A Hiperactividade vista à lupa

Quarta-feira, 07 de Outubro de 2009

 

disto Neurofeedback 

 

porque o Rafa vai ter uma sessão no próximo mês e porque gostava de agradecer ao dr. Jorge Alvoeiro a disponibilidade em dar mais explicações sobre este tratamento

 

Se tiverem interesse sigam o link desse post!

 

 

postado energia-a-mais às 23:47

Segunda-feira, 27 de Julho de 2009

no tratamento do TDAH

 

este é um post mais sério, que poderá ser mais interessante para quem tem filhos diagnosticados com Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperactividade. Decidi partilhar aqui este tratamento que conheci em 2005, por ver que existem muitos pais que ainda o desconhecem e por saber que está hoje mais fundamentado do que quando o discuti a primeira vez com o neuropsicólogo que mo apresentou.

 

Em verdade eu não considero que este seja um tratamento alternativo à medicação, mas antes um método que permite obter um reforço dos resultados, principalmente em crianças que tendo já sido medicadas, passam aquela fase da mudança de idades em que se coloca a hipótese de retirar ou manter a medicação.

 

Em que consiste

 

Na aplicação de eléctrodos através do couro cabeludo. É um método natural e não invasivo. O paciente não recebe descargas eléctricas ou magnéticas.

Os eléctrodos captam as ondas magneticas emitidas pelos neurônios. Essas ondas são enviadas a um computador que as descodifica e as transforma em imagens reais do funcionamento do cerebro. Num cerebro afectado pelo TDAH, as ondas em maior quantidade são as lentas (daí usar-mos estimulantes para os acalmar...) e tenta-se por isso reduzir as ondas lentas e aumentar as mais rápidas.

Assim criou-se uma espécie de jogo de vídeo em que o jogador (paciente) tem de começar a dominar a quantidade de ondas emitidas, segundo um processo comportamental chamado reforço condicionado. Ele pode identificar e alterar voluntáriamente o modo como  seu cerebro responde a várias situações, sendo então possível obter maior controlo sob as suas acções.

 

O tratamento requer várias sessões, dependendo do tipo e do grau diagnosticado. Normalmente varia entre as 30-45 até 60 sessões. Parar antes das 30 não garante (pelos estudos existentes) continuidade nos resultados.

Também se verificou que as crianças medicadas e que em simultâneo fizeram este tratamento obtiveram melhores resultados do que as que receberam apenas o tratamento, embora os resultados positivos perdurassem mais tempo após deixarem o medicamento, quando tivessem recebido tratamento por neurofeedback.

 

Na minha opinião é um tratamento que pode ajudar a estabilizar a criança e proporcionar maior capacidade de auto controlo, auto planeamento e auto gestão.

Pode ser uma mais valia quando usado em conjunto com a medicação e eventualmente outros métodos terapêuticos e psicológicos.

 

Gostava de saber a vossa opinião e partilhar experiências nesta área!

 

 

sinto-me: a querer saber mais!
postado energia-a-mais às 23:43

Quarta-feira, 08 de Abril de 2009

quando os pais são confrontados com um diagnóstico de hiperactiviade, desde logo se colocam as perguntas óbvias - e tratamentos, existem?

 

Identificado o tipo de hiperactividade, o mais comum é o(s) médico(s) falarem aos pais na possibilidade de usarem fármacos para controlarem os sintomas mais adversos (a impulsividade, o déficit de atenção, a agressividade...)

Muitos pais acabam por ficar com a ideia de que este é o único tratamento viável, até porque os efeitos são mais visiveis e fáceis de gerir

No entanto, o acompanhamento com tratamento terapeutico, é muitas vezes descurado, ou nem sequer equacionado...ora os fármacos por si só, não garantem resultados eficazes. Ao longo de uma toma mais prolongada, notam-se por norma recuos pois a tendência é para se verificar uma certa habituação da criança ao medicamento. Por outro lado, a decisão de deixar de tomar a medicação é difícil e quase sempre desperta no pré-adolescente um período de rebeldia e recusa.

 

É por isso muito importante que o tratamento escolhido, seja uma combinação de fármacos com apoio terapêutico - um apoio transversal á família e aos vários intervenientes do processo educativo

A terapia comportamental é a mais usada. Pode ser adequada a cada criança, atendendo á especificidade do transtorno que o afecta e pode ser ajustada sempre que necessário, em termos de etapas de trabalho e objectivos.

 

O sonho de qualquer pai, é que o seu filho se liberte da medicação...embora a hiperactividade genética não tenha cura, os seus efeitos alteram-se ao longo do tempo (não é comum ver-mos adultos afectados pela hiperactividade, trepando móveis ou saltando pela rua...mas reconhecemos uma instabilidade característica, nos realcionamentos ou nos empregos...)

Será bem mais fácil deixar a medicação, se os mecanismos de auto controlo tiverem sido trabalhados com apoio de terapeutas e técnicos

 

Claro que cabe aos pais (e mais tarde á criança/adolescente) qual o tratamento a seguir, no entanto essa escolha será sempre condicionada pelas alternativas apresentadas pelos médicos/técnicos de saúde. É por isso cada vez mais pertinente obter informação sobre o tema.

 

Em muitos países, técnicas usadas pelas terapias menos convencionais, complementares ou alternativas, têm mostrado bons resultados com estas crianças. Há pouco tempo, no fórum da APDCH, tivemos pais a questionar um método utilizado em Portugal pela clínica L. chamado Mindstation - apresentado como revolucionário e inovador, garante sucesso no tratamento da hiperactividade e aposta na possibilidade de retirar totalmente a medicação a estas crianças...

Tenho muitas dúvidas sobre a validade de um tratamento adequado, usando apenas terapia comportamental, mesmo que essa terapia seja intensiva...

 

Acredito que seja possível atingir um resultado positivo, utilizando um conjunto de métodos, tratamentos e terapias!

 

 

 

 

postado energia-a-mais às 18:15

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