A Hiperactividade vista à lupa

Quinta-feira, 27 de Junho de 2013

 

 

mas geralmente espera-se que afete a vida da maioria das pessoas

 

 

a pergunta «mas uma greve geral resolve os problemas?» é a mais parva que se pode fazer! uma greve é uma forma de contestação única, essencial a quem trabalha e mais ainda para quem está desempregado - é a mais forte pressão social e a que mais obriga a repensar políticas e estratégias. Isso na essência, claro! na pratica sabemos que nem sempre é assim...a não ser quando a greve é bem pensada, quando as pessoas se unem na causa e quando as estruturas sindicais cumprem bem o seu papel (veja-se a greve dos professores). A ideia de que os sindicalistas são um bando de papões a gozar com o erário público vem de quem nunca fez nada pelos outros e não vê para além do seu umbigo. 

 

Sou pela essência! acredito no poder da contestação, na força da greve! e afirmações destas são a prova de que tenho razão:

 

Passos Coelho: “País precisa menos de greves e mais de trabalho” 


só quem se revê nesta política pode concordar. O país precisa é de mudar de governo, precisa de novas políticas e mais emprego. A greve é a capacidade de olhar para a frente e acreditar na mudança. Os portugueses trabalham bem, sentem-se é traídos por quem governa



 


imagem da net




postado energia-a-mais às 10:11

Domingo, 16 de Junho de 2013

 

 

serão os alunos que estão à espera do exame, marcado para uma data incerta....

 

serão os pais que não sabem explicar aos filhos o porquê desta incerteza...

 

serão os professores que andam com a incerteza no horizonte...

 

 

eu diria que a ansiedade está do lado do governo

 

o mais ridículo é que os exames são o menor dos problemas

 

os alunos deveriam estar ansiosos com o pós exame e a incerteza que é o futuro - quer seja para ingresso ou não no ensino superior...

 

os pais andam ansiosos mas é com o dia a dia cada vez mais difícil, com a falta de trabalho transversal a tantas gerações, com políticas cada vez mais patéticas e com a agonia de chegar ao fim do mês sobrevivendo com salários cada vez mais apertados - os professores também são pais! e esta ansiedade faz parte das suas vidas, tal como de todos os portugueses!

 

A ansiedade do governo tem um nome - cobardia! cada vez mais me parece visível que um bando de ministros atarantados quer a todo o custo manter as rédeas do que já não domina...

 

postado energia-a-mais às 19:51

Quarta-feira, 12 de Junho de 2013

 

mais uma vez Nuno Crato mostra como se investe na DESeducação de um país

 

Apesar do Colégio Arbitral ter contrariado a requisição dos serviços mínimos para o dia 17, o governo insiste na realização do exame nesse dia, não desistindo do braço de ferro com os professores. O ministro, numa clara provocação ao estipulado por Lei, elabora um discurso- aliás em linha com o que vem sendo habitual noutras situações - de vitimização, sendo que o Governo é a vítima e os orgãos que protegem os direitos cívicos (como o direito à greve)  são os maus da fita.

 

Ao martelar sempre na mesma tecla, o governo arrisca-se a virar o feitiço contra o feiticeiro. Ninguém é tão parvo assim que considere que um exame não possa ser marcado para uns dias mais tarde, sem haver prejuízo para qualquer das partes. De resto, estando todos na mesma situação por se tratarem de exames nacionais, o argumento de as notas serem conhecidas mais tarde, vai influenciar o quê? será que os pais estão assim tão preocupados com a marcação de férias como insinuou Crato? com a alteração da rotina familiar, devido à alteração da data de um exame?!

 

Angustiante é ver como este governo passa a mensagem do «quero, posso e mando» não respeitando as decisões dos orgãos de soberania. Basta pensar no que se passa com o desrespeito pelo TC e o não cumprimento dos pagamentos dos subsídios de férias.

 

Sobretudo numa área fulcral como a do ensino, este desrespeito é uma falta para com o país e para com todos os cidadãos. Mas já começa a ser um lugar comum ver o governo falhar em áreas fulcrais, certo?



postado energia-a-mais às 09:35

Quinta-feira, 15 de Novembro de 2012

 

 

é a mais indigna das condições

 

Em dia de greve geral veio-me isto à cabeça - muitos não fizeram greve porque não quiseram perder um dia de salário, outros porque não se podem dar a  esse «luxo», outros porque não concordam com a ideia de greve, política ou ideologicamente, mas muitos não aderiram pura e simplesmente por subserviência...porque isto de mentalidades custa a mudar, muitos viveram com medo e continuam a tê-lo, muitos nunca se libertaram da condição de subserviência em qe aprenderam a viver durante mais de 40 anos de ditadura e são os que encolhem os ombros e resignadamente dizem que «não vale a pena». Subservientes ao «sistema». Mas depois há outras coisas...

 

Eu cá acho que os portugueses têm um grande defeito. Confundem, na sua larga maioria, humildade com subserviência. Para os portugueses nunca vale a pena fazer «barulho», estamos habituados a «comer e calar» (aliás frase que muitos pais ainda hoje repetem à mesa e em muitas ocasiões). Daí que para muitos, sempre que se diz que este governo nos está a afundar, todos concordam, no entanto dizem logo «mas os outros são iguais» e quando se vai a votos «fica tudo na mesma». Será por isso que «fado» nem sequer tem tradução fiel noutra língua? fado nosso, destino que não se muda...afinal é o nosso fado!

 

Há uns dias, nessa típica mania de achar que estamos a ser humildes, quando afinal estamos a ser servis, um casal de ex-emigrantes na alemanha dizia com muita convicção que para «portugueses trabalhadores e honestos há trabalho lá. Quem for humilde e trabalhador não tem problemas com os alemães. Eles não distinguem, dão trabalho igual!» terão percebido esses nossos conterrâneos que os alemães dão trabalho igual mas salários diferentes? terão entendido que ser «humilde» é diferente de aceitar tudo com ar de quem está muito agradecido, tão agradecido que faz, sem questionar, tudo o que lhe mandam, sempre com muito boa disposição e sem «respingar» ou exigir seja o que for? É que disso realmente os alemães gostam! na verdade, gostam todos!

 

Ser humilde é saber reconhecer as suas fraquezas mas também as suas capacidades. É ter respeito pelos outros para ser respeitado. E saber exigir quando sabe que dá o seu melhor. Já a subserviência é bem diferente...e os portugueses são assim

 

De notar que considero que existem diferentes tipos de subserviência. A que alguns praticam conscientemente por motivos mesquinhos e interesseiros é para mim, degradante.

 

A subserviência de Passos Coelho, enoja-me. A de Cavaco, revolta-me. A do povo, essa...entristece-me {#emotions_dlg.tired}

 

postado energia-a-mais às 09:07

Sexta-feira, 25 de Novembro de 2011

 

Rafa: «quando somos grandes e não gostamos do que nos fazem no trabalho, fazemos greve...»

 

Quico: «não há escola quando se faz grebe...a grebe é da prossora...ela estava com tosse e não veio à escola»

 

Rafa: «olha, a greve serve para protestar, quem me dera ir...protestar!»

 

postado energia-a-mais às 11:06

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