A Hiperactividade vista à lupa

Segunda-feira, 08 de Novembro de 2010

sobre o nosso fds

 

 

 

com dois miúdos efervescentes!

 

Tal como parece, os meus filhotes fizeram o mesmo efeito destas pastilhas....apenas na efervescência, claro está! nem para comer tivemos sossego, aliás acho que nem me lembro de ter feito uma refeição sentada, tal era a doideira deles nessas horas.

Embora o dia de sábado tenha sido mais curto para mim, dado que trabalhei da parte da manhã - e os meus pais tenham optado por ficarem cada um com um dos miúdos, para o efeito ser mais «brando», o nosso domingo deu para tudo

 

correrias, acrobacias, brigas absurdas, quedas aparatosas, birras complicadas, momentos de nervos, algazarra e mimos!

 

tivemos ainda inspiração para cheiros e sabores a chamar o natal, tal foram os pratos do arroz doce da avó, o bolo rei quentinho e o aroma a canela que se espalhou pela casa - tivessemos nós adultos, um tempinho para os apreciar e teria sido - perfeito!

 

Mas o que os miúdos menos nos deram foi tempo - muito cedo de manhã já o Rafa acordava eléctrico como sempre e pronto para sair de imediato da cama, seguido do irmão que queria saltar no sofá para aquecer a barriga....inventou essa com muita naturalidade!

Depois de lhes arranjar o pequeno almoço e aproveitando o «embalo» de madrugar, lá fui deitando mãos à obra, como quem diz, à casa, a ver se umas limpezas mais a fundo e uma reorganização do que foi ficando fora do lugar, durante a semana, ajuda a manter as coisas mais funcionais. Mas depressa percebi que estava num daqueles dias em que eu faço e eles desfazem, por isso passo mais tempo a castigá-los e a re-arrumar do que a deixar tudo com melhor aspecto....

 

 

 

Embora seja uma pessoa com brio e goste de ter a minha casa arrumada, cheirosa e organizada, a verdade é que tive de me adaptar aos meus furacões e à forma intempestiva como brincam. Para não ter um ataque sempre que os vejo a disparar em todas as diracções, mexendo e remexendo em tudo desde móveis, roupas, brinquedos....tenho alguns truques tais como evitar olhar, ter o menos possível dentro de casa e sair de fininho para regressar de melhor humor - e, muito importante - nunca ter visitas em casa!

 

O Rafa teve entretanto a maravilhosa ideia de «pegar um cineminha». Aproveitei a deixa e combinei com os meus pais ir ter ao shopping e voltar a dividir os miúdos - mais pequeno com os avós, eu e mais velho para o cinema. Só que num repentismo que lhe é típico o Rafa já não quis ficar duas hoas a ver um filme de «seca» apesar da apelativa promessa dos óculos 3D...e fazer o percurso a pé até casa, com ele chutando e arrastando todas as (muuuuuuitas) folhas de árvore do chão, saltando muros e correndo desenfreado, foi uma alucinação!

 

E assim, por entre alvoroço e desatino, lá o fiz acalmar o suficiente para ir ver a sessão seguinte...muito embora um rubifen tenha sido um precioso aliado confesso!

E de óculos postos assistimos ao castiço

 

 

 

É claro que ainda me fez perder a cabeça no cinema com umas quantas asneirolas como saltar por cima das fitas a enrada dos cinemas, agarrar os óculos sem pedir, falar como se estivesse ao ar livre e insistir que queria jogar psp...a meio do filme

 

Os meus pais também não tiveram a vida facilitada - o Quico corre que se farta, fala pelos cotovelos e pontapeia como ninguém...não há sossego possível!

 

Tranquilidade só depois de irem dormir, umas boas horas depois de terem novamente feito «gato e sapato» com a efusividade que os caracteriza!

 

Os meus olhares foram por isso diversos mas sempre, sempre

 

 

 

 

vindos do coração!

 

 

todas as imagens foram retiradas da net

 

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 09:19

Quinta-feira, 04 de Março de 2010

 

choca mesmo

 

é que pode acontecer a um dos nossos filhos

 

 

 

 

Criança que se lançou ao rio Tua era há algum tempo agredida verbal e fisicamente

04.03.2010 - 07:36 Por Ana Fragoso

 

 

Foi instaurado um inquérito sobre o caso de suicídio de uma criança de 12 anos em Mirandela. Colegas e familiares afirmam que o aluno era uma vítima de outros estudantes e até já identificaram os agressores.
Buscas no rio Tua Buscas no rio Tua (Joana Oliveira)


 

 

 

 

O conselho executivo da Escola Luciano Cordeiro, em Mirandela, recusa-se a fazer qualquer tipo de comentário ou a prestar declarações sobre a possibilidade de Leandro, a criança de 12 anos que anteontem se lançou ao rio Tua depois de ter sido agredido por colegas, ser vítima de bullying. "Não há ninguém disponível para falar com jornalistas", avisou uma funcionária da escola.

Foi o presidente da Associação de Pais, José António Ferreira, que informou que a escola e a própria Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) já tinham instaurado um inquérito para apurar o que aconteceu dentro daquele estabelecimento escolar e para averiguar a possibilidade do rapaz ser vítima de bullying, como alguns colegas e familiares afirmam.

A avó do Leandro, Zélia Morais, disse ao jornal A Voz do Nordeste que, com alguma frequência, o jovem era agredido verbal e fisicamente, relatando que há cerca de um ano chegou a ser hospitalizado, após ser agredido por colegas de escola, fora daquele estabelecimento. "Bateram-lhe ao pé da estação", conta, e como consequência ficou uma noite internado no Hospital de Mirandela.

José António Ferreira assegura que não há registo de casos de bullying naquela escola e que a criança em causa não está sinalizada. Mas Zélia Morais acrescenta que a mãe do Leandro chegou a ir várias vezes à escola. "Sempre a atendiam muito bem mas depois não faziam nada, como não fizeram", desabafou.

Nesta terça-feira um colega de turma presenciou a agressão: "Foi um rapaz e uma rapariga, namorados, bateram-lhe e ele ficou a chorar", disse, desconhecendo as razões que levaram "os grandes", com 14 ou 15 anos, a agredir o Leandro. "Batiam-lhe às vezes", continuou.

Agresssores identificados

Os supostos agressores já foram identificados e estão a ser acompanhados por um psicólogo na própria escola. Os colegas de turma ontem só tiveram aulas no período da manhã e alguns aproveitaram a tarde para ir espreitar ao rio, acompanhar as buscas e tentar saber se já tinham encontrado o amigo. Alguns não querem falar, outros, sem reservas, confirmam que há um grupo "de três ou quatro" estudantes mais velhos que gosta de se meter com os mais pequenos. Uma versão confirmada por um primo mais velho de Leandro. "É verdade que lhe batiam. Quando eu via, defendia-o", disse. Este jovem acompanhou os últimos momentos de ira do Leandro que, na terça-feira, faltou à aula de Inglês, a última da manhã, e saiu disparado da escola a anunciar que se ia atirar ao rio. "Já queria atirar-se da ponte, eu é que peguei nele", conta, enquanto mexia energicamente as mãos, mostrando algum nervosismo. "Depois desceu pelas escadas, foi ali para o parque de merendas e de repente tirou a roupa e meteu-se na água. Nós vimo-lo a levantar os braços e depois já ia lá em baixo", disse, explicando depois que a correnteza da água depressa afastou das margens o corpo frágil do rapaz.

Três primos e o irmão gémeo do Leandro assistiram a tudo, enquanto gritavam desesperadamente e algumas pessoas que passavam àquela hora na ponte chamaram de imediato os bombeiros.

Leandro frequentava o 6.º ano, o irmão gémeo frequenta o 5.º ano, razão pela qual nem sempre estavam juntos, o que deixava o Leandro, mais tímido e reservado, numa situação de maior fragilidade.

A Coordenadora do Programa de Saúde Escolar do distrito, Manuela Santos, diz que um estudo realizado em 2009, em coordenação com a Universidade do Minho, revela que o fenómeno do bullying existe em todas as escolas da região. "Fizemos inquéritos a 3891 crianças do 1.º ao 6.º ano. Na Luciano Cordeiro 11% das crianças inquiridas afirmaram que já tinham sido vítimas de agressão por parte dos colegas três ou mais vezes".

Graça Caldeiras, a mãe de uma criança de 10 anos que frequenta aquela escola confirmou esta realidade, queixando-se à agência Lusa que o filho está a ser vítima de agressões por parte de colegas, motivo pelo qual a criança se recusa a ir à escola e está a ser medicada e acompanhada por um psicólogo. Ontem mesmo Graça Caldeiras disse que não foi trabalhar para acompanhar o filho em mais uma consulta no psicólogo que conseguiu arranjar no centro de saúde, já que "a psicóloga da escola não tinha tempo para o atender".

 

notícia publicada pelo jornal Público edição on line

 

 

 
sinto-me: sem entender
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