A Hiperactividade vista à lupa

Sexta-feira, 02 de Agosto de 2013

 

«MÃE, OH MÃE! ouve esta notícia...

 

quer dizer que o Passos Coelho já é pobrezinho?! é que estão a dizer que ele vai passar férias na manta rota...» {#emotions_dlg.lol}

 

 

só o Quico para me fazer rir com uma notícia tão parva como esta

  

 

postado energia-a-mais às 21:33

Sexta-feira, 05 de Julho de 2013

 

 

está todo um país em suspenso enquanto o governo encena episódios de uma verdadeira novela mexicana

 

Insustentável! cada passo do governo para manter as aparências soa a falso. Cada vez mais me convenço que somos governados por um bando de patetas que perderam a razão e se vão entretendo a jogar com o país.

As motivações de cada um parecem surreais. De Portas a Coelho, passando por Cavaco as entranhas dos jogos políticos são reviradas vezes sem conta, num desalinhamento entediante mas perturbador.

Acordamos de manhã e vemos que não há acordo...mas talvez possa haver. Se uma sair o  outro entra e talvez...Mas na hora do almoço nem uma coisa nem outra e pelo meio da tarde mais reuniões mais conversações, enquanto o silêncio oficial impera e os orgãos de comunicação alvitram soluções...

Impossível não ficar baralhados. Uma coisa é certa, nem Passos nem Portas mandam no país, muito menos o Presidente que ao que se julga deve ter uma opinião, mesmo que não seja a mesma por muito tempo (ou talvez nem ele próprio saiba muito bem o que pode opinar...afinal na opinião dele não deve ser competência do Presidente opinar sobre tal assunto...)

 

Entretanto e com a leveza de quem sabe que está impune a tudo (sobretudo pela apatia típica e pela cobardia dos portuguses) lá nos brindam ao fim do dia com uma notícia de que há entendimento: alegrem-se pois os temerosos tugas, agora sim! Sim, o entendimento é sólido (quem sabe cimentado com cuspe e tudo!) e vai durar...até que acabe...

 

«Novos» rostos, «novas» políticas, tudo se promete em nome da solidez, robustez e patetice habitual! agora sim, temos um governo novo! todos ficam satisfeitos pois os «compadrios» e «tachos» são mantidos em nome claro, da honra nacional e da segurança do povo!

 

 

postado energia-a-mais às 21:01

Quinta-feira, 04 de Julho de 2013

 

 

expliquem-me lá isso mas de maneira que eu entenda...

 

e não me venham com a lengalenga de que os mercados bolsistas vão abaixo, de que as taxas de juro disparam, que isto em termos internacionais é o descalabro....blá blá blá. Isso para mim são tretas, sou uma portuguesa comum, desempregada comum, com problemas comuns, cujo único mercado que conheço é o municipal (onde compro frutas e legumes cada vez mais caros e onde vejo cada vez menos bancas...) as taxas de juro não me interessam nada, até porque altas ou baixas, só posso contar com o que me entra ou sai da minha bolsa (a que trago a tiracolo).

Quanto ao ficar mal visto lá fora, para mim é-me indiferente, não são eles que me pagam as contas, já demos muito dinheiro a ganhar a países que se safam com o mal dos outros...

Vítor Gaspar não teve competência para nada a não ser na demissão, Portas devia ter-se demitido logo à partida quando percebeu que era apenas figurante, temos um PR que mostra sinais de demência cada vez que abre a boca, temos um PM que anda a brincar aos governos e que acha que o poder é algo para a vida, agarrado com super-cola3, mesmo que o governo já não exista...

 

portanto vá! quero que me digam exatamente em que tragédia vamos cair se estes (des)governantes que nos deixaram na penúria, com uma larga maioria sem trabalho, sem salários dignos e na incerteza de cada vez mais cortes, forem daqui para fora...e já agora provem em que é que esta política seguida até agora, nos tem benificiado e que sinais vocês conseguem ver de que está a resultar...

 

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 13:51

Quinta-feira, 27 de Junho de 2013

 

 

mas geralmente espera-se que afete a vida da maioria das pessoas

 

 

a pergunta «mas uma greve geral resolve os problemas?» é a mais parva que se pode fazer! uma greve é uma forma de contestação única, essencial a quem trabalha e mais ainda para quem está desempregado - é a mais forte pressão social e a que mais obriga a repensar políticas e estratégias. Isso na essência, claro! na pratica sabemos que nem sempre é assim...a não ser quando a greve é bem pensada, quando as pessoas se unem na causa e quando as estruturas sindicais cumprem bem o seu papel (veja-se a greve dos professores). A ideia de que os sindicalistas são um bando de papões a gozar com o erário público vem de quem nunca fez nada pelos outros e não vê para além do seu umbigo. 

 

Sou pela essência! acredito no poder da contestação, na força da greve! e afirmações destas são a prova de que tenho razão:

 

Passos Coelho: “País precisa menos de greves e mais de trabalho” 


só quem se revê nesta política pode concordar. O país precisa é de mudar de governo, precisa de novas políticas e mais emprego. A greve é a capacidade de olhar para a frente e acreditar na mudança. Os portugueses trabalham bem, sentem-se é traídos por quem governa



 


imagem da net




postado energia-a-mais às 10:11

Quinta-feira, 15 de Novembro de 2012

 

 

é a mais indigna das condições

 

Em dia de greve geral veio-me isto à cabeça - muitos não fizeram greve porque não quiseram perder um dia de salário, outros porque não se podem dar a  esse «luxo», outros porque não concordam com a ideia de greve, política ou ideologicamente, mas muitos não aderiram pura e simplesmente por subserviência...porque isto de mentalidades custa a mudar, muitos viveram com medo e continuam a tê-lo, muitos nunca se libertaram da condição de subserviência em qe aprenderam a viver durante mais de 40 anos de ditadura e são os que encolhem os ombros e resignadamente dizem que «não vale a pena». Subservientes ao «sistema». Mas depois há outras coisas...

 

Eu cá acho que os portugueses têm um grande defeito. Confundem, na sua larga maioria, humildade com subserviência. Para os portugueses nunca vale a pena fazer «barulho», estamos habituados a «comer e calar» (aliás frase que muitos pais ainda hoje repetem à mesa e em muitas ocasiões). Daí que para muitos, sempre que se diz que este governo nos está a afundar, todos concordam, no entanto dizem logo «mas os outros são iguais» e quando se vai a votos «fica tudo na mesma». Será por isso que «fado» nem sequer tem tradução fiel noutra língua? fado nosso, destino que não se muda...afinal é o nosso fado!

 

Há uns dias, nessa típica mania de achar que estamos a ser humildes, quando afinal estamos a ser servis, um casal de ex-emigrantes na alemanha dizia com muita convicção que para «portugueses trabalhadores e honestos há trabalho lá. Quem for humilde e trabalhador não tem problemas com os alemães. Eles não distinguem, dão trabalho igual!» terão percebido esses nossos conterrâneos que os alemães dão trabalho igual mas salários diferentes? terão entendido que ser «humilde» é diferente de aceitar tudo com ar de quem está muito agradecido, tão agradecido que faz, sem questionar, tudo o que lhe mandam, sempre com muito boa disposição e sem «respingar» ou exigir seja o que for? É que disso realmente os alemães gostam! na verdade, gostam todos!

 

Ser humilde é saber reconhecer as suas fraquezas mas também as suas capacidades. É ter respeito pelos outros para ser respeitado. E saber exigir quando sabe que dá o seu melhor. Já a subserviência é bem diferente...e os portugueses são assim

 

De notar que considero que existem diferentes tipos de subserviência. A que alguns praticam conscientemente por motivos mesquinhos e interesseiros é para mim, degradante.

 

A subserviência de Passos Coelho, enoja-me. A de Cavaco, revolta-me. A do povo, essa...entristece-me {#emotions_dlg.tired}

 

postado energia-a-mais às 09:07

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