A Hiperactividade vista à lupa

Segunda-feira, 15 de Novembro de 2010

 

 

um ??? posso???

 

é que passo eu horas a rever mentalmente as aventuras cá de casa,  a dar-lhes um arranjo lírico e a programar um post «daqueles»....

 

 

para verificar no final do dia que o tal post não me aparece em lado nenhum???? então eu conto que ele saia publicado de manhã e afinal o raio do  come-o?

 

 

tou....

 

irra...que se vejo o bicho à minha frente deixo-o  tal e qual!

 

 

acrescento de últma hora - hoje houve uma cena marada, uma briga danada e um baile de natal...como não consigo escrever nada de jeito, fico pelo apontamento e amanhã - vê-se!!!

 

 

 

postado energia-a-mais às 22:37

Terça-feira, 22 de Junho de 2010

 

 

 

e sim, também se fala de futebol neste post !

 

Em primeiro lugar, fazer um jogo de  na hora de almoço pode ter consequências pouco saudáveis...então ninguém se lembrou que nos podia dar uma indigestão? mas o pior é conseguir dar uma refeição a dois miúdos eléctricos (que por norma já não comem tranquilamente) tarefa que se revelou completamente impossível! de nada valeram os ralhetes, as palmadas, os puxões...a gritaria instalou-se, as correrias eram mais que muitas e a todo o momento tinhamos de escolher entre uma garfada certeira, ou desviarmo-nos de alguma  bola em voo rasante...sim porque nós sentimos este jogo em versão 4D - em 3D nós apenas parecemos estar no meio da acção, nesta versão, nós estamos de facto no meio da acção!

 

E enquanto o resultado do jogo ganhava uma dimensão histórica, também os meus filhos faziam em cima da minha cama, uma histórica batalha que começou por ser de almofadas, depois passou a ser de bandeiras de portugal, depois apenas de pauzinhos das bandeiras, depois de objectos mais pesados do que pauzinhos e quando eu já ameaçava sair porta fora e desaparecer para sempre, eles largaram os objectos e arremessaram-se um ao outro...

 

Foi um sufoco dos diabos para os separar e conseguir estabelecer um pouco de calma...mas claro que a calma é relativa - cá em casa dou-me por satisfeita se eles conseguirem gritar cada um no seu lado!

 

Estava eu ainda a zunir com os 7 a 0, quando levo com um episódio daqueles caricatos, guiados pela impulsividade do Rafa - com a habitual efusividade, o meu filho já tinha ido às janelas gritar por Portugal, numa das idas, da parte de trás da casa onde a vista dá para o terraço do primeiro andar, o Rafa viu um dos cães dos meus vizinhos a correr de língua de fora. Ora o que o miúdo pensou foi que devia dar água ao cão, pois ele próprio (Rafa) sentia-se cheio de sede de tanto gritar, achou que o cão estava arquejante com o esforço de puxar pela equipa....vai daí despejou uma garrafinha de água para baixo «pra ver se o caozinho conseguia beber», disse-me mais tarde...Só que os filhos dos vizinhos, juntamente com uma dezena de amigos, estavam lá em casa....e depois de um dos miúdos mais novos se ter colocado a olhar para cima, de eu me ter apercebido que alguma coisa se passava e ter ido questionar o Rafa, ouço, vindo de um megafone um chorrilho de palavrões a insultar-me a mim, a minha mãe e aos meus filhos!!!! a sério passei-me...então eles deixam os cães passarem fome (sim, porque os cães metem dó, até as fezes comem!) largam cócózada por todo o terraço porque nunca os trazem à rua, deixam-nos sem água durante todo o dia e hoje porque viram cair um pouco de água no terraço chamam-nos nomes pelo megafone???

 

 

 

Ainda tentei dialogar com calma com o miúdo (graúdo já) que empunhava o dito megafone mas parece que a juventude actual tem as hormonas aos saltos, o moço gesticulava  e gritava que «ninguém pode mandar água para o meu terraço»....ainda lhe perguntei se a água o assustava mas como teimava em desconversar, achei que o melhor era cortar o «folklore» instalado. Apenas lhe disse que se a mãe dele quisesse vir falar comigo, estava à vontade (coisa que até à hora em que escrevo o post não aconteceu) e abstive-me de fazer um comentário que me ficou atravessado, do tipo «devias estar mais preocupado com a porcaria que te rodeia do que com a água que é limpinha, aliás bem podias usá-la!»....

 

Eu até entendo que não tenham gostado de ver cair água de uma janela acima, mas por amor de deus, era água, inofensiva, atirada com uma intenção que não era maldosa (antes pelo contrário) e quando muito o rapazola que já tem idade para ter algum juízo e educação poderia ter vindo falar comigo, perguntando «então atiraram água lá para baixo, como é?» - uma coisa assim mais proporcional ao sucedido...eu tiraria a limpo o que se tinha passado e teria uma conversa com o Rafa (que acabei por ter) para que não voltasse a acontecer (pois se eu nem a toalha sacudo da janela). Foi uma cena que me enervou, vamos ver se não tem sequelas ou se ainda terei de me chatear de verdade, até porque independentemente do que se passou, eu nunca pensei ver no prédio, algo tão asqueroso no que diz respeito ao tratamento que dão aos animais...eles nãos lhe batem mas de resto não lhes ligam, de todo! incomoda-me muito olhar para baixo e ver tudo sujo (só é lavado quando vem uns senhores de uma empresa de limpezas) e nunca os levarem a passear, nunca ver a tigela com comida (ou ração) e nunca ver água...e se alguém tem animais em casa que me diga se é normal eles comerem as fezes....

 

Ai que o post já vai longo e isto era para ser o relato dos festejos....ele há cada coisa!

 

Gooooooooooooooooooooooooooolo

 

 

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 09:26

Sexta-feira, 10 de Outubro de 2008

É como ainda me sinto, embora não tenha feito este post ontem, para ver se a cabeça esfriava durante a noite! Chego ontem ao final da tarde á escola do Rafa e vejo o porteiro a fazer-me sinais. Vou ter com ele, esperando que me vá dizer que o meu filhote já andaria pendurado nos baloiços do parque. Mas ele, um pouco atrapalhado, começa «sabe, não devia ser eu a dizer, mas...é capaz de ter chatices hoje...», eu »mas porquê, sr. A., o que foi que aconteceu?», ele corado«bom, a prof. R.- directora, veio ter comigo, ontem e disse que a mãe do menino a quem o Rafa bateu no parque vinha cá para falar consigo...» tento tirar isto a limpo! Então a mãe do menino a quem o Rafa impediu de usar o baloiço no dia anterior fez queixa á directora da escola, esta em vez de falar directamente comigo, mandou recadinho pelo porteiro (coitado do homem) e pediu-lhe para ele ficar de olho no meu filhote, durante os intervalos e no final! Então vamos lá a ver, não seria de bom tom, ter-me chamado e á outra mãe para conversarmos um pouco? É que eu não conheço a sra. em questão (o filho tá no 1º ano) e duvido que ela saiba o porquê de certas actuações do Rafa. Espero pela dita senhora, resolvida a colocar um ponto final na contenda. O porteiro avisa quando ela chega mas fico desconfiada com os sinais que me faz!  A tal mãe, vem ter comigo muito ofendida «olhe lá, precisa de ajuda para educar o seu filho?» Eu «penso que a senhora tem de baixar o tom de voz e estar disposta a ouvir, conversar em vez de acusar...», ela »pensa que só o seu é complicado, o meu mais velho deu-me que fazer mas eu consegui sempre ter mão nele, cada palmada, e não morreu por isso!» eu penso, isto não está a acontecer, mas digo «ainda bem que o seu filho não é hiperactivo, talvez a senhora  percebesse um pouco mais sobre educação, se tivesse necessidade disso...» ela «agora são todos super-activos...são é uns malcriadões, acho que ele só diz asneiras, é um mimado...» grrr...calma, tenta falar normalmente Teresa « olhe, este não é o sítio indicado para falarmos mas convido-a para uma sessão de esclarecimento sobre a doença do meu filho na próxima semana, com os médicos dele, até lhe dou boleia para a senhora não ter de ir a pé»

Mas o que mais me irritou foi a complacência dos outros pais que assistiram e não foram capazes de dar uma palavra de apoio, desviam o olhar e ficam ali, embasbacados...Depois percebi os sinais do porteiro, claro que o falatório teria começado antes, todos a comentar, «ela (eu) deixa-o abusar, a canalha é toda igual, tem de levar umas palmadas de vez em quando...» Que coisa, então e a directora não podia mostrar um pouco mais de empenho no assunto?! Eu sempre fui aberta em relação á escola, levei relatórios, desculpei muitas falhas na medicação durante o anos passado, quando o Rafael tinha de tomar medicação na escola e não lha davam! Sempre falei com a directora e professora, para que me alertassem se vissem alterações graves no comportamento ou outras. Sinto-me com vontade de me «engalfinhar» com alguém...

postado energia-a-mais às 10:26

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