A Hiperactividade vista à lupa

Quarta-feira, 26 de Junho de 2013

 

 

tu não desgastes mais a tua maezinha porque corres o risco de teres de a ir procurar algures por aqui

 

Três Super Terras que podem ter vida   

 

e olha que já que a possibilidade é de escolher entre três, a maezinha de certeza que escolhe a mais longínqua e com bilhete só de ida {#emotions_dlg.annoyed}

 

 

(recado para o meu rico filho mais velho que me põe os cabelos brancos e a garganta rouca....)

postado energia-a-mais às 09:00

Quarta-feira, 19 de Junho de 2013

 

 

ter uma criança com PHDA é viver sempre com a incógnita

 

nunca sabemos como vão eles reagir às diferentes situações, mesmo nas situações em que os contextos são conhecidos, as reações podem ser diversas...

 

O Rafa tem em muitas circunstâncias diárias, sobretudo em relação à escola, demonstrado muita ansiedade. Passo horas e horas a tentar mostrar-lhe formas de ele lidar com essa ansiedade, em particular com a frustração que lhe está subjacente. Horas a ensinar-lhe estratégias de relaxamento, muitas horas a criar motivação para ultrapassar as dificuldades, mais horas ainda a insistir na necessidade de ver mais longe e projetar o futuro.

Muitas horas do percurso escolar do Rafa são de preparação para os testes, obrigando-o a criar métodos de estudo mais eficazes, sabendo eu que sem ter um método ele se perde com facilidade, especialmente tentando minimizar os efeitos da resistência afincada do meu filho a tudo o que diga respeito a estudo, rotina, salas de aula e professores. Por norma, sem ter um métdodo muito organizado (por vezes sem sequer saber ao certo as datas dos testes) consegue ser eficiente na hora H e safa-se com notas que nunca vão baixo dos 70%. Mas com o avançar dos anos, torna-se cada vez mais visível que precisa de adquirir essa ferramenta de organização, senão corre o risco de ser ultrapassado pela matéria nova.

 

Este ano há um desafio acrescido. Como está no 6º ano, tem os seus primeiros exames nacionais às disciplinas básicas de português e matemática. Portanto tem sido muito interessante observar como ele lida com esta situação. Claro que tem sido muito difícil fazer com que aproveite as aulas de apoio organizadas pelos professores dessas disciplinas. Entende o meu filho que não há necessidade de ter aulas de apoio para exames....já que tiveram um ano inteiro a falar da mesma matéria {#emotions_dlg.sarcastic} por outro lado, diz ele, um exame é apenas um teste em que em vez de sair um bocado da matéria, sai a matéria toda (mesmo que sejam dois anos). Ora assim sendo, anda o Rafa muito descontraído, mesmo que ouça falar em greves e coisas assim, assunto que aliás não lhe interessa minimamente...

 

Mesmo assim, porque sei que cada caso é um caso, aqui deixo algumas dicas para quem tem miúdos com PHDA e queiram ajudar a reduzir a ansiedade desta fase de exames (que ponho em prática de um modo por vezes meio disfarçado, como se fosse uma brincadeira de final de noite)

 

«Inicialmente a criança deverá estar deitada de barriga para cima, com braços e pernas ligeiramente distanciados do tronco do corpo (poderá deitar-se num colchão ou no chão desde que este seja confortável e com uma temperatura agradável).

  1. Mexe os dedos fingindo que toca piano, depois os pulsos;
  2. Coloca as mãos nos ombros e roda os ombros para a frente e para trás;
  3. Com as mãos no pescoço, eleva os cotovelos e expira;
  4. Com as mãos na cabeça mexe a mesma para a frente e para trás e para a direita e para a esquerda;
  5. Apoiada nos braços estica e encolhe pernas e roda os tornozelos;
  6. Sentada, massaga os dedos dos pés;
  7. Sentada, roda os tornozelos, um de cada vez;
  8. Sentada, dá um “pontapé” no ar, um pé de cada vez;
  9. Sentada, junta as plantas dos pés segurando com as mãos e mexe os joelhos para cima e para baixo;
  10. De gatas, faz posições de gato: arqueia as costas e estica o tronco;
  11. De pé, baixa-se sobre os calcanhares e volta a levantar-se;
  12. De pé, com as mãos nas ancas, move-se para a direita e para a esquerda;
  13. De pé, com os braços levantados, inclina-se de um lado e do outro;
  14. De pé, estica os braços e deixa cair para baixo.»


De resto é um ótimo momento familiar, preparando uma noite tranquila, fundamental para as necessárias horas de sono, antes de um dia de exame!

 

 BOA SORTE A TODOS!

 

postado energia-a-mais às 09:05

Domingo, 16 de Junho de 2013

 

 

serão os alunos que estão à espera do exame, marcado para uma data incerta....

 

serão os pais que não sabem explicar aos filhos o porquê desta incerteza...

 

serão os professores que andam com a incerteza no horizonte...

 

 

eu diria que a ansiedade está do lado do governo

 

o mais ridículo é que os exames são o menor dos problemas

 

os alunos deveriam estar ansiosos com o pós exame e a incerteza que é o futuro - quer seja para ingresso ou não no ensino superior...

 

os pais andam ansiosos mas é com o dia a dia cada vez mais difícil, com a falta de trabalho transversal a tantas gerações, com políticas cada vez mais patéticas e com a agonia de chegar ao fim do mês sobrevivendo com salários cada vez mais apertados - os professores também são pais! e esta ansiedade faz parte das suas vidas, tal como de todos os portugueses!

 

A ansiedade do governo tem um nome - cobardia! cada vez mais me parece visível que um bando de ministros atarantados quer a todo o custo manter as rédeas do que já não domina...

 

postado energia-a-mais às 19:51

Quarta-feira, 12 de Junho de 2013

 

mais uma vez Nuno Crato mostra como se investe na DESeducação de um país

 

Apesar do Colégio Arbitral ter contrariado a requisição dos serviços mínimos para o dia 17, o governo insiste na realização do exame nesse dia, não desistindo do braço de ferro com os professores. O ministro, numa clara provocação ao estipulado por Lei, elabora um discurso- aliás em linha com o que vem sendo habitual noutras situações - de vitimização, sendo que o Governo é a vítima e os orgãos que protegem os direitos cívicos (como o direito à greve)  são os maus da fita.

 

Ao martelar sempre na mesma tecla, o governo arrisca-se a virar o feitiço contra o feiticeiro. Ninguém é tão parvo assim que considere que um exame não possa ser marcado para uns dias mais tarde, sem haver prejuízo para qualquer das partes. De resto, estando todos na mesma situação por se tratarem de exames nacionais, o argumento de as notas serem conhecidas mais tarde, vai influenciar o quê? será que os pais estão assim tão preocupados com a marcação de férias como insinuou Crato? com a alteração da rotina familiar, devido à alteração da data de um exame?!

 

Angustiante é ver como este governo passa a mensagem do «quero, posso e mando» não respeitando as decisões dos orgãos de soberania. Basta pensar no que se passa com o desrespeito pelo TC e o não cumprimento dos pagamentos dos subsídios de férias.

 

Sobretudo numa área fulcral como a do ensino, este desrespeito é uma falta para com o país e para com todos os cidadãos. Mas já começa a ser um lugar comum ver o governo falhar em áreas fulcrais, certo?



postado energia-a-mais às 09:35

Segunda-feira, 06 de Maio de 2013

Novo regulamento das provas e dos exames dos ensinos básico e secundárioOuvir com webReader

Foi publicado o Despacho normativo n.º 5/2013 com o regulamento do Júri Nacional de Exames e o Regulamento das Provas e dos Exames dos Ensinos Básico e Secundário.
Compete ao Júri Nacional de Exames (JNE), entre outras coisas:
Coordenar e planificar a realização das provas finais de ciclo, dos exames finais nacionais, dos exames a nível de escola equivalentes aos nacionais, das provas de equivalência à frequência dos 1.°, 2.° e 3.° ciclos do ensino básico e do ensino secundário e organizar a respetiva logística;
Estabelecer as normas técnicas para classificação das provas finais de ciclo, dos exames finais nacionais, dos exames a nível de escola equivalentes aos nacionais e das provas de equivalência à frequência dos 1.°, 2.° e 3.° ciclos do ensino básico e do ensino secundário, bem como as referentes à reapreciação e reclamação das provas;
Promover os mecanismos de apoio à prestação de provas finais de ciclo e de exames finais nacionais por parte dos alunos com necessidades educativas especiais;
Definir os procedimentos relativos à realização das provas finais de ciclo, dos exames finais nacionais, dos exames a nível de escola equivalentes aos nacionais, das provas de equivalência à frequência e à respetiva classificação;
Condições especiais de realização de provas de avaliação externa para alunos com necessidades educativas especiais
Ensino Básico
Os alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente enquadradas pelo Decreto-Lei n.° 3/2008, de 7 de janeiro, ou pelo Decreto Legislativo Regional n.° 15/2006/A, de 7 de abril, no caso dos alunos da Região Autónoma dos Açores, ou pelo Decreto Legislativo Regional n.° 33/2009/M, de 31 de dezembro, no caso dos alunos da Região Autónoma da Madeira, de acordo com as especificidades e terminologia adotadas nos referidos diplomas, realizam as provas finais dos 1.°, 2.° e 3.° ciclos do ensino básico geral de Português e de Matemática nos 4.°,6.° e 9.° anos de escolaridade, com condições especiais, sob proposta do professor titular de turma ou conselho de turma.
Os alunos que frequentam um currículo específico individual não realizam as provas finais dos 1.°, 2.° e 3.° ciclos, de acordo com o definido na alínea b) do n.° 13 e na alínea e) do n.° 14 do Despacho Normativo n.° 24-A/2012, de 6 de dezembro.
A autorização de condições especiais na realização das provas finais dos 1.°, 2.° e 3.° ciclos para os alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente, é da responsabilidade do:
a) Diretor da escola para os alunos dos 4.° e 6.° anos, incluindo as provas finais a nível de escola;
b) Diretor da escola para os alunos do 9.° ano, à exceção das provas finais a nível de escola;
c) Presidente do JNE para os alunos do 9.° ano referidos no n.° 1 do artigo 46.° que necessitam de provas finais a nível de escola, bem como de outras condições especiais.
A aplicação de qualquer condição especial exige a anuência expressa do encarregado de educação, sendo necessário enviar ao presidente do JNE cópia do respetivo despacho de homologação, devidamente autenticada, sempre que a sua autorização seja da responsabilidade do diretor da escola.
O requerimento para apreciação no JNE deve ser acompanhado dos seguintes documentos referentes ao aluno: cópias autenticadas do boletim de inscrição nas provas, do cartão de cidadão ou bilhete de identidade, do registo biográfico, do programa educativo individual, do relatório técnico-pedagógico, bem como, conforme a justificação alegada, do relatório de médico da especialidade ou de diagnóstico psicológico e de outros documentos considerados úteis para a avaliação da funcionalidade.
Os alunos podem requerer a dispensa de prova oral se a sua incapacidade assim o exigir, sendo, neste caso, a classificação final da disciplina a classificação obtida na componente escrita do exame.
As condições especiais autorizadas pelo diretor da escola ou pelo presidente do JNE para a 1.ª fase ou 1.ª chamada são válidas para a 2.ª fase ou 2.ª chamada.
O JNE elabora as instruções que se tornem necessárias relativamente a aspetos específicos a considerar na realização das provas finais de ciclo e das provas de equivalência à frequência dos alunos com necessidades educativas especiais.
As pautas de chamada e de classificação não podem mencionar as necessidades educativas especiais do aluno.
Os alunos cegos, com baixa visão, surdos severos ou profundos, com limitações motoras severas ou com limitações funcionais do domínio cognitivo podem realizar provas finais a nível de escola nas disciplinas de Português e de Matemática caso necessitem de alterações significativas nos instrumentos de avaliação ao nível da estrutura das provas e na tipologia e formulação dos itens, relativamente à prova caracterizada na Informação-Prova Final do GAVE.
Os alunos cegos, com baixa visão, surdos severos ou profundos, com limitações motoras severas ou com limitações funcionais do domínio cognitivo do 9.° ano de escolaridade que realizem provas finais a nível de escola podem prosseguir estudos de nível secundário.
A partir do ano letivo de 2013-2014, os alunos referidos no número anterior que pretendam frequentar os cursos científico-humanísticos do ensino secundário têm de realizar, obrigatoriamente, as provas finais do 3.° ciclo a nível nacional podendo, no entanto, usufruir de condições especiais de avaliação ao abrigo da legislação em vigor.
As provas finais a nível de escola devem respeitar as adequações no processo de avaliação, constantes do programa educativo individual de cada aluno, bem como contemplar a aprendizagem estabelecida para as correspondentes provas finais de ciclo de Português e de Matemática dos 4.°, 6.° e 9.° anos de escolaridade.
As provas finais a nível de escola, com a duração de 90 minutos, realizam-se, sempre que possível, nas datas previstas no calendário anual de provas e exames para as correspondentes provas finais de ciclo.
Exames finais nacionais e provas de equivalência à frequência do ensino secundário
Os alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente enquadradas pelo Decreto-Lei n.° 3/2008, de 7 de janeiro, ou pelo Decreto Legislativo Regional n.° 15/2006/A, de 7 de abril, no caso dos alunos da Região Autónoma dos Açores, ou pelo Decreto Legislativo Regional n.° 33/2009/M, de 31 de dezembro, no caso dos alunos da Região Autónoma da Madeira, de acordo com as especificidades e terminologia adotadas nos referidos diplomas, realizam os exames finais nacionais do ensino secundário, com condições especiais, sob proposta do conselho de turma.
Os alunos que frequentaram um currículo específico individual no ensino básico podem continuar o seu percurso educativo num currículo específico individual em processo de transição para a vida pós-escolar, ao abrigo do artigo 14.° do Decreto-Lei 3/2008, e não realizam provas de avaliação externa, nomeadamente, exames finais nacionais.
As condições especiais de exame dependem de autorização prévia do presidente do JNE, mediante a análise de processo devidamente instruído, a decidir no prazo máximo de oitenta dias úteis, o qual não deve ultrapassar a data do início dos exames finais nacionais.
O processo para apreciação no JNE deve ser obrigatoriamente acompanhado dos seguintes documentos: requerimento, cópias autenticadas do boletim de inscrição de exames, do despacho de autorização de condições especiais de exame concedidas em anos anteriores, do cartão de cidadão ou bilhete de identidade, do registo biográfico, de relatório médico da especialidade ou de diagnóstico psicológico e de relatório técnico-pedagógico.
Os alunos podem requerer a dispensa de prova oral, se a sua incapacidade assim o exigir, sendo, neste caso, a classificação final da disciplina a classificação obtida na componente escrita da prova ou exame.
As pautas de chamada e de classificação não devem mencionar as necessidades educativas especiais do aluno.
Os alunos cegos, com baixa visão, surdos severos ou profundos ou com limitação motora severa que apenas pretendam a conclusão e a certificação do ensino secundário podem optar por uma das seguintes alternativas:
a) Realizar os exames finais nacionais nas disciplinas sujeitas a exame final nacional;
b) Realizar exames a nível de escola, correspondentes à avaliação sumativa externa do seu plano de estudos.
Os alunos referidos no número anterior que pretendam concluir o ensino secundário e prosseguir estudos no ensino superior podem optar por uma das seguintes alternativas:
a) Realizar os exames finais nacionais nas disciplinas sujeitas a exame final nacional;
b) Realizar os exames finais nacionais nas disciplinas que queiram eleger como provas de ingresso para candidatura ao ensino superior e exames a nível de escola nas restantes disciplinas sujeitas a exame final nacional.
A partir do ano letivo de 2013/2014, para o 11.° ano, e 2014/2015, para o 12.° ano, os alunos referidos no número anterior que pretendam prosseguir estudos no ensino superior têm de realizar os exames finais nacionais correspondentes à avaliação sumativa externa do seu plano de estudos, podendo usufruir de condições especiais de avaliação ao abrigo da legislação em vigor, não sendo considerados, nesse caso, exames a nível de escola.
Os alunos cegos, com baixa visão, surdos severos ou profundos ou com limitação motora severa podem realizar exames a nível de escola nas disciplinas do seu plano de estudos, sujeitas a exame final nacional, caso necessitem de alterações nos instrumentos de avaliação ao nível da estrutura das provas e na tipologia e formulação dos itens, relativamente à prova caracterizada na Informação-Exame do GAVE.
Os exames a nível de escola devem respeitar as adequações no processo de avaliação referidas no número anterior, constantes do programa educativo individual de cada aluno, bem como ter como referência a aprendizagem prevista para os correspondentes exames finais nacionais.
Alunos com dislexia
Pode ser aplicada a Ficha A, Apoio para classificação de provas de exame nos casos de dislexia, emitida pelo JNE, para efeitos de não penalização na classificação das provas de exame realizadas pelos alunos dos ensinos básico ou secundário com dislexia diagnosticada e confirmada até ao final do 1.° ciclo ou até ao final do 2.° ciclo do ensino básico, desde que:
a) Os alunos do 4.° ou 6.° ano estejam ao abrigo do Decreto-Lei n.° 3/2008, de 7 de janeiro;
b) Os alunos do 9.° ano ou do ensino secundário tenham exigido apoios pedagógicos personalizados e ou tecnologias de apoio, constantes do programa educativo individual, ao abrigo do referido Decreto-Lei, e que se tenham mantido ao longo do 3.° ciclo ou do ensino secundário, respetivamente.
Os alunos do ensino básico geral com dislexia têm de realizar obrigatoriamente as provas finais de ciclo de Português e de Matemática nos 4.°, 6.° e 9.° anos de escolaridade e os alunos do ensino secundário com dislexia têm de realizar obrigatoriamente os respetivos exames finais nacionais.

(retirado do blogue http://gritodemudanca.blogspot.pt

postado energia-a-mais às 09:06

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