A Hiperactividade vista à lupa

Segunda-feira, 07 de Outubro de 2013

 

Neste país à beira mar plantado, parece que o lema passou a ser, vamos lá cortar...

 

E corta-se...principalmente corta-se em quem sobrevive

 

Mais um pacote de cortes para fazer face às vontades da troika, significa muito provavelmente que vai ser, para muitas famílias mais um golpe na sobrevivência! O olhar esgazeado de Mota Soares, diz muito!

 

Vamos, lixem-nos mais pedaço - a malta sobrevive! (por enquanto)

postado energia-a-mais às 11:46

Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012

Estavamos a tomar o pequeno almoço e o meu pai chegou com o jornal para ir lendo enquanto espera pelos miúdos para os levar à escola. No JN vinha esta notícia:

 

 

«A indústria portuguesa do bacalhau corre o risco de ir por água abaixo se a Comissão Europeia aprovar a introdução de químicos (fosfatos) na transformação do bacalhau seco. "É um golpe nórdico para eliminar o nosso bacalhau tradicional", acusam os portugueses.

 
foto RICARDO ESTUDANTE/GLOBAL IMAGENS
Querem acabar com o bacalhau português
Seca de bacalhau na Gafanha da Nazaré
 

A Comissão Europeia está a discutir uma proposta que visa a possibilidade de introdução de químicos (fosfatos) no processo de transformação do bacalhau seco, alegadamente com o objectivo de evitar a oxidação. A Associação dos Industriais do Bacalhau (AIB) considera que, a concretizar-se, poderá ser o fim do tradicional bacalhau português e a derrocada de uma indústria que soma 83 empresas e que empregm 1800 pessoas.»

 

Depois de ler isto o Rafa grita

 

«Avô, por favor hoje tens de fazer pataniscas, avô!!! por favor faz pataniscas...antes que nos tirem o bacalhau!!!»

 

Hoje vamos comer pataniscas com um arrozinho de legumes {#emotions_dlg.sarcastic} pelo sim pelo não!

 

 

postado energia-a-mais às 11:24

Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011

 

fico atordoada quando leio notícias destas, cada vez mais «correntes» e que parecem querer justificar o estado a que se está a chegar no nosso país...

 

Jovem encontrado morto em lar depois de conhecer castigo

Tragédia ocorreu no dia em que soube o castigo que iria ser-lhe aplicado pela escola

 

«A Câmara de Peniche vai pagar o funeral de Mauro António, o jovem de 16 anos que morreu, anteontem à noite, no lar de acolhimento de Fafe onde estava institucionalizado, e pouco depois de ter conhecido o castigo a ser-lhe aplicado pela escola que frequentava.

O jovem, natural de Angola, residia em Peniche com a mãe, o padrasto e três irmãos, até a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) local ter optado pelo seu "acolhimento institucional" no Lar de Jovens do Centro Social de Revelhe, em Fafe. Cláudia Oliveira, directora técnica do lar onde vivem cerca de 30 jovens, confirma a morte, no interior do lar, "em condições trágicas ainda a serem apuradas". Também Clara Abrantes, presidente da CPCJ de Peniche, diz que a causa da morte não está ainda explicada. Fonte próxima do processo indicou ao JN, porém, que o jovem se terá enforcado com um cachecol.»

 

esta, noticiada pelo JN de hoje, na mesma edição em que se dava conta de que as crianças «em risco» institucionalizadas, irão ficar sem educadores e passarão a ser tratados apenas por auxiliares...porque não há dinheiro para manter esse projeto, estes profissionais contratados por instituições a trabalhar com crianças em risco e que não dispunham nos seus quadros efetivos de técnicos especializados (ou não os tinham em número suficiente) estão a ser despedidos e as crianças passam a contar com muito menos apoio e em alguns casos deixam de ter alguém especializado nessa delicada área da educação....

Estamos a falar de crianças retiradas às famílias e que já sofreram todo o tipo de abusos e que são deixadas em instituições ao cuidado de funcionárias sem preparação para lidar com os traumas e problemas inerentes a este tipo de criança...

 

isto é REVOLTANTE! é assim que este país prepara os futuros adultos?  corta-se a torto e a direito para agradar à «troika» e cumprir os requesitos exigidos...para quê? é que segundo especialistas da área nós estamos ficar em riscos ainda maiores...

 

 

«O risco de conflitualidade está a aumentar em Portugal com o agravamento das medidas de austeridade e a surdez dos governos perante os protestos das populações, defendeu, esta quarta-feira, o sociólogo Paulo Pereira de Almeida. (...)

Os governos assumem que as pessoas têm o direito de protestar, mas mantêm as políticas. O que adianta sair à rua se não somos ouvidos", questionou o sociólogo, manifestando-se preocupado com o agravamento de medidas de austeridade previstas para o próximo Orçamento de Estado (OE) que vai ser apresentado ao parlamento até segunda-feira, dia 17.»

 

não me admira nada que a conclusão seja esta

 

Portugal está em risco de deixar de existir como país....

 

O sociólogo António Barreto admite que Portugal deixe de existir como estado independente dentro de algumas décadas e esteja integrado noutro modelo europeu.


«É possível que Portugal, daqui a 30, 50, 100 anos não seja um país independente como é hoje», disse o investigador à agência Lusa, admitindo que o país surja integrado «numa outra Europa», com outra configuração, com outro desenho institucional e político que não tem hoje. sic/ SOL

 

 

Coisas que mexem com as minhas «entranhas»....bolas!!!

 

 

postado energia-a-mais às 11:12

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