

da desilusão

 

a festa do Quico correu de modo sui generis....conhecem outra festa em que o aniversariante vai jogar à bola e deixa os convidados plantados? e isso nem foi o pior....

 

Umas horas antes, estive a colocar os enfeites e a dar os últimos retoques nos preparativos, para isso o pai levou-os até às piscinas para eu me poder orientar. Claro que assim que chegaram, correram a desfazer o que já estava...mas fui aguentando e quando os miúdos começaram a chegar a sala ainda estava razoavel..

mas o Quico depressa se encarregou de mostrar o que sabe fazer melhor - asneirolas! sem se dar ao trabalho de receber os convidados, andava doido pela casa, rodopiando sem parar, não ligando a mínima para quem chegava, nem  para as prendinhas que traziam...

 

O Rafa que até tinha amiguinhos da sua idade para confraternizar, também nem lhes dirigia a palavra, obcecado que estava pelo tal jogo GTA que o pai lhe trouxe para a playstation2...enfim! andamos nós o tempo todo a tentar encontar uma actividade que os fizesse participar na própria festa e principalmente a entreter os convidados....

 

O soprar das velas e momento maior de todas as festas de aniversário, foi um dos mais complicados, pois ninguém entendia porque é que o aniversariante não participava, atirava com tudo pelo ar e estragava a canção da praxe com frases em que os palavrões reinavam!

O Rafa tudo fez para ser o centro, apagando ele as velas, gritando a plenos pulmões e atazanando o irmão de todas as formas

 

e depois? bem, depois, chegamos ao cúmulo de termos os convidados em casa, por entre uma parafernália de brinquedos e o Quico, eufórico a jogar à bola com o pai, no parque em frente....

 

O final foi um tanto caotico, com os pais dos outros meninos a não perceberem muito bem o que se passava...mas enfim!

 

Domingo, mal o Rafa entendeu que tinhamos de sair, passou-se...nem o comprimido ajudou muito! não o conseguimos convencer de que  avó, o pai e o resto da família que naquele dia se reune, também gostariam de o ter por lá! o Rafa detesta sair do seu território e muito mais se a coisa mete festa familiar com pessoas não tão próximas assim, horas de «seca» em que ele não encontra nenhum motivo de interesse e que o leva ao desatino total! Este ano então, foi mesmo impossível arrastá-lo...o pai argumentava mas sem resultado prático, rendeu-se depois de uma manhã inteira de desgaste. O Rafa ficou com os meus pais mas, contrariando a sua vontade, nós fomos e levamos o Quico.

 

Claro que eu não fiquei muito bem...tivemos de dar as explicações usuais, reptidas a cada novo membro que chegava, o que me deixa cansada e pouco à vontade para alargar a conversa...acabamos por vir mais cedo embora, o que para  pai também não é nada bom, dado que quase nunca vê a família no resto do ano!

 

e a desilusão maior....

 

O pai não ficou de férias (ainda)..a fábrica tinha muitas entregas e o patrão pediu para fazer mais uma semana (pelo menos...) o que nos impede de fazer algumas das coisas, como a ida à Feira, dado que não me atrevo a ir com eles sem a ajuda do papá...

 

Assim por cá andaremos esta semana, tentando reavivar a esperança de que para a próxima é que é! fazendo por sobreviver ao terramoto que se abateu sobre o Rafa, quando descobriu que o pai não entrava de férias agora....

 

 

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