A Hiperactividade vista à lupa

Terça-feira, 24 de Agosto de 2010

 

 

de sobrevivência para quem tem hiperactivos em casa

 

Lição nº 1

 

Num dia de chuva, nunca fique com um miúdo hiperactivo em casa sem ter um plano seguro de entretenimento

 

 

Lição nº 2

 

Que esse plano NUNCA meta crepes, chocolate e chantilly ou arrisca-se a passar mais de duas horas a limpar o resultado

 

Lição nº 3

 

Se o Pai também estiver em casa, não deixe que seja ele a ficar no controlo

 

Lição nº 4

 

Nunca deixe o hiperactivo com irmãos, avós ou outros sem que voçê possa ver, ouvir e tocar rapidamente no que se estiver a passar...

 

Lição nº 5

 

Nunca deixe livros requesitados em bibliotecas ao alcance dos miúdos descontrolados (especialmente se existirem cães nas redondezas)

 

Lição nº 6

 

Se nenhuma destas lições for eficaz, saia de fininho e deixe que o destino se encarregue de os fazer sobreviver

 

 

 

postado energia-a-mais às 11:24

Quarta-feira, 30 de Junho de 2010

 

 

vistas pelos miúdos cá de casa

 

Rafa: «também, se o treinador tivesse posto o Cristiano a jogar....»

 

filho, ele esteve a jogar.... «ai sim? então e porque é que não tocou na bola?»

 

Lição - se queremos ser alguém na vida, temos de nos esforçar.....

 

Quico: «foi golo de putugal mãe?»

 

não, foi da espanha...«espanha, espanha!!!»

 

Lição - o que não tem remédio, remediado está (ou, mais vale aproveitar a festa que tristezas não pagam dívidas....)

 

E pronto, adieus mundial, para grande consternação do Rafa que me perguntou vezes sem conta porque é que portugal já não joga mais e tem de vir embora....para quem até tinha saído de casa para assistir em ecrã colectivo no centro da praça e estava francamente esperançoso, foi uma desilusão!

 

O nosso fim de dia foi no entanto bem atribulado por outras razões - o Quico deu uma queda e tem agora um joelho todo esfolado que se junta às várias nódoas negras das pernas....

 

O Rafa teve um ataque de histerismo porque o irmão pegou numa faca sem eu estar por perto (na verdade por distração deixei uma faca com que tinha cortado pão, minutos antes e ausentei-me para outra divisão da casa)

Quem nunca presenciou um ataque de histeria pode ter dificuldade em entender como isso causa uma imensa tensão entre os que o vivem. Não é a primeira vez mas é sempre francamente assustador - o Rafa fica descontrolado, grita sem parar, salta à nossa volta, não nos ouve e parece estar a ser perseguido pelo mais temível assassino dos filmes de terror...

O Quico ficou de tal modo assustado que chorou descontroladamente mais de 20 minutos seguidos...e depois acalmar a minha avó também não foi nada fácil!

 

bem, pelo menos uma das lições que o futebol nos deixa, pode ser aplicada a todas as situações da vida

 

« A bola é redonda»

 

 

postado energia-a-mais às 09:08

Domingo, 14 de Fevereiro de 2010

 

já que as Farmácias Portuguesas têm de tudo para todo o tipo de pessoas,

 

 

será que lá encontro

 

  • tempo extra, para mães a precisarem de cuidar delas próprias
  • botões off, para crianças sempre ligadas à corrente
  • reguladores de vizinhança, para os cuscos da porta ao lado

 

dava jeito que vendessem em doses XXL e sem prescrição médica

 

 

sinto-me: a precisar de «receita»
postado energia-a-mais às 09:30

Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

 

 

muito positiva e enriquecedora

 

foi o que ganhei com a minha participação no mini-fórum organizado pela REANP (Rede Europeia Anti Pobreza).

 

O que tenho a dizer

 

da organização

 

excelente o local escolhido

o modo como receberam os participantes

o modo como organizaram o tempo

uma atenção que considerei muito boa - o Museu da Chapelaria nos ter oferecido uma visita guiada ao local na pausa do almoço

 

da metodologia

 

acho que só o facto de permitirem que os destinatarios do trabalho das redes sociais, nomeadamente as famílias e os jovens, tivessem voz activa neste fórum, demonstra que existe uma consciência real e que os técnicos e dirigentes se empenharam para conseguir mais e melhores resultados

os grupos de trabalho (dirigentes, técnicos, famílias e jovens) estavam bem conseguidos e os pontos que se pretendeu trabalhar foram bem estruturados

 

  da conclusão

 

seguindo o guia de reflexão:

  1. principais problemas que afectam as crianças e jovens
  2. principais factores na origem desses problemas
  3. actuação desenvolvida para os combater
  4. principais resultados dessa actuação
  5. pontos fortes e pontos fracos
  6. propostas para a melhoria da actuação

cada grupo deu o seu melhor e sairam diagnósticos muito interessantes e propostas de actuação a pensar num futuro positivo para as nossas crianças e jovens

 

Como para mim, o importante é entender que cada um de nós como cidadão, tem um papel activo e deve ser responsabilizado pelo envolvimento social e cívico, considero que foi explícito para todos a necessidade de um compromisso sério para passar da teoria à prática!

 

e tenho um repto para vós leitores - que peguem no guia de reflexão e façam o mesmo exercício pensando em cada caso concreto que conhecem - os vossos filhos, os filhos de amigos, vizinhos, grupos e comunidade.

No meu caso, como mãe de uma criança com hiperactividade, lançei os seguintes pontos:

 

problemas - numa fase mais precoce (infancia) - falta de resposta dos infantários/creches e escolas básicas na proposta de diagnóstico e intervenção

marginalização pela escola e pelos grupos de pares

desgaste familiar

incapacidade de relacionamento social

falta de competências parentais

numa fase posterior (adolescência) - desadequação relativamente aos planos curriculares (não há alternativas à tipificação)

comportamentos aditivos (drogas e alcool)

marginalização pela escola e pelos grupos de pares

desinteresse e abandono escolar

falta de perspectivas de futuro

 

como factores de risco - falta de intervenção adequada, falta de acompanhamento familiar e por parte dos técnicos, falta de alternativas e metodologias na escola e em casa, pouca formação dos pais e educadores, precaridade económica (desemprego, baixos recusrsos economicos), desinteresse pela educação, pouco investimennto nas relações afectivas e pouca comunicação intra familiar e com a comunidade, falta de regras, pouco reconhecimento da autoridade, sensação de impunidade, desresponsabilização

 

E voçês o que acham?

darei conta das propostas noutro post a publicar, dado que este já vai longo...

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 11:37

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